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FETRACONSPAR, 05 de julho
de 2007
Nova Central completa 2 anos e se
consolida pelas bases
A NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores, completou no último
dia 29 de junho, 2 anos desde sua fundação ocorrida em congresso
realizado em Brasília/DF, dias 28 e 29 de junho de 2005. No Paraná,
a central foi fundada dia 02 de dezembro de 2005, em congresso realizado em
Foz do Iguaçu/PR.
Esta central está se consolidando
em virtude de que não nasceu de um sopro, ou através dos
ventos. A fundação desta central, foi discutida e articulada
por dirigentes sindicais que estão na ativa e que presidem organizações
sindicais de representatividade inquestionável.
Nos congressos realizados, não
houve discussão acirrada sobre os cargos de direção,
toda a diretoria foi eleita em consenso pelas lideranças. É por
isso, que a nossa central se consolida a cada dia.
Segundo o Ministério do
Trabalho e Emprego– MTE, 568 entidades sindicais estão filiadas
a Nova Central, porém, pelo nosso levantamento temos mais de 800
entidades filiadas, portanto, com sobras a 2ª maior central do país.
No Paraná, após
dezembro/2005, a NCST/PARANÁ tem participado de diversas frentes
de discussões sobre os direitos dos trabalhadores, citamos como
exemplo a articulação pelo veto da Emenda 3, além
de manifestações em greves e apoio em eleições
sindicais.
A NCST/PARANÁ, foi mentora
e articuladora da implantação do piso mínimo salarial
regional no Paraná em 2006, e também para o reajuste em
2007, trazendo com isso um benefício ímpar para os trabalhadores
paranaenses, contribuindo com a elevação do IDH de diversos
municípios.
O nosso presidente da NCST/PARANÁ,
companheiro Epitácio Antonio dos Santos, que também preside
a FETROPAR – Federação dos Trabalhadores em Transportes
Rodoviários do Estado do Paraná, não tem medido
esforços para que a central esteja presente em todos os debates.
Continuaremos a nossa luta aqui
no Paraná e a nível nacional, por entendermos que a NCST,
veio para representar o pensamento médio do Movimento Sindical
Brasileiro. Assim está sendo feito, e assim será.
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GERALDO
RAMTHUN – 3º Vice-Presidente da NCST Nacional,
presidente da FETRACONSPAR – Federação
dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção
e do Mobiliário do Estado do Paraná e
Diretor Secretário Regional da CNTI/PR.
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Florianópolis,
05 de Julho de 2007.
AS FEDERAÇÕES DE TRABALHADORES DA CONSTRUÇÃO
E DO MOBILIÁRIO FILIADAS AO DEPACOM
O Departamento
Profissional da Construção e do Mobiliário
- DEPACOM, conforme reunião anteriormente realizada na data
de 27/06/2007 na cidade de Brasília/DF, vem informar sobre o
evento do Depacom programado no Estado do Maranhão para o dia
27 de Julho de 2007 no auditório da FETICOM/MA.
Outrossim, informamos que este Departamento cobrirá as despesas
locais com alimentação e hospedagem no dia do evento.
Programação
do dia 27/07/07:
08:30h – Abertura do Evento com ALTAMIRO
PERDONÁ (Presidente
do Depacom; Presidente da FETICOM/SC; e Secretário Regional
da CNTI/SC);
08:45h – Palestra com GERALDO
RAMTHUN (Vice-Presidente do Depacom;
Presidente da FETRACONSPAR; e Secretário Regional da CNTI/PR);
Tema: Unificação das data-base salariais.
10:00h – Intervalo para café;
10:15h – Informe geral do Depacom;
12:00h – Intervalo para almoço;
14:00h – Reunião da Diretoria.
Atenciosamente,
ALTAMIRO
PERDONÁ
Presidente do DEPACOM
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FETRACONSPAR, 05 de julho de 2007
Reunião bimestral pelo
uso controlado de amianto é relizada em Florianópolis/SC
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| Confira
a galeria de imagens |
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ESTADÃO.COM / SÃO
PAULO, 05 de julho de 2007
Emprego na construção
civil cresce 0,92% em maio
Alta equivale a 14.930 novos trabalhadores
com carteira assinada no setor
Pedro Henrique França, da
Agência Estado
SÃO PAULO - A prosperidade
no setor de construção civil refletiu em novas vagas
de emprego no mês de maio no País. O crescimento no
período foi de 0,92% ante abril, o que equivale a 14.930 novos
trabalhadores com carteira assinada. As informações
são do Sindicato da Indústria da Construção
Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), com base no levantamento
realizado em parceria com a FGV Projetos e dados do Ministério
do Trabalho.
Segundo a SindusCon-SP, o acumulado
nos cinco primeiros meses deste ano é de uma alta de 5,81%, correspondente
a 90,2 mil novos postos de trabalho. Em doze meses, encerrados em maio,
o mercado abriu espaço para 112,5 mil novos trabalhadores, ou
7,35% a mais no período. Atualmente, segundo o levantamento a
construção civil brasileira registra 1,642 milhão
de trabalhadores formais.
Em maio, segundo o levantamento,
o destaque foi o segmento de edificações, que agregou 12
mil postos no período. O SindusCon lembra, no entanto, que o crescimento
no nível de emprego no mês avaliado ficou aquém do
registrado em abril, quando houve incremento de 2,22% em contratações
no setor.
A SindusCon informa que o Estado
de São Paulo observou saldo positivo de 4.348 vagas, o que elevou
o nível de emprego em 0,95%, de abril para maio. Até maio,
em 2007, o setor registrava avanço de 7,5%. Em 12 meses, a elevação
foi de 11,26%.
Apesar do cenário otimista,
o SindusCon aponta que no Estado de São Paulo três regiões
apresentaram queda no nível de emprego. Foi o caso de Presidente
Prudente e de Sorocaba, onde os saldos no mês baixaram 1,17%, e
ainda de São José do Rio Preto, com recuo de 0,37%. Na
outra ponta, a região de Bauru contratou novos 488 trabalhadores,
com alta de 3,17%.
A capital paulista, diz
o SindusCon, verificou crescimento de 1,84% em postos de trabalho,
com 3.864 novas vagas em maio de 2007. Os trabalhadores formais do
setor na Capital totalizavam 214 mil naquele mês. No ano, a elevação
atingia 9,57% na cidade de São Paulo e, em 12 meses, 15,72%.
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ÚLTIMA INSTÂNCIA,
05 de julho de 2007
Justiça comum julgará ação
de trabalhador que perdeu 95% da visão em acidente
Será julgada pelo juiz de Direito da 2ª Vara Cível de Catanduva,
em São Paulo, a ação de indenização por
danos morais e materiais proposta contra a empresa Agrocitrus por Sebastião
Aparecido Bartolomeu, que teria perdido 95% da visão em acidente provocado
por uma roçadeira conduzida por funcionário da empresa. A 2ª Seção,
por unanimidade, julgou não se tratar de relação de trabalho,
mas caso de natureza civil.
O autor da ação
foi contratado por empresa de terraplenagem e designado para a construção
de um açude na Fazenda Vale Verde, de propriedade da Agrocitrus,
localizada em Comendador Gomes, Minas Gerais.
Em 1994, foi atingido no rosto
por uma pedra arremessada por uma roçadeira conduzida por um funcionário
da empresa, a qual não estava equipada com equipamentos de segurança
(grades de proteção ou correntes para impedir o lançamento
de objetos).
No pedido de indenização,
o trabalhador alegou que, em conseqüência do acidente, teve
traumatismo contuso em globo ocular esquerdo, com posterior evolução
de catarata traumática e perda de 95% da visão. Após
examinar o caso, o juiz de Direito da 2ª Vara Cível de Catanduva
alegou incompetência da Justiça comum para o julgamento
do caso, pois se trataria de relação de trabalho.
O juiz da 1ª Vara do Trabalho
de Catanduva, no entanto, entendeu que o pedido de indenização é de
natureza civil. “O autor não propôs ação
contra seu empregador, mas contra o dono da obra, que não fez
parte da relação de emprego”, considerou. O conflito
de competência veio para o STJ.
A 2ª Seção,
por unanimidade, declarou a competência da Justiça comum. “Ausente
a relação de trabalho entre as partes, ressai, da nítida
feição de natureza civil a demarcar o pleito de indenização
por danos morais e materiais advindos de acidente decorrente de culpa
atribuída a preposto da ré, a imposição
de que seja processada e julgada a respectiva ação na
Justiça estadual”, observou a relatora do caso, ministra
Nancy Andrighi.
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ÂMBITO JURÍDICO,
05 de julho de 2007
TST manda apurar terceirização
em empresa pública mineira
Por decisão da Segunda Turma, o Tribunal Superior do Trabalho solicitou
ao Ministério do Trabalho e ao Tribunal de Contas do Estado de Minas
Gerais a apuração de eventual irregularidade na constituição
de empresa pública utilizada na terceirização de mão-de-obra
para prestar serviços em órgãos públicos estatais.
A determinação
decorreu do julgamento de recurso interposto pela MGS – Minas Gerais
Administração e Serviços S/A que, enfrentou processo
trabalhista movido por uma ex-empregada, contratada para prestar serviços
como servente na Fundação Hospitalar do Estado de Minas
Gerais – Fhemig.
Ao ser demitida, a trabalhadora
ajuizou ação contra a MGS (sua contratante direta) e a
Fhemig, onde efetivamente prestava serviços, e obteve o reconhecimento
de vínculo, com a conseqüente condenação ao
pagamento de verbas rescisórias. A MGS recorreu ao Tribunal Regional
do Trabalho da 3ª. Região (Minas Gerais) com o intuito de
reformar a sentença, buscando a declaração de nulidade
do contrato, sob o argumento de que a trabalhadora não se submeteu
a concurso – condição exigida para o ingresso em
empresa pública, mesmo quando esta é regida pelo direito
privado. O TRT negou provimento ao recurso, acentuando que a autora da
ação foi contratada pela MGS como “mera empresa prestadora
de serviços” para trabalhar nas unidades hospitalares da
Fhemig, o que levou a empresa a apelar ao TST.
O relator do processo, ministro
Renato Lacerda Paiva, manifestou-se pelo provimento do recurso da MGS,
tendo em vista dispositivo constitucional que rege os contratos celebrados
com a administração pública direta e indireta da
União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
O ministro observa que a Seção Especializada em Dissídios
Individuais (SDI-1) do TST tem reiteradamente decidido pela declaração
de nulidade absoluta dos contratos de trabalho com pessoa jurídica
de direito público e de direito privado estatal sem aprovação
prévia em concurso, entendimento que foi firmado na Súmula
363 do TST.
Com a declaração
de nulidade, é assegurado ao trabalhador “tão-somente
a remuneração relativa aos dias efetivamente trabalhados,
segundo a contraprestação pactuada, em relação
ao número de horas trabalhadas, respeitado o salário-mínimo
e dos depósitos do FGTS da contratualidade”, observa o relator.
Ao aprovar, por unanimidade, o voto do relator, a Segunda Turma, por
orientação do ministro Vantuil Abdala, que presidiu a sessão,
decidiu oficiar ao TCE/MG e ao Ministério do Trabalho a apuração
de eventual irregularidade na terceirização de serviços,
solicitando informações sobre as providências tomadas.
(RR 74/2005-006-03-00.0)
(Ribamar Teixeira)
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ÂMBITO JURÍDICO,
05 de julho de 2007
TRT3 confirma vínculo empregatício
entre deputado e líder comunitário que prestava serviços
em seu gabinete
Com base no artigo 3º da CLT, que caracteriza como empregado “toda
pessoa física que prestar serviços de natureza não eventual
a empregador, sob a dependência deste e mediante salário”,
a 7ª Turma do TRT-MG manteve decisão de 1º grau que reconheceu
vínculo empregatício entre um deputado estadual e um líder
comunitário que lhe prestava serviços. “A situação
fática demonstrada nos depoimentos revela que o trabalho era prestado
de forma pessoal, subordinada, onerosa e a prestação de serviços
se dava de forma não eventual, pressupostos estes que ratificam a idéia
de existência da relação de emprego”, esclarece a
juíza convocada Maristela Iris da Silva Malheiros, relatora do recurso
interposto pelo deputado.
A alegação da defesa
era de que não poderia haver vínculo empregatício
entre um representante legislativo e uma pessoa investida na função
de auxiliar de gabinete, até porque não há provas
de que ele tenha desenvolvido alguma atividade econômica. O deputado
também refutou a idéia de que o ex-empregado tenha sido
contratado por seu filho, que trabalha em seu gabinete, uma vez que,
pelo regimento da Assembléia Legislativa, ele não tem poder
para nomear qualquer pessoa.
Mas os depoimentos colhidos demonstraram
que o reclamante havia prestado serviços diretamente ao parlamentar,
com remuneração de R$500,00 por mês. O seu trabalho
era realizar cadastramento de famílias carentes em alguns bairros
da capital e fazer distribuição de produtos doados pelo
deputado. As testemunhas disseram ainda que viam o reclamante receber
o seu salário através da esposa do reclamado. Foi essa
situação que caracterizou o vínculo de emprego: “Os
fatos assim revelados autorizam concluir que o serviço prestado
pelo reclamante era realizado em prol do reclamado e dava apoio à atividade
política deste”- concluiu a juíza.
( RO nº 01157-2006-020-03-00-4
)
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JORNAL GAZETA DO POVO, 05
de julho de 2007 | Economia
Indústria cresce 1,3% com
máquinas e equipamentos
Expansão de maio revela preparação
para atender à demanda futura
por CINTHIA SCHEFFER COM AGÊNCIAS
A indústria brasileira produziu, em maio, 1,3% a mais que o registrado
em abril. O índice voltou a crescer depois de recuar 0,1% em abril,
ante março. Ao longo dos cinco primeiros meses do ano, a produção
acumula expansão de 4,4%. Na comparação com o mesmo mês
de 2006, o crescimento em maio foi de 4,9%, segundo dados divulgados ontem
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O forte incremento registrado na produção de bens de capital
(máquinas e equipamentos) mostra que “há uma contínua
ampliação da capacidade produtiva do país, o que abre
espaço para atender ao eventual aumento da demanda futura”, diz
o coordenador de indústria do IBGE, Silvio Sales.
De acordo com a pesquisa mensal
do IBGE, a produção de bens de capital em maio cresceu
bem acima da média industrial em todas as bases de comparação:
houve expansão de 5,1% (comparado a abril) e de 19,4% ante maio
de 2006. No acumulado do ano, o crescimento é de 16,3%.
Ao longo dos cinco primeiros
meses do ano, 20 atividades registraram aumento na produção.
O setor de máquinas de escritório e equipamentos de informática
acumula o maior crescimento – 25,4%, segundo a pesquisa do IBGE.
Na seqüência aparecem a indústria de máquinas
e equipamentos (16,5%) e outros equipamentos de transporte (12%).
A paranaense Positivo Informática,
maior fabricante de computadores do país, ainda não divulgou
os dados referentes a maio. Ao longo do primeiro trimestre, a empresa
acumula crescimento de 49,2% na sua receita bruta, se comparada ao mesmo
período de 2006. A venda de computadores no varejo cresceu 72,7%.
Para o presidente da Positivo
Informática, Hélio Rotenberg, o setor ainda aproveita o
boom criado pela combinação de maior oferta de crédito
com preços mais baixos – resultado da diminuição
de impostos e da queda do dólar. “A classe média
tinha o computador como seu principal objeto de desejo e conseguiu comprá-lo”,
diz. “Mas a penetração ainda é de 20% nessa
faixa, enquanto na classe alta chega a 90%. Ainda temos muito espaço
para crescer.” As projeções apontam para um crescimento
do setor na casa dos 20% nos próximos quatro anos.
Em sentido oposto, entre os sete
segmentos industriais em queda, o que mais pressiona a taxa global continua
sendo a de material eletrônico e equipamentos de comunicações
(-10,1%). O segundo maior recuo foi registrado na indústria da
madeira (-5%).
A crise no setor madeireiro
não é de hoje, informa a Associação Brasileira
da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci). Fatores
como câmbio valorizado, juros altos, impostos elevados, política
e legislação desfavoráveis são apontados
como os principais responsáveis. De acordo com a entidade, não
há expectativa de alteração neste quadro, o que
deve continuar engessando o potencial de expansão do setor.

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Diário Vermelho, 5
de julho de 2007
IBGE: Indústria no Brasil
cresce pelo 11º mês consecutivo
A indústria brasileira cresceu pelo 11º mês consecutivo em
maio. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatíticas (IBGE),
a produção avançou 1,3% em relação ao mês
anterior e 4,9% na comparação com maio de 2006.
No acumulado de janeiro a maio,
o crescimento total da indústria foi de 4,4%. A fabricação
de máquinas e equipamentos (16,5%) mantém a liderança
em termos de impacto sobre o índice geral. Outras influências
positivas relevantes sobre o resultado vieram de veículos automotores
(8,1%), metalurgia básica (8,3%) e alimentos (4,1%).
“A evolução
dos índices nos primeiros cinco meses de 2007 revela um quadro
positivo da atividade fabril. O indicador mensal cresce desde julho de
2006 e, desde setembro, não registra taxa negativa”, diz
o IBGE.
Maio também foi o 18º mês consecutivo de variação
positiva no uso da capacidade instalada, que chegou a 82,7%.
Em sentido oposto, o que mais
pressiona a taxa continua sendo a produção de material
eletrônico e equipamentos de comunicações (-10,1%).
Os dados divulgados nesta
quarta-feira (4) pelo IBGE confirmam os indicadores da Confederação
Nacional da Indústria (CNI) apresentados um dia antes. As horas
trabalhadas na produção, dado que está mais diretamente
atrelado à produção física, cresceram 1,1%
na comparação com abril e, em relação a
maio do ano passado, tiveram alta de 4,1%. No acumulado de janeiro
a maio, as horas trabalhadas na produção registram uma
elevação de 3,6%.
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JORNAL GAZETA DO POVO, 05
de julho de 2007 | Economia
Desempenho agrícola eleva
faturamento
por DA REDAÇÃO
Impulsionada pelo bom desempenho agrícola, a indústria paranaense
faturou 10,56% a mais nos primeiros cinco meses do ano, na comparação
com igual período do ano passado. Entre abril e maio, a variação
também foi positiva, de 7,06%. Os números foram divulgados ontem
pelo Departamento Econômico da Federação das Indústrias
do Estado do Paraná (Fiep).
Com a recuperação
do agronegócio paranaense, a indústria de alimentos e bebidas
teve aumento de 17,22% nas vendas, e respondeu por quase a metada da
expansão de 10,56% no total das vendas industriais. A produção
de petróleo e álcool teve crescimento de 7,03%, também
decorrente da agricultura, pelo aumento na produção de
cana.
A Fiep estima que, este
ano, a indústria paranaense alcance seu melhor desempenho em
termos de faturamento real, superando pela primeira vez o resultado
do ano de 2002, que até hoje continua sendo o mais significativo
de toda a série histórica pesquisada pela Federação
desde 1996.
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Agência Diap, 5 de
julho de 2007
PREVIDENCIA SOCIAL
Donas de casa com mais de 60 anos
podem obter aposentadoria
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara
aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 385/01,
da ex-deputada Luci Choinacki (PT/SC), que garante o direito de aposentadoria às
donas de casa com mais de 60 anos, mesmo que não tenham contribuído
para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Com a admissibilidade garantida
da PEC pela CCJ, a proposta será analisada em comissão
especial, que dará parecer sobro o mérito. Se aprovada
numa comissão de mérito, a proposição seguirá para
o plenário da Casa, onde terá que ser votada em dois turnos.
O benefício, de um salário
mínimo, hoje R$ 380, será concedido a mulheres que vivem
em famílias com renda per capta inferior a dois salários
mínimos - R$ 760. O parecer foi pela admissibilidade da proposta
foi da deputada Sandra Rosado (PSB/RN).
Nos termos da proposta,
a dona de casa terá direito ao salário mínimo
mensal se não estiver recebendo nenhum outro benefício
do Governo, a não ser pensão por morte. A maioria dos
membros da Comissão que se manifestou contra o texto disse que
ele falhou ao não apontar a fonte dos recursos para pagar o
novo benefício. (André Santos)
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Folha
de São Paulo, 5 de julho de 2007
Roriz renuncia ao Senado e evita processo
de cassação
Decisão foi tomada após Mesa determinar
abertura de processo no Conselho de Ética | Ex-governador do DF,
que tinha mandato até 2015, foi flagrado em grampo negociando
a partilha de um cheque de R$ 2,23 milhões
RANIER BRAGON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Doze dias depois de ser apontado
como o beneficiário de um cheque de R$ 2,23 milhões,
o senador Joaquim Roriz (PMDB-DF), 70, renunciou ontem ao seu mandato
para escapar do processo de cassação. Reclamando do "desapreço
dos senadores" pelo seu destino, Roriz apontou o "furor da
imprensa" e o "açodamento" de colegas como os
responsáveis por ele abandonar 95% do mandato que ainda teria
a cumprir -até janeiro de 2015.
Ele se torna o quarto senador
da história a renunciar sob a suspeita de ter quebrado o decoro,
tendo sido o "mais rápido" -que cumpriu menos tempo
de mandato- entre eles. É também o terceiro senador do
Distrito Federal a perder o cargo nos últimos anos sob suspeita
de irregularidades.
A carta de renúncia
foi lida às 21h02 pelo senador Mão Santa (PMDB-PI), escolhido
por Roriz como porta-voz em um plenário esvaziado -apenas cinco
senadores ouviram o relato.
" O desapreço dos senadores pelo destino do colega foi notado. Apenas
12 eminentes senadores compareceram à sessão", disse Roriz
na carta de renúncia, se referindo à ocasião em que ocupou
a tribuna para se defender das acusações.
"Minha inocência,
por mim proclamada e insistentemente repetida, não mereceu acolhida.
O furor da imprensa, o açodamento de alguns, as conclusões
maliciosas colocadas lamentavelmente ecoaram mais alto. Pesou apenas
o propósito de destruir, neste momento, uma vida pública
coroada por relevantes serviços prestados à sociedade,
particularmente ao povo mais humilde do Distrito Federal", acrescentou.
Conselho
A renúncia do peemedebista
veio horas depois de a Mesa do Senado ter decidido por unanimidade
determinar ao Conselho de Ética a abertura de processo de cassação
contra ele. Comandou a reunião, realizada pela manhã,
o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que volta a ser
o único alvo de apuração no Senado -ele é suspeito
de ter usado dinheiro de empreiteira para pagar despesas particulares.
Roriz esteve presente a quase
toda a reunião da Mesa e tentou uma última cartada para
evitar a perda do mandato. Pediu aos integrantes da Mesa para adiar
a decisão e apresentou documentos para tentar provar que só usou
R$ 300 mil dos R$ 2,23 milhões do cheque, que teria sido repassado
por Nenê Constantino, da companhia aérea Gol. O dinheiro
que afirma ter pego, a título de empréstimo, teria sido
usado na compra de um embrião bovino.
Eleito com 657 mil votos, Roriz
optou pela renúncia para evitar que o conselho abrisse o processo
de cassação, o que poderia ocorrer ainda hoje com a sua
notificação. Interpretação da Mesa adotada
-com base em consulta ao STF- determina a notificação
do acusado como o momento exato da abertura do processo. Isso é importante
porque, aberto o processo, a renúncia não teria efeito
de suspender a investigação, que poderia resultar em
cassação e inelegibilidade até 2023.
Antes de Roriz, três
senadores usaram da manobra para escapar do processo. Em 2001, Antonio
Carlos Magalhães (BA) e José Roberto Arruda (DF) abriram
mão do mandato devido a suspeita de que violaram o sigilo do
painel de votação. No mesmo ano, Jader Barbalho (PA)
renunciou sob acusação de desvio de verbas do Banpará.
Os três voltaram à vida pública.
Na história do
Senado, só um senador foi cassado por suspeita de quebra do
decoro -Luiz Estevão (DF), em 2000, sob acusação
de ter desviado recursos do Tribunal Regional do Trabalho de São
Paulo e de ter mentido ao Senado. Na carta-renúncia, Roriz
atacou especificamente o corregedor do Senado, Romeu Tuma (DEM-SP),
que havia declarado considerar o seu caso como quebra do decoro parlamentar.
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Folha
de São Paulo, 5 de julho de 2007
"Querem ir à forra contra Lula",
diz Renan
Presidente do Senado afirmou que setores
da mídia estão querendo derrubá-lo como se fosse
um "terceiro turno" contra petista | O ministro Walfrido dos
Mares Guia repetiu ontem que o caso Renan "é uma questão
do Senado" e que o Executivo não pode interferir
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Um dia depois de ouvir senadores
pedirem em plenário sua saída, o presidente do Senado,
Renan Calheiros (PMDB-AL), disse ontem que setores da mídia
querem derrubá-lo, em um terceiro turno contra o presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, de quem é um dos principais
aliados. "Setores da mídia, que não conseguiram
derrubar o presidente Lula, agora querem ir à forra, querem
ir ao terceiro turno, derrubando o presidente do Senado Federal",
afirmou Renan, que disse estar sendo vítima de uma "covardia".
A imprensa tem sido o principal
alvo de Renan desde o início da crise. Ele já disse ser
vítima de uma mídia "fascista" e "nazista".
O presidente do Senado voltou a dizer que não pretende deixar
o cargo. "De nada adianta deixar a presidência. As pessoas
acham que podem separar as instituições de seus componentes,
e não podem. As instituições são seus componentes",
afirmou ele.
Renan também afirmou
que não sabe do que está sendo acusado. O Conselho de Ética
investiga se ele teve despesas pessoais pagas pelo lobista Cláudio
Gontijo, da empreiteira Mendes Júnior. A pedido de Renan, Gontijo
entregava R$ 12 mil mensais à jornalista Mônica Veloso,
com quem o senador tem uma filha de três anos.
"Essa crise é uma
crise artificial. O que há contra mim? Qual é a acusação
que me fazem? É porque eu tive um filho fora do casamento?",
questionou ele. O senador também negou que tenha apresentado
notas fiscais frias ao Conselho de Ética. "As notas foram
atestadas, são autênticas. As notas dos compradores são
outro problema. Por mim respondo eu", afirmou Renan. Perícia
preliminar feita pela Polícia Federal apontou inconsistências
nesses documentos.
O ministro das Relações
Institucionais, Walfrido dos Mares Guia, repetiu ontem que o caso "é uma
questão do Senado" e que o poder Executivo não pode
interferir, "nem que quisesse". Enfatizou que "o ônus
da prova é de quem acusa, não é de quem se defende" e
evitou polemizar, ao ser questionado se se Renan não estaria
atrapalhando as investigações ao permanecer no cargo.
"Eu não posso
opinar sobre isso, nem senador eu sou." Ele também negou
que o governo agiu nos bastidores para tirar Sibá Machado
(PT-AC) da presidência do Conselho de Ética. "Não
houve interferência nenhuma." (FERNANDA
KRAKOVICS e SILVIO NAVARRO) Colaborou LETÍCIA SANDER, da Sucursal
de Brasília
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THE NEW YORK TIMES, 05 de
julho de 2007
Reformas no Brasil criam boom de construção
Andrew Downie
Em São Paulo
Fale de um mercado inexplorado.
A recente estabilidade econômica
do Brasil e mudanças nas leis de financiamento estão possibilitando
pela primeira vez aos trabalhadores pobres do país a compra da
casa própria. E usando o afluxo de dinheiro de estrangeiros que
sentem um investimento lucrativo - US$ 4,8 bilhões desde setembro
de 2005 - as construtoras e incorporadoras do país estão
construindo o mais rápido que podem.
Glauco e Alessandra conseguiram comprar um apartamento de dois
quartos em São Paulo
"Há uma demanda mais
forte por imóveis residenciais. Há um déficit de
moradias e atualmente há pessoas com dinheiro para comprá-las",
disse João Crestana, vice-presidente de desenvolvimento urbano
da Secovi, o principal sindicato do setor imobiliário no Estado
de São Paulo, o mais populoso do Brasil. "As empresas podem
ver que há um mercado."
Apesar das mudanças serem
abrangentes por todo o setor, as maiores se encontram no mercado para
casas e apartamentos destinados a brasileiros que ganham até cinco
salários mínimos, como Glauco Rodrigues e Alexandra Soldi.
Até recentemente, o jovem
casal, que planeja se casar em 8 de setembro, teria pouca escolha a não
ser alugar ou morar com um de seus pais até economizarem o suficiente
para ter um lugar próprio. Agora, eles deverão se mudar
para seu próprio lar no início do próximo ano, um
novo e pequeno apartamento de dois quartos que estão comprando
na zona norte de São Paulo.
Por anos, os pobres do Brasil
tinham pouco acesso ao crédito. E mesmo se conseguissem crédito,
eles dificilmente conseguiriam enfrentar as taxas de juros freqüentemente
entre as mais altas do mundo. Isto, combinado com o desemprego e subemprego,
baixos salários e instabilidade provocada pelas crises econômicas
regulares, levaram à explosão das favelas, espalhadas pelos
centros urbanos do Brasil e arredores.
Mas desde que Luiz Inácio
Lula da Silva se tornou presidente em 2003, as taxas de juros caíram
de 25% para 12% e parecem que continuarão caindo. A inflação
foi de 3,1% no ano passado e está sob controle. E tanto o salário
mínimo quanto os salários dos trabalhadores estão
aumentando acima do custo de vida, segundo números do governo,
o que significa que os trabalhadores têm mais renda disponível.
A compra de uma pequena casa é finalmente uma possibilidade real
para muitos brasileiros.
"Há crédito
prontamente disponível", disse Luiz Galfaro, co-presidente
da Galfaro Empreendimentos Imobiliários, a construtora de sua
família, que está construindo o apartamento que Rodrigues
e Soldi estão comprando. "Comprar uma casa será como
comprar um carro."
As construtoras do Brasil estão
usando o imenso novo investimento de estrangeiros para ajudar a atender
a crescente demanda. A maior financiadora imobiliária do país,
a estatal Caixa Econômica Federal, estima que o Brasil precise
de 7,9 milhões de novas moradias; 92% destas moradias são
necessários para pessoas que são classificadas como sendo
de renda média-baixa.
Empresas que antes dedicavam
toda sua atividade na construção de propriedades residenciais
chiques para os ricos cosmopolitas em São Paulo e Rio estão
reavaliando seus portfólios e começando a construir moradias
menores e mais baratas nas capitais estaduais e outras cidades.
A Rodobens, uma firma especializada
no setor de renda média-baixa, tem planos de construção
de 10 mil residências por ano ao longo dos próximos quatro
anos, um aumento de 15 vezes em comparação ao total anual
anterior. A Cyrela, a maior incorporadora brasileira, que captou R$ 1,2
bilhão em uma oferta pública inicial de ações
em setembro de 2005 e em uma segunda venda 10 meses depois, acrescentou
propriedades de baixa renda no ano passado ao seu portfolio de residências
de luxo, alta renda e renda média. E a Gafisa, a segunda maior
incorporadora do Brasil, criou duas novas empresas no ano passado voltadas
especificamente à construção de moradias para os
menos abastados.
"Nós estamos redirecionando
nossos esforços para o setor de renda média-baixa",
disse Wilson Amaral de Oliveira, o executivo-chefe da Gafisa. "Todas
as grandes empresas estão se movendo nesta direção
porque ela nos trará mais negócios. E não é uma
bolha, é sustentável. Basta apenas olhar para a demografia."
A demografia mostra que o número
de pessoas com idades entre 25 a 50 anos -um forte indicador da futura
demanda- crescerá ao longo dos próximos 20 anos, o que
significa que mais e mais pessoas atingirão a idade em que vão
querer sua própria casa.
Financiamentos ainda são
raros no Brasil, com empréstimos bancários para compra
de imóveis residenciais representando apenas uma fração
minúscula do produto interno bruto do país. Os poucos que
se qualificam para os financiamentos geralmente obtêm empréstimos
para um máximo de 15 anos a taxas de juros que avançam
profundamente nos dois dígitos. Os compradores de imóveis
residenciais precisavam de uma entrada de cerca de 35% do valor do imóvel.
Mas atualmente, os bancos e outros
emprestadores estão financiando até 80% do valor do imóvel,
permitindo aos mutuários um parcelamento por até 30 anos
e oferecendo taxas de juros fixas pela primeira vez.
Rodrigues e Soldi, por exemplo,
deram R$ 16 mil de entrada e têm um financiamento de 20 anos. Elas
pagarão R$ 990 por mês, cerca do mesmo que pagariam por
um aluguel.
"Nossa intenção
foi sempre comprar porque é difícil encontrar um lugar
bom para alugar, e atualmente o que você paga de aluguel é o
que você paga de prestação", disse Rodrigues
enquanto visitava ansioso a propriedade inacabada. "E com o financiamento,
no final é seu."
Os bancos estão emprestando
mais graças em parte a uma lei de 2004 que facilita para eles
a retomada da propriedade caso os mutuários não paguem
as prestações. Anteriormente, a retomada de imóveis
levava aos bancos entre seis e oito anos. Segundo a nova lei, eles podem
fazê-lo em menos de um ano.
A lei também é importante
porque derrubou uma legislação que permitia a qualquer
mutuário a entrada com uma ação legal contra o emprestador
para suspender todos os pagamentos. Os bancos tinham medo de emprestar
para todos, excetos alguns poucos clientes confiáveis, por temerem
se envolver em disputas legais que levariam anos para serem solucionadas.
"Os bancos agora têm
muito mais segurança para financiar", disse Décio
Tenerello, presidente da Associação Brasileira das Entidades
de Crédito Imobiliário e Poupança. "Aquela
lei significa que o Brasil agora tem um dos sistemas de financiamento
imobiliário mais modernos do mundo."
A confirmação vem
do número de financiamentos. O número de imóveis
residenciais financiados pela Caixa Econômica Federal mais que
dobrou em três anos, de 261.327 em 2003 para mais de 600 mil no
ano passado.
O único aspecto negativo
possível é a chance de o novo investimento poder provocar
uma alta no preço dos terrenos. Carlos Peyrelongue, um analista
da Merrill Lynch, alertou que o afluxo de dinheiro poderá provocar
uma alta dos preços, apesar de ter dito que tal excesso de oferta
provavelmente ocorrerá {na ponta de maior renda} do mercado e
que "por três ou quatro anos, há demanda reprimida
suficiente para dar conta da oferta".
Por ora, as incorporadoras estão
otimistas. "Há acessibilidade para aqueles na faixa de baixa
renda que desejam comprar imóveis", disse Luis Largman, diretor-financeiro
chefe da Cyrela. "Nós não atuávamos no setor
de baixa renda, mas agora atuamos. Nós estamos compensando o tempo
perdido."
Tradução: George El
Khouri Andolfato
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JORNAL GAZETA DO POVO, 05 de julho de 2007
| Mundo
China: Acusados de trabalho escravo
são julgados
Um grupo de pessoas começou a ser julgado ontem no norte da China, acusado
de trabalho escravo, cárcere privado e assassinato, em um escândalo
que chocou o país. Entre os réus estão Wang Bingbing,
dono de uma olaria, e Heng Tinghan, seu capataz, informa a agência oficial
de notícias Nova China.

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