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FETRACONSPAR, 09 de maio de
2007
Curso no Paraná
CNTI/PR promove Curso sobre Atualização
Trabalhista “da contratação ao pagamento de férias”
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Geraldo
Ramthun (Secretário Regional da 1ª Secretaria
da Região Sul da CNTI e Presidente da Federação
dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário do Estado do Paraná - FETRACONSPAR),
e Drª Rosemary Christina Pila dando
boas vindas aos participantes.
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A
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria
- 1ª Secretaria da Região Sul, representada por seu Diretor
Secretário Regional, Geraldo Ramthun, está realizando
nos dias 09 e 10 de maio de 2007, no auditório da FETRACONSPAR,
sito à Rua Dr. Faivre, nº. 888 – Centro – Curitiba/PR,
Curso sobre “Atualização Trabalhista “Da
Contratação ao Pagamento de Férias”.
- Confira
a Programação
Estão
presentes 27 representantes de 16 entidades sindicais do estado do
Paraná, o curso esta sendo ministrado pela Dr.º Rosemary
Christina Pila (Advogada e professora Universitária) e servirá para
o aprimoramento dos dirigentes sindicais do Plano da CNTI.
O
curso encerra-se amanhã (10/05), às 17h.
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Participantes
do Curso
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FETRACONSPAR, 09 de maio de 2007
Eleições em Paranaguá/PR
Eleita nova diretoria do STICM Paranaguá
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PACHECO, presidente do STICM PARANAGUÁ
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Foi realizada,
ontem (08/05), eleições no SINDICATO DOS
TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E DO MOBILIÁRIO DE PARANAGUÁ, onde foi eleita
para o mandato de 2007/2011, a chapa encabeçada pelo companheiro JOSÉ ÁVIDO
PACHECO.
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Da
esquerda: EDUARDO RODRIGUES (Sintracimento), CARLOS
KARGER (CNTI/PR), DR. NELSON KNOB (Advogado),
JOÃO DE RAMOS MENDES (Paranaguá), OTÁVIO
GALVÃO (Paranaguá), DENÍLSON
PESTANA (Fetraconspar) e JOSÉ ÁVIDO
PACHECO (Presidente eleito).
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Agência Diap, 9 de
maio de 2007
SALÁRIO
Negociações salariais
de 2006 não ultrapassaram 1,5 salário mínimo,
aponta Dieese
Mais de 70% dos valores estabelecidos como piso salarial em 452 negociações
realizadas entre entidades de trabalhadores e representantes patronais, em
2006, não ultrapassaram 1,5 salário mínimo e pouco mais
da metade está localizada na faixa entre 1 e 1,25 salário mínimo.
Os dados estão no Estudos e Pesquisas 34 elaborado pelo Sistema de Acompanhamento
de Salários do Dieese.
Desde 2004 o Dieese – Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – realiza
análises regulares dos pisos salariais negociados por diversas
categorias profissionais em todo território nacional.
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Nova Central, 9 de maio de
2007
Governo federal poderá recorrer
ao STF para manter veto à Emenda 3
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que o governo poderá recorrer
ao STF (Supremo Tribunal Federal) para garantir o veto à chamada emenda
3 da Super Receita caso o Congresso Nacional aprove a derrubada do veto.
Em entrevista a emissoras católicas
de rádio, Lula disse que o governo quer impedir a contratação
irregular de profissionais como pessoas jurídicas, sem carteira
assinada. "Se o Congresso derrotar o veto, qual é o caminho
natural? É o procurador-geral da República entrar com uma
Adin [ação direta de inconstitucionalidade] no Supremo
Tribunal Federal e o tribunal julgar. Você não pode permitir
que o Estado brasileiro não tenha o direito de fiscalizar as condições
de trabalho a que os brasileiros estão submetidos", afirmou.
Lula disse que o Estado não
pode perder o poder de fiscalizar as relações trabalhistas
em um país "em que vira e mexe o Ministério do Trabalho
desvenda pessoas que contratam mão-de-obra escrava".
O objetivo do governo, segundo
Lula, é encontrar uma redação para o texto da emenda
3 capaz de permitir a contratação de pessoas jurídicas
somente nas regras previstas pela lei.
"Daqui a pouco nós
vamos ter empresas de 30, 20 trabalhadores, querendo contratar todo mundo
como pessoa jurídica. E aí você acaba uma relação
de trabalho construída durante décadas neste país.
Eu vetei, e se ela fosse aprovada [emenda 3], eu vetaria novamente."
Polêmica
A emenda 3 foi incluída
por parlamentares na lei que criou a Super Receita e vetada pelo presidente
Lula. Ela proíbe que os auditores fiscais multem e tenham o poder
para desfazer pessoas jurídicas quando for constatado que a relação
de prestação de serviços com uma outra empresa é,
na verdade, uma relação trabalhista.
Pelo texto aprovado no
Congresso Nacional, apenas a Justiça do Trabalho teria esse
poder. As centrais sindicais foram contra a emenda porque temiam a
precarização das relações trabalhistas.
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Folha de São Paulo,
9 de maio de 2007
Governo faz nova proposta para substituir
emenda 3
Contribuição previdenciária
cairia de 10% para 5%
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
O governo apresentou ontem uma
nova proposta para a regulamentação dos contratos de prestação
de serviço por profissionais liberais na condição
de pessoa jurídica. A discussão entre os líderes
da base aliada do governo com os ministros Guido Mantega (Fazenda) e
Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) abriu
espaço para que profissionais como redatores e jornalistas sejam
tributados como pessoas jurídicas. O percentual de recolhimento
da contribuição previdenciária que o governo quer
cobrar desses profissionais também pode cair de 10% para 5%.
A proposta apresentada aos líderes
muda o entendimento que o governo havia anunciado há duas semanas.
Quando esteve reunido com o presidente do Senado, Renan Calheiros, Mantega
disse que o governo só aceitaria tributar como pessoas jurídicas
os profissionais da área artística e cultural que não
tivessem uma relação de subordinação às
empresas para as quais prestam serviços e quando não houvesse
habitualidade na prestação do trabalho. Mantega disse que
a medida se estendia a jornalistas, mas reconsiderou a declaração
minutos depois.
Ontem, ao fim da reunião,
o Mares Guia disse mais uma vez que o governo vai diferenciar um trabalhador
da área cultural e artística de um funcionário subordinado
a uma chefia, mas incluiu categorias antes descartadas por Mantega.
"O ponto fundamental é o
conceito diferente de um funcionário que vai todo dia e chega
lá às 8h e sai às 17h, que tem uma função
repetitiva e relação de subordinação ao seu
chefe daquele que faz um trabalho próprio, intelectual, pessoal
seja como um artista, um redator, seja como um jornalista especial ou
profissional liberal que depende de terceiros por especialidade, como
o caso de protéticos", afirmou Mares Guia.
Quanto à contribuição
previdenciária, cuja alíquota o governo havia proposto
ser de 10%, ontem foi apresentada nova proposta.
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Folha de São Paulo,
9 de maio de 2007
Câmara vota hoje aumento para
presidente e congressistas
Para deputados, vinda do papa diluirá má repercussão
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A Câmara dos Deputados
reservou o dia de hoje para aprovar o aumento de 28,5% nos salários
dos 594 congressistas, do presidente da República, do vice e dos
34 ministros de Estado. O impacto previsto para os cofres públicos é de
pelo menos R$ 610 milhões ao ano.
Os deputados esperam que a repercussão negativa da medida seja diluída
pela chegada ao Brasil, hoje, do papa Bento 16, que deve atrair para si o foco.
Além disso, incluíram como "contrapeso" na pauta de
votações de hoje a emenda à Constituição
que acaba com o voto secreto no Legislativo.
A inclusão dos projetos
que reajustam os salários na pauta foi feita por meio de requerimento
pedindo tramitação urgente para o tema. O documento foi
assinado pelos líderes partidários. O salário do
presidente da República vai de R$ 8,9 mil para 11,4 mil. O do
vice e dos ministros passam de R$ 8,4 mil para R$ 10,8 mil. O dos congressistas
vai de R$ 12,9 mil para R$ 16,5 mil.
Após passar na Câmara,
os projetos têm que ser votados ainda pelo Senado. Os líderes
partidários também incluíram na pauta de hoje
a votação do projeto que instituiria a próxima
sexta-feira como feriado nacional em homenagem a Frei Galvão.
Comissão da Câmara alterou o projeto para incluir o dia
no calendário histórico cultural brasileiro, mas sem
feriado. Os deputados podem retomar a proposta inicial hoje, embora
seja menos provável; nesse caso, o projeto iria para sanção
presidencial.
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Folha
de São Paulo,
9 de maio de 2007
MERCOSUL
Brasil perde em 1ª votação
do Parlamento
DO ENVIADO A MONTEVIDÉU
A
primeira sessão deliberativa do Parlamento do Mercosul, ontem,
em Montevidéu, mostrou que o Brasil terá dificuldades para
fazer valer sua posições caso seja mantida a atual estrutura
do órgão. Na única decisão real tomada pelos
parlamentares, prevaleceu a posição de Argentina e Paraguai,
que queriam estabelecer em seis meses o mandato dos presidentes do Parlamento,
contra a de Brasil e Uruguai, que defendiam mandatos de um ano.
Para evitar situações como esta, o Brasil defenderá que
o país tenha participação maior na composição
do Parlamento -atualmente, cada país tem 18 integrantes. "Nós
vamos construir o critério mediado de representação,
já que o Brasil representa mais da metade do PIB", disse
o senador Aloizio Mercadante. A próxima sessão será no
dia 25 de junho. (RODRIGO RÖTZSCH)
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Folha
de São Paulo, 9 de maio de 2007
Esquerda prepara alternativa ao PT para
a eleição de 2010
"Bloquinho" articula manifesto e aprova
decisão de Ciro de não voltar ao governo | Dirigentes da
grupo evitam críticas ao PT: "Se o PT quiser integrar o bloco,
tudo bem. Mas o PT já tem outro bloco, com o PMDB", diz Amaral
MALU DELGADO
EDITORA-ASSISTENTE DE BRASIL
Discutida nos bastidores, a
divisão entre os partidos que integram a coalizão de
Lula já começa a configurar um quadro que poderá surpreender
o PT na eleição presidencial. O bloco PC do B, PSB, PDT,
PMN e PAN, formado no início do ano a partir da disputa pela
presidência da Câmara, coloca em prática a promessa
de não se restringir a uma união simplesmente parlamentar
para tentar derrotar os petistas.
No próximo dia 22, o "bloquinho" de
68 parlamentares aprova o texto final de um manifesto político
em que deixará clara a articulação dos partidos
para as eleições de 2008 e 2010. "Estamos elaborando
uma espécie de manifesto, que estabelece uma plataforma comum
dos partidos, com diretrizes políticas, sociais e econômicas",
diz o presidente nacional do PC do B, Renato Rabelo.
As reuniões semanais
em Brasília são prova do grau de organização
do grupo. Todas as quartas-feiras dirigentes dos cinco partidos reúnem-se
para acertar os ponteiros e pensar em estratégias para as eleições. "Teremos
diretrizes políticas conclamando a unidade desses partidos para
o pleito de 2008 e uma comissão de dirigentes partidários
para visitar os Estados. É um bloco com corpo e pés,
não só com cabeça", explica o presidente
do PSB, o ex-ministro Roberto Amaral.
Foi debatida a decisão
de Ciro Gomes (PSB-CE) de não voltar ao ministério
Lula. Dirigentes dos três maiores partidos do bloco consideram
acertada a decisão de Ciro de ficar no Congresso. Afinal, é o
melhor palco para articulações políticas. O
objetivo é aproximá-lo cada vez mais dos deputados
que serão candidatos a prefeito em 2008. Dirigentes do "bloquinho" evitam
polemizar publicamente com o PT. "Não existe nenhum veto.
Se o PT quiser integrar o bloco, tudo bem. Mas o PT já tem
outro bloco, com o PMDB", diz Roberto Amaral.
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JORNAL GAZETA DO POVO, 09
de maio de 2007 | Brasil
Grupos querem anular venda da Vale
por DENISE DRECHSEL
Curitiba – Movimentos populares lançam hoje, em Curitiba, a campanha
nacional a favor da anulação do leilão da Companhia Vale
do Rio Doce, empresa desestatizada há 10 anos. Com atuação
em 19 estados, essas organizações querem a revisão de
todo o processo que transformou a Vale, hoje a segunda maior mineradora do
mundo, em uma empresa privada. Uma reunião está marcada para às
19 horas, na Biblioteca Pública do Paraná.
O principal argumento é a
contestação do valor de mercado estipulado para a companhia
em 1997. Na época, dois bancos estrangeiros avaliaram a Vale em
R$ 10,36 bilhões, sem considerar as reservas de minerais. A estatal
acabou vendida por R$ 3,3 bilhões.
Os organizadores da campanha
se baseiam em uma decisão de outubro de 2005 do Tribunal Regional
Federal (TRF) da 1.ª Região, em Brasília. De acordo
com a 5.ª turma do TRF, as mais de cem ações populares
propostas contra o processo de desestatização da Vale,
não apreciadas na época pelo juízo de Belém,
do Pará, devem voltar a ser analisadas. Os pedidos contém
denúncias de vícios no edital do leilão, da avaliação
incorreta de bens da Vale e requerem nova perícia dos valores.
De acordo com Flávio Pansieri, da Academia de Direito Constitucional,
em Curitiba, a reestatização é possível. “Se
os cidadãos conseguirem provar que o ato foi lesivo ao patrimônio
público o processo pode ser revisto”, informa.
Para o economista Antônio
Correia de Lacerda, professor da PUC-SP, os valores devem ser recalculados,
mas reestatizar a Vale seria um retrocesso. “A privatização
permitiu a realização de grandes investimentos, com importantes
dividendos para o país”. Gilmar Mendes Lourenço,
Coordenador do Curso de Economia da UniFAE, concorda com essa visão. “A
capacidade competitiva da Vale no mercado internacional não
seria a mesma, sem falar em outros benefícios, como a quantidade
de empregos gerados”, diz.
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JORNAL GAZETA DO POVO, 09
de maio de 2007 | Economia
Financiamento da Caixa é recorde
Contratação de crédito
habitacional somou R$ 4,26 bilhões e atendeu a 146,8 mil
famílias
Brasília – A Caixa Econômica Federal (CEF) conseguiu terminar
o primeiro quadrimestre do ano com um volume recorde de contratação
de financiamentos habitacionais, de R$ 4,26 bilhões. Os financiamentos
foram suficientes para atender a um total de 146.846 famílias.
Em nota, a CEF atribuiu o crescimento
das contratações ao cenário econômico favorável
e às melhorias estruturais geradas pela política de desenvolvimento
urbano do governo. Nos primeiros três dias úteis de maio,
o valor dos financiamentos contratados no ano já subiu para R$
4,55 bilhões.
Do total contratado no primeiro
quadrimestre, a CEF usou R$ 1,6 bilhão de recursos próprios.
O valor é cerca de R$ 600 milhões maior que as aplicações
em habitação feitas com recursos próprios da CEF
em igual período do ano passado.
O destaque, de acordo com a nota,
foi o crescimento da participação dos recursos da poupança
nos empréstimos habitacionais. “Do total aplicado neste
ano, R$ 1,46 bilhão é referente a operações
com recursos da poupança – um crescimento de 75% em relação
aos quatro primeiros meses de 2006”, diz a nota da CEF.
A presidente da CEF, Maria Fernanda
Coelho, destacou o aumento dos financiamentos para a compra de imóvel
novo e em construção para a população com
renda mensal de até cinco salários mínimos. “Hoje,
esse público já consome 52% dos recursos destinados a tais
modalidades, quando até 2005 este porcentual mal chegava aos 25%”,
disse.
Maria Fernanda ressaltou o aumento
de 124% dos empréstimos concedidos para a compra de imóveis
novos ou na planta. “Isto demonstra o nosso objetivo de ajudar
a criar novos postos de trabalho e gerar renda”, diz.
Para o setor de saneamento, os
financiamentos já desembolsados, de acordo com a CEF, subiram
28% no primeiro quadrimestre do ano e ficaram em R$ 300 milhões.
Além disso, a CEF já conseguiu contratar mais R$ 293 milhões
em empréstimos para o setor de saneamento.
A CEF também analisa
no momento 275 projetos de saneamento, no valor de R$ 2,96 bilhões. “A
expectativa é de que, junto com os investimentos em infra-estrutura,
sejam contratados R$ 6,17 bilhões até o fim deste ano”,
diz a nota. Em todo o ano passado, a CEF contratou R$ 1,68 bilhão
em financiamento para o setor de saneamento.
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JORNAL FOLHA DE LONDRINA,
09 de maio de 2007
Acordo sobre centrais sindicais sai
amanhã
São Paulo - O secretário de relações do trabalho
do Ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Medeiros, afirmou ontem que
as centrais se reunirão com o governo na quinta-feira para concluir
o acordo que regulamenta a existência das centrais sindicais. ''Não
podemos esperar mais para que esse acordo seja fechado. Se não conseguirmos
chegar a um consenso, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) terá que arbitrar'',
disse. Após o acordo, o governo deverá editar uma MP (Medida
Provisória) regulamentando o tema.
Medeiros disse também
que as centrais voltarão a se reunir com o governo no próximo
dia 23. Na ocasião será discutido a liberação
do trabalho no comércio aos domingos. ''É impossível
proibir a abertura do comércio aos domingos. Por isso, a proposta
do governo é que o trabalhador tenha, pelo menos, dois dias de
folga que coincidem com o domingo'', explicou.
Medeiros acrescentou que o dia
23 será o último dia de discussões sobre esse tema.
''Essas conversas já se arrastam a mais de dois anos. Se não
conseguirmos tudo com o governo, podemos negociar posteriormente com
o Congresso. Mas a questão tem que ser encerrada no dia 23.''
O secretário de relações
do trabalho disse ainda que uma reunião entre os ministros Carlos
Lupi (Trabalho) e Guido Mantega (Fazenda) deve ocorrer nos próximos
dias. O objetivo será discutir a retirada de 20% dos recursos
do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) -cerca de R$ 4 bilhões
- da DRU (Desvinculação das Receitas da União).
''É fundamental descontingenciar
esses recursos, pois o Brasil está crescendo, mas precisa avançar
com mão-de-obra qualificada.''
Medeiros participou ontem
de um encontro promovido pelo Sentracos (Secretariado Nacional dos
Trabalhadores do Comércio e Serviços) que discute justamente
a questão do trabalho aos domingos e feriados, o impacto da
tecnologia nas empresas e a informalidade.
Márcio Rodrigues
Folhapress
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ESTADÃO.COM / SÃO
PAULO, 09 de maio de 2007 | Economia
Empréstimo consignado para aposentados
chega a R$ 17 mi
Cerca de 7,7 milhões de pessoas recorreram
a essa modalidade de empréstimo
SÃO PAULO - O volume de
operações de empréstimos consignados para aposentados
e pensionistas do INSS chegou a R$ 17,096 milhões em abril. Cerca
de 7,7 milhões de pessoas recorreram aos empréstimos, que
totalizam mais de R$ 23,4 bilhões desde maio de 2004, quando essa
modalidade de empréstimo começou a ser oferecida.
Do total acumulado, ainda estão
ativas 11,5 milhões de operações, o que corresponde
a R$ 18,9 bilhões. Já foram encerrados 4,09 milhões
de empréstimos, cancelados outros 393.317 e liquidados mais de
1,1 milhão.
Empréstimo encerrado é sinônimo
de empréstimo quitado. Os cancelados são aqueles excluídos
do sistema antes que seja feito o pagamento da primeira parcela, o que é comandado
pelos bancos. Já os empréstimos liquidados são os
excluídos do sistema após o pagamento da primeira parcela,
o que pode ocorrer quando o segurado decide fazer um novo empréstimo
antes de encerrar o primeiro.
Em abril, foi registrado
um aumento de 797.225 operações em relação
ao volume acumulado até março, o que corresponde a careca
de R$ 747 milhões.
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ESTADÃO.COM / SÃO
PAULO, 09 de maio de 2007 | Nacional
TSE recomenda rejeição
das contas da campanha de Alckmin
Técnicos do Tribunal reclamam à ausência
da declaração das doações em dinheiro
SÃO PAULO - O Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) divulgou parecer técnico, na segunda-feira,
em que recomenda a rejeição da prestação
de contas do candidato derrotado à Presidência da República
do PSDB, Geraldo Alckmin (PSDB).
Segundo o TSE, os técnicos
recomendam a rejeição das contas devido à ausência
da declaração das doações estimáveis
em dinheiro, relativas aos gastos realizados pelo Comitê Financeiro
Nacional do PSDB em benefício do candidato, o que violaria diversos
dispositivos legais. O candidato não movimentou a conta de campanha,
alegando ter efetuado gastos e arrecadado receitas apenas na conta do
comitê financeiro.
O parecer será analisado
pelo ministro José Delgado, que irá determinar a intimação
de Alckmin para se pronunciar a respeito. O tucano terá prazo
de 72 horas para se manifestar, contadas a partir da publicação
da intimação no Diário da Justiça.
Caso após o pronunciamento
o relator da prestação de contas e o plenário
do TSE confirme o parecer técnico, o Ministério Público
relatará fatos e indicará provas, indícios e circunstâncias
para pedir a abertura de investigação judicial, por meio
da qual irá apurar uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico
na prestação das contas. Se essa representação
for julgada procedente, o candidato será declarado inelegível
para as próximas três eleições.
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ÚLTIMA INSTÂNCIA,
09 de maio de 2007
TST garante direitos a ex-empregado
da Petrobras com base na Lei da Anistia
A 3ª Turma do TST (Tribunal
Superior do Trabalho) garantiu a um anistiado da Petrobras todos os direitos
do contrato de trabalho, inclusive da situação anterior à dispensa,
como válidos para o cálculo da rescisão contratual.
De acordo com o TST, a decisão
mantém o entendimento da Justiça regional, pois a Petrobras
não conseguiu demonstrar a existência de decisões
divergentes, conforme prevê a Súmula 296, nem fundamentou
sua argumentação na legislação adotada pelo
TRT (Tribunal Regional do Trabalho), impedindo o conhecimento do recurso.
O empregado da Petrobras foi
admitido em 1958 e demitido em 1964 por motivos políticos. A Lei
nº 6.683 de 1979 (Lei da Anistia) determinou sua reintegração
ao trabalho, que ocorreu em 1985. Em 1990, um acordo encerrou o contrato
de trabalho com a Petrobras, mas não considerou a condição
de anistiado.
Na 20ª Vara do Trabalho
do Rio de Janeiro, o trabalhador afirmou que recebeu a chamada “indenização
especial”, mas que esta representava, na verdade, apenas seus salários
relativos ao período entre a promulgação da Lei
da Anistia até a sua reintegração, sem contar o
tempo em que esteve afastado, entre 1964 e 1985.
Por isso, ele pediu o pagamento
da diferença entre a indenização recebida e a do
período total, desde sua admissão. O juiz de primeiro grau
acolheu o pedido, entendendo que “a Lei da Anistia veio restabelecer
a situação jurídica dos trabalhadores, permanecendo íntegro
o contrato de trabalho”.
A Petrobras recorreu ao TRT da
1ª Região (Rio de Janeiro), argumentando que o acordo firmado
garantiu “plena, rasa e geral quitação quanto ao
contrato de trabalho rescindido em 1964, no qual ele renunciou a quaisquer
eventuais direitos decorrentes do contrato de trabalho extinto”.
O TRT-1 negou os argumentos,
decidindo que o empregado “está amparado pela anistia ampla,
garantida pela Lei e pela Emenda Constitucional nº 26/85”,
que asseguram aos anistiados os direitos relativos a sua situação
antes da demissão, “como se nunca tivesse havido penalidade
ou punição”. A Petrobras foi condenada ao pagamento
de indenização relativa ao período integral do contrato
de trabalho, nos termos da Súmula nº 54 do TST.
No recurso de revista ao TST,
a empresa e o Ministério Público do Trabalho pediram a
reforma da condenação. Ambos alegaram violação à Constituição
e ao Código Civil.
O ministro Alberto Bresciani
entendeu que o Ministério Público não tem legitimidade
para recorrer na defesa de interesse patrimonial privado, que abrange
as sociedades de economia mista. Disse ainda que “a condenação
em questão não atinge patrimônio público”.
Por fim, o ministro destacou
que o acordo homologado com a Petrobras não é o caso do
artigo 831 da CLT, como alegado pela defesa, de quitação
irrestrita do contrato de trabalho.
“Trata-se de acordo homologado
em sede de jurisdição voluntária, e a CLT atribui
eficácia de coisa julgada à conciliação ocorrida
nos processos de jurisdição contenciosa”, afirmou.
RR 616258/99.6
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ÚLTIMA INSTÂNCIA,
09 de maio de 2007
Mitos trabalhistas: a CLT é intocável
Josué Maranhão
A CLT é intocável
e falar em flexibilizar a legislação trabalhista é,
apenas, fazer o jogo dos patrões e tentar retirar dos empregados
os direitos que eles conquistaram, durante décadas de luta contra
os capitalistas.
Em síntese, assim se manifestam
os líderes sindicais brasileiros. E não somente eles, mas
inclusive alguns bitolados e míopes. Até advogados atuantes
na área trabalhista adotaram raciocínio idêntico,
nas vezes em que tentei discutir o tema.
Não é nada estranha
a reação dos pelegos sindicalistas. Temem que a abertura
de qualquer brecha na couraça que protege a legislação
trabalhista venha a se alargar, até atingi-los nas vantagens que
usufruem, há mais de sessenta anos, desde quando Getúlio
instituiu a CLT, trazendo no bojo o antigo Imposto Sindical, hoje chamado
de Contribuição Sindical.
Estranha é a reação
manifestada por outros profissionais, inclusive advogados trabalhistas.
Adotam uma visão destorcida, que não alcança um
horizonte mais amplo, inclusive para beneficiá-los, profissionalmente.
Apegam-se ao dia-a-dia, cegos para um futuro que lhes seria benéfico.
A intocabilidade que reveste
as leis trabalhistas é responsável pela maior parcela da
distorção que se vê no Brasil, com a informalidade
e o desemprego.
O desemprego, conforme as estatísticas
mais de agrado do governo, gira em torno dos 10%, enquanto outros ampliam
o índice até 15%.
A informalidade, dizem os mais
otimistas, beira os 40% da força útil de trabalho, mas
a realidade, conforme os índices mais confiáveis, aponta
para calamitosos 60%.
A rigidez da legislação
trabalhista, somada à sanha fiscal-tributária do Estado,
respondem pelo alarmante percentual de 106% de encargos(ou mais, conforme
o ponto de vista) que incidem sobre os salários dos empregados
e onera os custos para os empregadores. Não é exagero:
o empregado custa para o empregador, além dos 100% do salário
diretamente pago, mais 106%, pelo menos, computados tributos e custos
indiretos.
A lengalenga tão usada,
de que alterar a CLT significa roubar dos empregados os direitos por
eles conquistados, é balela. É o sofisma adotado, principalmente
pelos pelegos, fundado na hipotética alegação de
que o empregado seria massacrado em seus direitos, pelos patrões,
se fosse permitido flexibilizar a legislação.
O trabalhador brasileiro, inclusive
aquele sem maior qualificação profissional, não é imbecil,
nem é retardado mental,se comparado com os trabalhadores do mundo
inteiro.
No entanto, a defesa de alterações
na legislação trabalhista sempre é vista como uma
manifestação em favor dos empregadores, dos grandes grupos,
das multinacionais, etc., com a justificativa de que os empregados precisam
de proteção. É uma utopia, considerando-se que na
grande maioria dos países, sejam grandes ou pequenos, desenvolvidos
ou subdesenvolvidos, de primeiro ou terceiro mundo, emergentes ou atrasados,
os empregados sabem e têm meios para defesa dos seus direitos,
sem a necessidade de superproteção do Estado.
Não existe, ou pelo menos
não se conhece, , legislação trabalhista tão
rígida quanto a brasileira, mundo afora. Aliás, é absolutamente
incomum a existência de um código trabalhista, como é a
CLT. Também não é do meu conhecimento a existência
de uma instituição que atua somente na área trabalhista,
como a Justiça do Trabalho, no Brasil. Os assuntos trabalhistas,
habitualmente, são discutidos na chamada Justiça Comum,
sem que isso signifique prejuízos para os empregados.
É desnecessária
a presença do Estado regulando nos mínimos detalhes o que é imprescindível
nos contratos de emprego, o que se torna mais aberrante, ainda, quando
filigranas chegam a ser especificadas em minúcias na própria
Constituição.
O que existe no mundo moderno é uma
abertura e flexibilidade, com uma legislação que cuida
apenas dos princípios básicos gerais que norteiam as relações
de trabalho e que permite ao empregado negociar, de forma individual
ou coletiva, com o empregador. Ficam estabelecidos direitos e deveres
recíprocos, através de contratos.
Ideal até que a negociação
seja coletiva, através de sindicatos fortes, com marcante atuação
no setor, ao contrário de fazer política partidária
e cuidar dos interesses dos dirigentes pelegos.
Imperativo, ainda, que exista
legislação estabelecendo rígidas penalidades para
as partes contratantes, empregadores e empregados, que descumpram o ajustado
em contratos, sejam individuais ou coletivos.
As punições rígidas
e que sejam efetivamente aplicadas, impedem a ganância do empregador
e suas manobras para ludibriar o empregado. Aí também pode
atuar o Sindicato, fiscalizando e exigindo a aplicação
da punição drástica, principalmente pecuniária. É também
onde podem atuar os advogados trabalhistas, ao contrário de ficarem
plantado na frente dos edifícios onde funcionam os órgãos
da Justiça do Trabalho, toureando os empregados desavisados que
ali chegam, usando os conhecidos “paqueiros”
Uma reformulação
e uma flexibilização séria teriam, principalmente,
o efeito de permitir contratações de empregados em situações
mais confortáveis para as duas partes (o que a CLT dificulta,
atualmente) atendendo aos interesses mútuos.
A abertura da porta para as contratações
mais livres, sem dúvida, ajudaria a reduzir os índices
de desemprego.
Principalmente, no entanto, teria
efeito na redução da informalidade.
A realidade é que pequenas
e média empresas têm a atuação inviabilizada,
tendo que arcar com todos os elevadíssimos custos fiscais-tributários
e, ao mesmo tempo, precisando concorrer com os informais que estão
desobrigados de quaisquer daqueles ônus. Obviamente a empresa que
atua legalmente não tem meios para competir com a informalidade
que, livre de custos, tem condições para praticar preços
bem mais baixos.
Há, ainda, um outro detalhe.
A informalidade somente contribui para a falência do sistema previdenciário.
Aqueles que trabalham na informalidade, ante a impossibilidade de conseguirem
empregos, não recolhem nada para a previdência social. No
entanto, custam caro ao Estado quando, a partir de determinada idade,
podem se aposentar, embora com preventos reduzidos. Além disso,
os informais oneram o sistema estatal de saúde, em prejuízo
de quem durante a vida inteira sofreu descontos previdenciários.
Tudo isso, junto com uma
repensada, pelo governo, quanto aos encargos que sobrecarregam os empregadores,
poderia ser a solução que se imagina milagrosa.
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Notícias do Tribunal
Superior do Trabalho
09/05/2007
Petição apresentada pela internet
não exige apresentação do original
O sistema de peticionamento eletrônico à Justiça
do Trabalho (e-Doc) não exige, posteriormente, a apresentação
dos documentos originais. Neste sentido, a Sexta Turma do Tribunal Superior
do Trabalho acolheu pedido de empregado do Banco do Brasil que ingressou
com recurso pelo Sistema e-Doc no Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região.
O relator do recurso no TST, ministro Horácio Senna Pires, ressaltou
que, “nos termos do artigo 3º da Instrução Normativa
nº 28 do TST, o envio da petição por intermédio
do e-Doc (Sistema Integrado de Protocolização e Fluxo de
Documentos Eletrônicos) dispensa a apresentação posterior
dos originais”. A decisão reformou acórdão
regional que havia julgado deserto o processo porque os originais dos
comprovantes de depósito recursal não e de recolhimento
de custas não haviam sido apresentados.
De uso facultativo, o sistema
e-Doc permite o envio e o protocolo de petições e documentos
processuais via internet, utilizando a certificação digital.
Implantado no TST e em vários TRTs, o sistema emite, no momento
do recebimento da petição, um recibo/comprovante de entrega.
No caso, o empregado do Banco
do Brasil foi admitido em 1960, após aprovação em
concurso público. Aposentou-se como supervisor em 1986, na cidade
de Blumenau (SC), depois de 30 anos de serviços prestados. Na
3ª Vara do Trabalho de Blumenau, pediu a complementação
integral de sua aposentadoria, alegando que a recebia de forma incompleta.
Afirmou que o BB já havia se comprometido, por meio de instruções
regulamentares, a pagar a complementação integral, mesmo
para aqueles com menos de 30 anos de casa.
A sentença rejeitou o
pedido, declarando que o empregado recebia aposentadoria proporcional
por tempo de serviço desde 1986, e que “não havia
fato novo a ser questionado judicialmente”. O juiz julgou extinto
o processo, com julgamento de mérito, conforme o artigo 269 do
CPC.
No TRT, o bancário insistiu
no pedido de aposentadoria integral, citando as Súmulas 326 e
327 do TST, além do artigo 468 da CLT. Apresentou seu recurso
via internet, utilizando o Sistema e-Doc, porém o Regional alegou
a necessidade de apresentação posterior da petição
original e dos comprovantes, no prazo de cinco dias.
Ao recorrer ao TST contra a rejeição
do recurso, o empregado teve acolhido o seu pedido. O ministro Horácio
Senna Pires destacou que o sistema “tem por objetivo facilitar
o acesso e economizar tempo e custos ao jurisdicionado” . “O
uso da internet para a prática de atos processuais já se
encontra regulamentado, e a Instrução nº 28 dispensa
a exigência de juntada de originais”, afirmou.
Segundo o relator, a decisão
regional afrontou o artigo 5º da Constituição. “Por
meio da Lei 11280/06, o artigo 154 do CPC teve introduzido seu parágrafo único,
segundo o qual os tribunais no âmbito da respectiva jurisdição
poderão disciplinar a prática e a comunicação
oficial dos atos processuais por meios eletrônicos”. O processo
retornará ao TRT, para que este prossiga no seu exame. (RR 2808/2005-039-12-40.2)

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