FETRACONSPAR, 4 de
julho de 2007
Nova Central e CNTI apresentam
proposta à CBIC
Na manhã de hoje
(04/07), a CBIC – Câmara Brasileira da Indústria
da Construção, reuniu-se com as Centrais Sindicais
para discutir o fortalecimento da indústria da construção
civil e melhorias das condições de trabalho, conforme
protocolo de intenções assinado com a Força
Sindical e CUT, dia 21 de maio passado.
A Nova Central Sindical
de Trabalhadores, através do DEPACOM – Departamento
Profissional da Construção e do Mobiliário
(Órgão da CNTI – Confederação
Nacional dos Trabalhadores na Indústria) já havia
feito uma avaliação deste documento e entendeu
que o mesmo estava engessado, principalmente no parágrafo único
da cláusula 2ª e no parágrafo 2º da cláusula
3ª.
Parágrafo Único
da cláusula 2ª
A agenda poderá ser ampliada, de comum acordo entre as partes,
com a incorporação de outros pontos de convergência.”
Parágrafo
2º da cláusula 3ª
Outras Centrais Sindicais poderão aderir ao presente instrumento,
mediante aceitação formal das condições aqui
estabelecidas, por meio de termo aditivo, desde que haja acordo entre
as partes signatárias.”
Não bastasse isso,
o protocolo lista pontos convergentes dos quais a NCST discorda,
a não ser que seja muito bem esclarecido e principalmente
compreendido pelas nossas entidades sindicais.
Mesmo assim, a NCST através
do seu 3º Vice-Presidente GERALDO RAMTHUN e
a CNTI, através do seu Secretário Geral, JOSÉ SEBASTIÃO
DOS SANTOS, participaram do início da reunião,
que foi realizada hoje em Brasília/DF, apresentando as
seguintes propostas:
a) O protocolo
de intenções deverá ser ampliado, trazendo
para seu bojo as seguintes instituições:
a.1) CNTI – Confederação
Nacional dos Trabalhadores na Indústria;
a.2) CNI – Confederação Nacional da Indústria;
a.3) Centrais Sindicais (aquelas que ainda não estão);
a.4 Federações de Trabalhadores Estaduais que representam
o grupo das categorias da Construção Civil;
a.5) Sinduscon´s (existem mais de 40 no país);
a.6) MTE – Ministério do Trabalho e Emprego;
a.7) MPT – Ministério Público do Trabalho; e
a.8) Ministério da Previdência Social (INSS).
b) Havendo concordância
pela CBIC, a NCST e a CNTI, discutiriam com suas bases quais
os pontos que poderiam ser inseridos na pauta nacional.
Os representantes da
CBIC não concordaram com a proposta, alegando que as discussões
políticas com as duas centrais já estavam em andamento.
Diante disso, a NCST
e a CNTI, retiraram-se da reunião em respeito às
federações e aos sindicatos da construção
civil a elas filiadas.
O presidente da
CNTI e da NCST, JOSE CALIXTO RAMOS, após
ouvir o relato da reunião afirmou que “vamos
continuar debatendo as melhorias das condições
de trabalho e salário dos nossos trabalhadores, mais
sempre irmanados com nossas entidades filiadas”.
Protocolo
de intenções na íntegra:
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