Informativo
Eletrônico n.º 96 - Ano 03
- Curitiba (PR), 10 de abril de 2006. |
Prezados companheiros:
Dia 07 de abril, 12 federações de trabalhadores da construção e do mobiliário do Brasil, acompanhados de 570 dirigentes sindicais, estiveram em São Paulo, na rua Tabatinguera, nº 192, para participarem de uma assembléia convocada pelo cidadão chamado Aécio Darli de Jesus Leite, cuja pauta era a discussão para fundação da Confederação dos Trabalhadores da Construção Civil e da Madeira.
As federações e os sindicatos quando chegaram no local, aproximadamente as 09:00 horas, encontraram um grande aparato policial em frente ao portão, e dezenas de pessoas que supostamente eram seguranças, que através de seus interlocutores, informaram que para entrar no recinto, deveriam ter uma credencial.
Uma comissão de dirigentes sindicais, se deslocou até o local informado, para averiguar os critérios e foram informados que o tal credenciamento encerrou-se às 09:00 horas.
As federações demonstraram isso ao sargento que estava no comando dos policiais naquele momento, e informaram os dirigentes sindicais presentes.
As 10:00 horas, como não tínhamos nenhuma solução por parte dos seguranças, as federações resolveram discutir com os presentes, a pauta da ordem do dia, que era a fundação ou não da confederação.
As 12 federações presentes, votaram nominalmente e abertamente pela não fundação neste momento da confederação específica, conforme ata em anexo, a votação teve o respaldo das lideranças sindicais, que estavam presentes.
Foi
isso que aconteceu em São Paulo, dia 07 de abril de 2006, quem esteve lá, pode testemunhar! |
Perguntamos aos companheiros:
Fizeram um edital de convocação chamando as entidades, lá
comparecemos, e não nos deixaram participar.
Quem paga as despesas, de locomoção e estada?
Cabe indenização por dano moral e material?
Com a resposta, nossos advogados.
Confira
ata com as deliberações das federações: |
ATA
Às nove horas e quarenta minutos do dia sete de abril de dois mil e seis, na Rua Tabatinguera, nº 192, em São Paulo/SP, compareceram as Federações de Trabalhadores nas Indústrias da Construção, sendo FTI da Construção e do Mobiliário do Amazonas, FTI da Construção e do Mobiliário do Ceará, FTI da Construção e do Mobiliário dos Estados de Goiás,TO, FTI da Construção e do Mobiliário do Maranhão, FTI da Construção e do Mobiliário do Estado de Minas Gerais, FTI da Construção e do Mobiliário do Estado do Pará e Amapá, FTI da Construção e do Mobiliário Estado do Paraná, FTI Construção Mobiliário do Norte e Nordeste, FTI Construção e do Mobiliário do Estado do Piauí, FTI Construção Mobiliário do Estado do Rio Grande do Sul, FTI Construção Mobiliário de Santa Catarina e FTI Construção e do Mobiliário do Estado de São Paulo, acompanhadas de seus Delegados, no aguardo do início da ASSEMBLÉIA convocada pela Comissão Pró-Fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, da Madeira e Assemelhados, através de edital publicado no Diário oficial da União, seção 3, na Pág. 109, na edição do dia 08.03.2006, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1) Fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, da Madeira e Assemelhados; 2) Estatuto Social; 3) Fixação da Contribuição Associativa; 4) Eleição e Posse dos Cargos de Administração e Representação, assembléia esta convocada para as 10:00 horas, conforme edital; estando reunidas as Federações convocadas, do lado de fora do recinto, constatou-se que haviam seguranças particulares que impediam o acesso das Federações convocadas ao recinto; o convocante que assinou o edital, Senhor Aécio Darli de Jesus Leite, não compareceu no local. Escoado o horário constante do edital de convocação, e diante da impossibilidade de adentrar ao recinto, verificando-se a maioria absoluta das entidades no local, decidiu-se por instalar a Assembléia, no endereço indicado no edital, porém, do lado de fora. Em seguida o plenário elegeu para presidir a Assembléia o Senhor Geraldo Ramthun, Presidente da FETRACONSPAR/PR, que em seguida convidou a mim, Altamiro Perdoná, Presidente da FETICOM/SC, para secretariar os trabalhos. O presidente da assembléia declarou abertos os trabalhos, fazendo a leitura do edital e os esclarecimentos necessários ao plenário, e em seguida foi feita a chamada nominal de todas as entidades convocadas, verificando-se o quorum, com a presença de 12 (doze) Federações, e ausência da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada, Federação dos Trab. do Ramo da Construção Civil, Similares, Montagens, Terraplanagem, Cal, Gesso, Art. de Cimento, Cerâmica, Ladrilho, Argilia, Madeira, Mobiliário, Calcário de Rocha, Mármore e Granito do Estado do Espírito Santo, Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira do Estado da Bahia, Federação dos Trabalhadores das Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Rio de Janeiro, Federação dos Trabalhadores das Indústrias da Construção e do Mobiliário do Estado do Mato Grosso do Sul; o presidente da assembléia informou ao plenário que a Federação do Rio de Janeiro justificou ausência. Em seguida colocou para o plenário decidir a forma de votação, para que fosse escolhida a modalidade em que se daria a deliberação; foi aprovada a votação nominal e aberta; consultada a Assembléia se estava em condições de votar, obtendo a resposta positiva, o Presidente colocou em votação a primeira ordem do dia (Fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, da Madeira e Assemelhados), e obedecendo o critério aprovado pela assembléia, foi feita a chamada nominal de cada Federação presente, e cada uma por sua vez, manifestou seu voto de decisão outorgada pelos seus respectivos conselhos de representantes. Em seguida o presidente somou a totalidade dos votos, verificando que a unanimidade dos votantes deliberaram contra a fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, da Madeira e Assemelhados; colhido o resultado, o presidente declarou o resultado da votação, deliberando que não foi aprovada a fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, da Madeira e Assemelhados. Diante da não aprovação da primeira ordem do dia, o presidente declarou que a segunda, terceira e quarta ordem do dia constante do edital, restaram-se prejudicadas. Em seguida foi aberta a palavra ao plenário, em que houve manifestações de repúdio, considerando temerária a atitude por parte da dita comissão pró-fundação, que resultou na assembléia ora em desenvolvimento; em seguida o presidente, ás 10:45 horas, nada mais havendo a ser tratado, o presidente declarou encerrada a assembléia, e assina a presente ata_____________________, e eu, Altamiro Perdoná__________________ lavrei a presente ata, que lida foi aprovada por todos os presentes, conforme lista de presença. São Paulo, 07 de abril de 2006. |
Confira
as matérias controvertidas abaixo: |
Matéria extraída do site do Sintracon São Paulo
(www.sintracon.org.br) - 08.04.2006
Está fundada a Confederação
dos Trabalhadores da Construção Civil!
Ramalho, do Sintracon-SP, é o presidente de uma diretoria onde 50%
pertencem à Força Sindical e 50% à CUT.
Antonio
de Sousa Ramalho, de 56 anos, paraibano de Conceição do Piancó,
foi eleito hoje o primeiro presidente da Confederação Nacional
dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção, da
Madeira e Associados (CNTCM).
Realizada às 10 horas, na quadra do Sindicato dos Bancários
de São Paulo (rua Tabatingüera, 192, região central da
Capital paulista), a assembléia concretizou, de forma unânime,
aquele que era o maior sonho de uma categoria que responde por mais de 15%
do PIB brasileiro e mais de 23% do PIB da Indústria.
Cerca de mil trabalhadores compareceram, dando total legitimidade à Confederação que já nasce politicamente forte, na medida em que é apoiada pelas duas maiores centrais sindicais do País: a Força Sindical e a CUT.
Na ocasião foram aprovados, também, o Estatuto Social da nova entidade, a fixação da contribuição associativa e a conseqüente posse de lideranças nos cargos da administração e representação.
Ramalho, que preside o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP) e ocupa a Vice-Presidência Nacional da Força Sindical, afirma: “A Confederação tem grande significado para todos nós, trabalhadores. Aglutinando as principais lideranças sindicais do setor em todo o Brasil, ela fortalecerá a luta da categoria em torno de melhores condições de vida, salários, respeito e cidadania”.
A Diretoria Eleita:
Diretoria Titular – Antonio de Sousa Ramalho (presidente); Wilmar Gomes dos Santos (vice-presidente); Antonio Lopes (secretário geral); Antonio Bekeredjian (secretário adjunto); Cláudio da Silva Gomes (tesoureiro geral); Waldemar Pires de Oliveira (tesoureiro adjunto).
Diretoria Suplente – João Carlos Madeira, Aécio Darli de Jesus Leite, Nilson Duarte Costa, Raimundo Ferreira Brito, Arnaldo Camargo Freitas e Vilmar Kanzler.
Conselho Fiscal – Titulares – José Amaral Santos, José Brites e Valdemir Souza.
Conselho Fiscal – Suplentes – Reinaldo Rosa de Souza, Berenicio de Souza Lima e Waldir Maurício da Costa Filho.
Sintracon-SP
Assessoria de Imprensa
AJJ – MT - 12.597
Fone: - 3388.4800
Contato com Ramalho - 8258.0249 ou 9607.9922
Contato com Waldemar - 7282.7141
Matéria
extraída do site da Força Sindical
(www.forcasindical.org.br)- 07/04/2006
Força e CUT fundam a Confederação
Nacional dos Trabalhadores da Indústria da Construção
Civil
Força e CUT fundam a Confederação Nacional dos Trabalhadores
da Indústria da Construção Civil
A Força Sindical e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) criaram hoje, dia 7 de abril, a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil. A nova entidade será presidida por Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil, associado da Força Sindical e a secretaria-geral será ocupada por Antonio Lopes, da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Estiveram presentes na assembléia 1.500 lideranças sindicais da Força e da CUT. Participam da Confederação, as federações dos trabalhadores do Amazonas, Bahia, Acre e Espírito Santo. Cada uma das centrais ( Força e CUT) terá 50% dos cargos da diretoria. Participam também outros sindicatos independentes.
Segundo Antonio de Sousa Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de São Paulo, o objetivo é organizar os trabalhadores em âmbito nacional. A construção civil representa 15,6% do Produto Interno Bruto (PIB) e emprega 30% dos trabalhadores do setor industrial. São 13 milhões e 800 mil empregados de forma direita e indireta.
Matéria extraída do
site da CUT
(www.cut.org.br), 08 de abril de 2006
Nasce uma nova Confederação
Mais de dois mil trabalhadores de todos os Estados do país compareceram
na manhã desta sexta-feira (7) à assembléia de fundação
da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias
da Construção, Madeira e Assemelhados, lotando a quadra do
Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Com mandato de três anos, a nova Confederação é
integrada majoritariamente por sindicalistas da CUT e da Força, contando
na sua direção com a participação das mais expressivas
lideranças do setor no país, que terão mandato de três
anos. Entre outros nomes, compõem a executiva Antonio de Souza Ramalho,
presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil
de São Paulo; Antonio Lopez, presidente do Sindicato dos Marceneiros
de São Paulo; Cláudio da Silva Gomes, presidente do Sindicato
dos Trabalhadores da Construção Civil de Bauru; Antonio Beriquidian,
presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada
de São Paulo; Waldemar Pires de Oliveira, presidente do Sindicato
da Construção Civil de São Bernardo e Diadema e Wilmar
Santos, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores
da Construção Pesada.
PÁGINA VIRADA - Segundo o dirigente cutista Waldemar
de Oliveira, o objetivo da nova confederação é virar
a página de abandono deixada pela inação da Confederação
Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI). “Há
muito entusiasmo e esperança na nova entidade que já nasce
forte, sendo uma resposta da categoria à paralisia da CNTI, que deixou
largados os trabalhadores da construção. Queremos canalizar
a revolta existente contra esse descaso, para construir uma Confederação
que mude a cara do setor, infelizmente recordista em acidentes do trabalho,
lesões, mutilações e mortes, e que traz como chaga
a enorme precariedade e os mais baixos salários”, acrescentou.
Waldemar apontou que entre as bandeiras da Confederação estão
a unificação da data-base nacional; a construção
de um piso mínimo nacional (atualmente é menor do que o salário
mínimo em alguns estados); o enfrentamento ao elevado número
de acidentes causado pelas longas jornadas e o enquadramento da construção
civil como categoria periculosa, para que os trabalhadores do setor tenham
direito à aposentadoria. Hoje, denunciou o cutista, “o trabalhador
da construção morre antes de se aposentar”. Outro desafio,
destacou, é banir do setor produtos como o amianto, que afetam a
saúde dos trabalhadores e o meio ambiente, comprometendo a qualidade
de vida.
MOBILIZAÇÃO - Secretário-geral do
Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Vitória,
Waldir Maurício da Costa Filho veio a São Paulo acompanhado
de outros 18 dirigentes sindicais do Espírito Santo. “Tivemos
uma mobilização de 21 dias por melhores condições
de trabalho, onde cerca de 12 mil companheiros cruzaram os braços.
Em nenhum momento dessa paralisação tivemos qualquer apoio
da CNTI, entidade que dizia nos representar. Agora, mais do que uma bandeira,
a nova Confederação tem o compromisso de acelerar a luta em
defesa dos nossos direitos”, declarou Waldir.
Para o presidente da Federação dos Trabalhadores da Construção
Civil de Santa Catarina (Fetracon/CUT) e do Sindicato dos Trabalhadores
de São Bento do Sul, Vilmar Kanzler, “a CNTI foi superada por
ficar inteiramente à margem das lutas”. “São Bento
do Sul é uma das maiores exportadoras de móveis do país.
Lá nos enfrentamos contra a intensidade do ritmo de trabalho, acelerado
pela ganância empresarial e que tem gerado uma legião de mutilados.
Nunca tivemos o apoio da Confederação oficial para pôr
fim a esse crime, a CNTI nunca tomou partido nessas lutas, é o cúmulo
do peleguismo”, frisou.
Secretário-geral do Sindicato de São Bento do Sul, José
Sidney Carneiro ressaltou que na própria direção da
entidade, em sua cidade, existem três diretores mutilados. “Temos
inúmeros mutilados e lesionados por conta do esforço repetitivo
e das doenças ocupacionais, mas nada disso é reconhecido.
Os problemas são mascarados em prontuários que não
refletem a realidade. Precisamos de uma Confederação que dê
mais força às nossas reivindicações e apoio
à categoria”, concluiu Sidney.
Matéria extraída do
site Diário Vermelho
(www.vermelho.org.br) - 7 de abril de 2006
Trabalhadores em construção civil ganham
confederação
Mais de 2.000 trabalhadores de todos os estados do País compareceram,
na manhã desta sexta-feira (07/04), à assembléia de
fundação da Confederação Nacional dos Trabalhadores
nas Indústrias da Construção, Madeira e Assemelhados,
lotando a quadra do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

CUT integra nova confederação
Com mandato de três anos, a nova Confederação é integrada majoritariamente por sindicalistas da CUT e da Força, contando na sua direção com a participação das mais expressivas lideranças do setor no país, que terão mandato de três anos. Entre outros nomes, compõem a executiva Antonio de Souza Ramalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo; Antonio Lopez, presidente do Sindicato dos Marceneiros de São Paulo; Cláudio da Silva Gomes, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Bauru; Antonio Beriquidian, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada de São Paulo; Waldemar Pires de Oliveira, presidente do Sindicato da Construção Civil de São Bernardo e Diadema e Wilmar Santos, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores da Construção Pesada.
Página virada – Segundo o dirigente cutista Waldemar de Oliveira, o objetivo da nova confederação é virar a página de abandono deixada pela inação da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI). “Há muito entusiasmo e esperança na nova entidade que já nasce forte, sendo uma resposta da categoria à paralisia da CNTI, que deixou largados os trabalhadores da construção. Queremos canalizar a revolta existente contra esse descaso, para construir uma Confederação que mude a cara do setor, infelizmente recordista em acidentes do trabalho, lesões, mutilações e mortes, e que traz como chaga a enorme precariedade e os mais baixos salários”, acrescentou.
Waldemar apontou que entre as bandeiras da Confederação estão a unificação da data-base nacional; a construção de um piso mínimo nacional (atualmente é menor do que o salário mínimo em alguns estados); o enfrentamento ao elevado número de acidentes causado pelas longas jornadas e o enquadramento da construção civil como categoria periculosa, para que os trabalhadores do setor tenham direito à aposentadoria. Hoje, denunciou o cutista, “o trabalhador da construção morre antes de se aposentar”. Outro desafio, destacou, é banir do setor produtos como o amianto, que afetam a saúde dos trabalhadores e o meio ambiente, comprometendo a qualidade de vida.
Mobilização – Secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Vitória, Waldir Maurício da Costa Filho veio a São Paulo acompanhado de outros 18 dirigentes sindicais do Espírito Santo. “Tivemos uma mobilização de 21 dias por melhores condições de trabalho, onde cerca de 12 mil companheiros cruzaram os braços. Em nenhum momento dessa paralisação tivemos qualquer apoio da CNTI, entidade que dizia nos representar. Agora, mais do que uma bandeira, a nova Confederação tem o compromisso de acelerar a luta em defesa dos nossos direitos”, declarou Waldir.
Para o presidente da Federação dos Trabalhadores da Construção Civil de Santa Catarina (Fetracon/CUT) e do Sindicato dos Trabalhadores de São Bento do Sul, Vilmar Kanzler, “a CNTI foi superada por ficar inteiramente à margem das lutas”. “São Bento do Sul é uma das maiores exportadoras de móveis do país. Lá nos enfrentamos contra a intensidade do ritmo de trabalho, acelerado pela ganância empresarial e que tem gerado uma legião de mutilados. Nunca tivemos o apoio da Confederação oficial para pôr fim a esse crime, a CNTI nunca tomou partido nessas lutas, é o cúmulo do peleguismo”, frisou.
Secretário-geral do Sindicato de São Bento do Sul, José Sidney Carneiro ressaltou que na própria direção da entidade, em sua cidade, existem três diretores mutilados. “Temos inúmeros mutilados e lesionados por conta do esforço repetitivo e das doenças ocupacionais, mas nada disso é reconhecido. Os problemas são mascarados em prontuários que não refletem a realidade. Precisamos de uma Confederação que dê mais força às nossas reivindicações e apoio à categoria”, concluiu Sidney.
Matéria extraída da
Agência Radiobrás
(www.radiobras.gov.br) – 07.04.2006
Confederação Nacional do setor de Construção
Civil é criada hoje
Adriana Franzin, Da Agência Brasil
Brasília - Foi instituída hoje (7) a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e da Madeira (SNTCM). A entidade, criada pela Força Sindical e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), será presidida por Antonio de Sousa Ramalho, atual presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil.
Segundo ele, o objetivo da confederação é organizar os trabalhadores dessa categoria em nível nacional. "Com certeza teremos um respaldo maior, uma atenção maior dos ministros e dos governos federal, municipal e estadual", avaliou. "Porque nessa esfera estaremos construindo a cadeia da construção civil", acrescentou.
Ramalho informou que as atividades da confederação serão voltadas para a questão de salários, participação nos lucros, segurança no trabalho e nos projetos de combate ao déficit habitacional. "Estará em debate um setor que hoje é responsável por 15,6 % do Produto Interno Bruto (PIB - a soma das riquezas produzidas pelo país) e 30% do PIB da indústria. É um setor que emprega 13,8 mil trabalhadores", informou.
Matéria
extraída do site Último Segundo
(http://ultimosegundo.ig.com.br) – 07.04.2006
Confederação nacional do setor de construção
civil é criada hoje
Brasília - Foi instituída hoje (7) a Confederação
Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção
e da Madeira (SNTCM).
A entidade, criada pela Força Sindical e pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), será presidida por Antonio de Sousa Ramalho, atual presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil.
Segundo ele, o objetivo da confederação é organizar os trabalhadores dessa categoria em nível nacional. "Com certeza teremos um respaldo maior, uma atenção maior dos ministros e dos governos federal, municipal e estadual", avaliou. "Porque nessa esfera estaremos construindo a cadeia da construção civil", acrescentou.
Ramalho informou que as atividades da confederação serão voltadas para a questão de salários, participação nos lucros, segurança no trabalho e nos projetos de combate ao déficit habitacional. "Estará em debate um setor que hoje é responsável por 15,6 % do Produto Interno Bruto (PIB - a soma das riquezas produzidas pelo país) e 30% do PIB da indústria. É um setor que emprega 13,8 mil trabalhadores", informou.
Matéria extraída do jornal Diário de São Paulo
07 de abril de 2006
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