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Folha
de São Paulo, 31 de julho de 2007
Contra "Cansei", CUT lança "Cansamos"
Presidente da central sindical, ligada a PT,
convoca entidades para nova campanha e ataca a mídia | Luiz D"Urso,
da OAB e líder do "Cansei", diz não crer em reação
contra movimento; Executiva Nacional do PT discute tema hoje em SP
FERNANDO RODRIGUES
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Como o Palácio do Planalto
desejava, começaram a aparecer reações "espontâneas" contra
o Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, o já conhecido "Cansei",
-que se uniu a outros grupos no em ato de protesto no último
fim de semana, em São Paulo. Ontem, o presidente da CUT (Central Única
dos Trabalhadores), Artur Henrique, disparou e-mail para várias
centrais sindicais propondo a realização da campanha "Cansamos!". É uma
reação direta ao "Cansei".
O "Cansei" se diz
apolítico, mas seus idealizadores são identificados com
o PSDB. Já a CUT é a mais tradicional central sindical
petista. O "Cansamos!" também pretende ser apartidário,
mas usará claramente o mote dos adversários. "A
campanha será veiculada em nossas páginas de internet,
em jornais impressos e programas de rádio de que dispomos",
diz Artur Henrique no e-mail.
O "Cansei" está na
pauta da reunião de hoje da Executiva Nacional do PT. "Temos
que ter tranqüilidade, não aceitar esse tipo de provocação
e nem alavancar esse movimento cujo patrono deve ser a Haddock Lobo
ou a Oscar Freire", diz Ricardo Berzoini, presidente do PT, referindo-se
a ruas de bairro nobre da capital paulista. Luiz Flávio Borges
D'Urso, presidente da OAB-SP, que oficialmente lidera o "Cansei",
disse não crer num movimento contrário da CUT.
"Não vejo quem
não se oponha à corrupção, bala perdida,
imposto alto, criança na rua. Só se for a favor de tudo
isso. Como não acredito nessa hipótese, eles vêm
engrossar a fileira, comungar dos nossos ideais a favor do Brasil." Não
há consenso entre as centrais contatadas pela CUT a respeito
de levar a estratégia adiante. A Folha recebeu cópia
do e-mail de um sindicalista contrário à proposta. Os
reticentes acreditam que o "Cansamos!" pode dar fôlego
ao "Cansei"- que, na avaliação de algumas entidades,
não terá força para continuar, pois suas bases
na sociedade seriam difusas e desorganizadas.
No e-mail do presidente
da CUT, o texto começa com "CANSAMOS!" em letras
maiúsculas, seguido de complementos como: "do trabalho
escravo", "da sonegação de impostos", "da
mídia que não aborda os movimentos sociais" e "da
mídia que criminaliza as lutas populares". Ao final,
uma conclusão: "Apesar de tantas razões, não
temos tempo para sentir cansaço. Continuaremos lutando. Precisamos
de sua participação. Filie-se ao seu sindicato!".
Artur Henrique espera a adesão de outras centrais para saber "se
a campanha vai mesmo para a rua".
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SINTRACOM LONDRINA, 31
de julho de 2007 | Eventos
Uma história vitoriosa
- Paraatleta do SINTRACOM Londrina
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Vamos
recontar uma história vitoriosa. A história do
pedreiro Francisco Martins, 53 anos, que na quarta-feira embarca
para o Rio de Janeiro onde vai representar o Brasil nos Jogos
Parapanamericanos.
Ele nasceu em Apucarana,
depois morou em Arapongas e Jaguapitã e, em 1991, veio
para Londrina e foi morar na Vila Casoni. Sempre trabalhando
de pedreiro, se casou com dona Alaíde com quem teve as
filhas Cristina, Cristiane e Crislaine, que lhes deram os netos
Laís, Thiago, Juninho, Emanuelle e Ana Júlia.
A vida ia muito bem até que
em 1996 descobriu que sofria de uma anemia profunda. Apesar do
tratamento médico, o pedreiro Francisco Martins, então
com 43 anos, acabou ficando paraplégico.
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Ao contrário
do que acontece com a maioria das pessoas que perdem os movimentos,
seo Francisco se recusou a ficar mofando em casa. Começou
a fazer hidroterapia para recuperar, ainda que parcialmente, o
movimento nas pernas e, nas piscinas, descobriu o esporte como
incentivo para seguir tocando a vida.
No final do mês
passado ele foi para Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde
disputou o Campeonato Brasileiro e voltou para Londrina com três
medalhas de bronze conquistadas nas provas de 50, 100 e duzentos
metros livres.
Essas também
serão as provas que ele irá disputar nos Jogos
Parapanamericanos, que serão disputados no Rio de Janeiro
nos próximos dias. Sr Francisco vai representar Londrina,
Paraná e o Brasil no Parapan.
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Jogos
Parapan-americanos
Os Jogos Parapan-americanos
Rio 2007 serão realizados de 12 a 19 de agosto.
Será a primeira vez na história que as
competições serão disputadas na
mesma cidade que os Jogos Pan-americanos, com proximidade
de data de realização.
Outro ponto de interseção
entre os dois eventos é a utilização das
mesmas instalações, incluindo a vila onde ficarão
hospedadas as delegações. Essa fórmula é a
mesma adotada pelos Jogos Paraolímpicos, realizados sempre
pouco tempo depois, na mesma cidade e pelo mesmo Comitê Organizador
dos Jogos Olímpicos.
Está prevista
nos Jogos Parapan-americanos a participação de
1.300 atletas e 700 membros de delegações, com
dez esportes em disputa. Será a terceira edição
oficial dos Jogos Parapan-americanos sancionada pelo IPC.
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A
Organização
Os Jogos Parapan-americanos estão sendo coordenados pelo Comitê Organizador
dos XV Jogos Pan-Americanos Rio 2007 (CO-RIO), em parceria com o Comitê Paraolímpico
Brasileiro (CPB) e de acordo com as regras do Comitê Paraolímpico
das Américas (APC) e do Comitê Paraolímpico Internacional
(IPC).
Diante da realização
dos dois eventos em seqüência, o CO-RIO preocupou-se
em aplicar nas obras de reformas e construção das
instalações esportivas e da Vila Pan-americana
critérios de acessibilidade. Assim, rampas foram instaladas
em todos os locais que serão utilizados em ambas as competições,
além de outras facilidades, como apoios nos banheiros
dos apartamentos, sinalizações em braile e sintetizadores
de voz em computadores do cyber-café da Vila.
Para organizar
os Jogos Parapan-americanos, o CO-RIO conta com o apoio do
Ministério do Esporte, do Governo do Estado do Rio de
Janeiro e da Prefeitura do Rio.
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Natação
Atletas com deficiência físico-motora e visual competem
nos quatro estilos - livre, peito, costas e borboleta – além
das provas de estilos individual e revezamento. Os atletas não é permitido
o uso de próteses, órteses ou qualquer outro aparato.
Os nadadores cegos recebem um aviso, por meio de um bastão
com uma ponta de espuma, quando estão se aproximando das
bordas (nas viradas e nas chegadas). Os atletas competem com adversários
de mesma habilidade funcional para nadar. Para tanto são
classificados nas seguintes classes:
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" S" representa Natação
S1 a S10 - Atletas
com deficiência física
S11 a S13 - Atletas
com deficiência visual/cegueira
S14 - Atletas
com deficiência intelectual
Cada atleta recebe uma
classe para os estilos livre, costas e borboleta, outra para
o estilo peito e uma terceira para o estilos individual. O prefixo
S indica que a classe é para os três primeiros estilos,
SB indica estilo peito (“B” de breast – peito)
e SM indica estilo estilos individual ("M" de medley).
Local: Parque
Aquático Maria Lenk
Federação
Internacional: Comitê Paraolímpico Internacional
(www.paralympic.org) sob a coordenação do Comitê Técnico
de Natação do IPC (www.paralympic.org/release/Summer_Sports/Swimming)
|
| Participantes |
|
Nº
|
Nome
|
Classe
Funcional
|
Clube
|
Cidade
|
Estado
|
|
1
|
Adriana Gomes de Azevedo
|
S6-SB5-SM6
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
2
|
Adriano Galvão Pereira
|
S2
|
CADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
3
|
Adriano Gomes de Lima
|
S6-SB5-SM6
|
COP/RN
|
Natal
|
RN
|
|
4
|
Alex Vieira de Lima
|
S7-SB6-SM7
|
AAPPD/PE
|
Recife
|
PE
|
|
5
|
Ana Clara Carneiro Grillo Cruz
|
S8
|
SERC/SP
|
São Paulo
|
SP
|
|
6
|
Ana Lucia Guilherme Novaes
|
S2
|
TTC/RJ
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
7
|
Ana Raquel Montenegro Batista Lins
|
S10
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
8
|
André Brasil Esteves
|
S10-SB9-SM10
|
IBDD/RJ
|
São Paulo
|
SP
|
|
9
|
André Luiz Meneghetti
|
S 11
|
SERC/SP
|
Campinas
|
SP
|
|
10
|
Anselmo Alves
|
S4-SB2-SM3
|
SERC/SP
|
São José
|
SC
|
|
11
|
Antônio Carlos Pereira
|
S11
|
ADI/SP
|
Indaiatuba
|
SP
|
|
12
|
Carlos Alonso Farrenberg
|
S13
|
ADFISA/SP
|
Santos
|
SP
|
|
13
|
Caroline Fernandes Werneck
|
S6-SB5-SM6
|
AABB/SP
|
Campinas
|
SP
|
|
14
|
Claudia Celina da Silva
|
S4-SM4
|
CAPP/PE
|
Recife
|
PE
|
|
15
|
Clodoaldo Francisco da Silva
|
S4-SB3-SM4
|
SADEF/RN
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
16
|
Daniel de Faria Dias
|
S5-SB4-SM5
|
CIEDEF/SP
|
Camanducaia
|
MG
|
|
17
|
Danielson Pontes dos Santos
|
S6-SB6-SM6
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
18
|
Danilo Binda Glasser
|
S10
|
CPSP/SP
|
Americana
|
SP
|
|
19
|
Edênia Nogueira Garcia
|
S4
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
20
|
Edivaldo Prado Aragão Júnior
|
S3
|
PFDA
|
Maracanau
|
CE
|
|
21
|
Eliane Pereira de Souza
|
S11
|
CEIBC/RJ
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
22
|
Fabiana Harumi Sugimori
|
S11
|
TCC/SP
|
Campinas
|
SP
|
|
23
|
Fabiano Machado da Silva
|
S9
|
CEDE/PUCPR
|
Curitiba
|
PR
|
|
24
|
Fábio Brandão Gomes Cruz
|
S11
|
FLAMENGO/RJ
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
25
|
Felipe Marinho de Oliveira
|
S11
|
ADEVIBEL/MG
|
Belo Horizonte
|
MG
|
|
26
|
Francisco de Assis Avelino
|
S5-SB4
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
27
|
Francisco Martins
|
S4
|
ADEFIL/PR
|
Londrina
|
PR
|
|
28
|
Gabriel Feiten
|
S2
|
ASASEPODE/RS
|
Porto Alegre
|
RS
|
|
29
|
Gabriela Cantagalo
|
S9-SB8
|
ASMAG/SP
|
Guarulhos
|
SP
|
|
30
|
Genezi Alves de Andrade
|
S3-SB2-SM3
|
CADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
31
|
Gilberto Fernandes Neto
|
S11
|
IBC/RJ
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
32
|
Gilmara Sol do Rosário
|
S5
|
CPS/SP
|
São Paulo
|
SP
|
|
33
|
Gledson Soares
|
S8-SB6-SM7
|
CADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
34
|
Isidoro Angelo Mazotini
|
S8-SB7
|
CIEDEF/SP
|
Campinas
|
SP
|
|
35
|
Ivanildo Alves de Vasconcelos
|
S6-SB4-SM5
|
CAPP/SP
|
Jaboatão dos Guararapes
|
PE
|
|
36
|
Joelson Dionizio de Barros
|
S7
|
CAPP/PE
|
Recife
|
PE
|
|
37
|
Joo Sok Seo
|
S4
|
CIEDEF/SP
|
São Paulo
|
SP
|
|
38
|
José Afonso de Medeiros
|
S7
|
IBDD/RJ
|
Curitiba
|
PR
|
|
39
|
Jourdan Renne Lutkus
|
S10-SB9-SM10
|
SERC/SP
|
São Paulo
|
SP
|
|
40
|
Leticia Lucas Ferreira
|
S5
|
UTC/MG
|
Uberlândia
|
MG
|
|
41
|
Lucas Emanuel Ito
|
S1
|
CPSP/SP
|
São Paulo
|
SP
|
|
42
|
Luis Antônio Correa da Silva
|
S6
|
CAPP/SP
|
Recife
|
PE
|
|
43
|
Marcelo Collet e Silva Mauro
|
S10
|
ABAD/BA
|
Salvador
|
BA
|
|
44
|
Mauro Luiz Brasil da Silva
|
S9-SM9
|
VASCO/SPORTECH
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
45
|
Michele Regina Linzmeyer
|
S3
|
CEPE/SC
|
Joinville
|
SC
|
|
46
|
Milene Souza da Silva
|
S8-SB6
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
47
|
Moisés Domingues Batista
|
S5-SB3-SM4
|
CEDE/PUCPR
|
Curitiba
|
PR
|
|
48
|
Nélio Pereira de Almeida
|
S6-SB6-SM6
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
49
|
Pollyane Rodrigues Miranda
|
S13
|
UTC-CEMEESP
|
Uberlândia
|
MG
|
|
50
|
Regiane Nunes da Silva
|
S12
|
MESC/SP
|
Ribeirão Pires
|
SP
|
|
51
|
Renato Nunes da Silva
|
S12
|
MESC/SP
|
Ribeirão Pires
|
SP
|
|
52
|
Rildene Fonseca Firmino
|
S5-SB3-SM4
|
SADEF/RN
|
Natal
|
RN
|
|
53
|
Rodrigo Machado de Souza Ribeiro
|
S11
|
CEIBC/RJ
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
54
|
Romildo Ramos Santos
|
S3-SB3-SM3
|
ADFEGO/GO
|
Goiânia
|
GO
|
|
55
|
Ronaldo Souza Santos
|
S7-SM6
|
ABAD/BA
|
Salvador
|
BA
|
|
56
|
Rosival Marques Fernandes
|
S4-SB3-SM4
|
CAPP/PE
|
Recife
|
PE
|
|
57
|
Suely Cristina Carvalho de Souza
|
S11
|
CEIBC/RJ
|
Rio de Janeiro
|
RJ
|
|
58
|
Tássia Fernandes Alves
|
S10
|
CAPP/PE
|
Recife
|
PE
|
|
59
|
Valéria Santarem Lira
|
S8
|
FEPAM/AM
|
Manaus
|
AM
|
|
60
|
Wagner Pires
|
S7
|
CIEDEF/SP
|
São Paulo
|
SP
|
|
OBS: O Comitê Paraolímpico
Brasileiro informa que a convocação foi feita com base
no programa de provas oficial da competição, porém existe
a possibilidade de haver cancelamento de provas, caso não
haja o número mínimo de inscrições necessárias para que
a prova seja aberta. Neste caso, o atleta que tenha suas
provas canceladas será DESCONVOCADO
|
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| Calendário |
|
JOGOS
PARAPAN-AMERICANOS
|
AGOSTO 2007
|
|
DOM
12
|
SEG
13
|
TER
14
|
QUA
15
|
QUI
16
|
SEX
12
|
SAB
12
|
DOM
13
|
|
ESPORTE
|
LOCAL DE COMPETIÇÃO
|
0
|
1º
|
2º
|
3º
|
4º
|
5º
|
6º
|
7º
|
|
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|
NATAÇÃO
|
Parque Aquático
|
|
F
|
F
|
F
|
F
|
F
|
F
|
F
|
|
|
|
F
|
Finais
|
|
|
Programação
sujeita a alterações
|
|
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|
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DEPACOM, 31 de julho de 2007
Jornal do SITICOM de São José do
Rio Preto/SP
Está circulando o “JORNAL DO
SITICOM”, informativo do Sindicato dos Trabalhadores nas
Indústrias da Construção e do Mobiliário
de São José do Rio Preto e Região – São
Paulo, presidido pelo companheiro NELSON IOCA. O Informativo deste mês traz diversas informações
de interesse da categoria, com destaque especial para o 2º Campeonato
SITICOM, que será realizado de 6 de agosto a 1º de
setembro com a participação de aproximadamente
150 atletas de 15 empresas.
| 
Nelso Ioca
Presidente do Siticom
|
MODALIDADE |
Nº DE TIMES |
DATA DOS JOGOS |
| Futsal* |
17 equipes |
6, 8, 10, 13, 15, 17, 20, 22, 24, 27, 29/8 e 01/9 |
| Truco |
12 duplas |
11 de agosto |
| Bilhar |
12 inscritos |
25 de agosto |
| Volei |
03 duplas |
25 de agosto |
| Dominó |
04 duplas |
11 de agosto |
| Dama |
03 duplas |
11 de agosto |
| Cantor |
03 inscritos |
25 de agosto |
| Futsal* |
GP A
Tuboforte
Robel A
Alegro
União Guapiaçu |
GP B
Protendite
Cons. Araguaia
Bibwood
Tuboforte |
GP
C
Fortaleza
Riocom
Robel B
Stemag
|
GP
D
Móveis Província
Marino Móveis
Dadelpo
Gelmóveis
Encalso
|
QUARTAS
DE FINAL
1A x 2C 1C x 2A
1D x 2B 1B x 2D |
|
|
O DEPACOM parabeniza
o companheiro Nelso Ioca e sua diretoria pelo importante trabalho
desenvolvido junto aos trabalhadores da Construção
e do Mobiliário de São José do Rio Preto.
Não deixe
de acessar o site da entidade: www.siticomriopreto.com.
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JORNAL FOLHA DE SÃO
PAULO, 31 de julho de 2007 | Dinheiro
Tarso levará proposta de debate
sobre reforma política para Conselho Político
RENATA GIRALDI
da Folha Online, em Brasília
O ministro da Justiça,
Tarso Genro, afirmou nesta terça-feira que levará proposta
de debate sobre a reforma política para a reunião do Conselho
Político do governo federal.
"A reforma política
só sai se houver ampla mobilização", disse
Tarso. "Mobilização da sociedade conjugada com a negociação
política", afirmou o ministro, informando que o assunto não
pode ser tratado como um "ato isolado".
O Senado e a Câmara retornam às
atividades parlamentares amanhã, depois de 15 dias de recesso.
Na véspera de o Congresso
Nacional entrar em recesso parlamentar, o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva defendeu o debate sobre reforma política, alegando
que era necessário acabar com a hipocrisia e votar as medidas
contidas na proposta.
Para o presidente, o meio para
moralizar as campanhas políticas é adotar o financiamento
público para os candidatos. Lula apelou para que o "medo" não
limite as ações dos parlamentares e as discussões
sobre o assunto.
A reforma política
deverá ser retomada em agosto na Câmara. Mas não
há garantias de aprovação, pois faltam propostas
consensuais sobre vários aspectos fundamentais, como financiamento
público e privado nas campanhas eleitorais e fidelidade partidária.
|
ESTADÃO.COM / SÃO PAULO, 31 de
julho de 2007 | Economia
Confiança da indústria é a
melhor da história em julho
Medido desde 1995, índice reflete
melhora na avaliação da situação atual
e nas expectativas para o futuro
Vanessa Stelzer - Reuters
SÃO PAULO - A confiança da indústria brasileira atingiu
em julho o maior nível da série histórica da Fundação
Getúlio Vargas (FGV), iniciada em 1995, refletindo uma melhora tanto
da avaliação da situação atual como das expectativas.
O índice avançou 2,9% sobre junho e 15,8% contra julho de 2006,
atingindo uma leitura de 121,7.
O componente de situação atual avançou 0,7% ante junho,
para 123,7 em julho, o melhor dado desde abril do ano passado.
Sobre o presente, a melhor avaliação foi em relação à demanda,
sendo que a porcentagem de empresas que a avaliam como forte passou de 14%
em junho para 25%.
O componente de expectativas subiu 5,3%, para 119,7 neste mês. Foi a
melhor leitura desde julho de 2004.
Quanto às expectativas para o emprego, a indústria destacou-se,
com 32% dos empresários projetando admissões nos próximos
três meses.
|
ESTADÃO.COM / SÃO PAULO, 31 de
julho de 2007 | Economia
Brasil tem superávit primário
de R$ 71,674 bi no 1º semestre
Resultado, equivalente a 5,9%
do PIB, é maior que no mesmo período de 2006, quando
ficou em R$ 57,154 bilhões
Reuters e Agência Estado
BRASÍLIA - As contas do setor público (União, governo
federal, estados, municípios e empresas estatais) registraram superávit
primário de R$ 11,647 bilhões em junho ante R$ 10,444 bilhões
em igual mês do ano passado, informou o Banco Central nesta terça-feira,
31.
Com o resultado, o superávit primário - receita menos despesas
sem considerar o pagamento de juros da dívida - acumulado no primeiro
semestre foi de R$ 71,674 bilhões, o equivalente 5,90% do Produto Interno
Bruto. O resultado é maior do que o registrado no mesmo período
do ano passado, quando as contas estavam positivas em R$ 57,154 bilhões,
ou 5,17% do PIB.
Em 12 meses encerrados em junho, o superávit primário ficou em
patamar equivalente a 4,30% do PIB.
O BC informou ainda que a dívida líquida total do setor público
atingiu 44,3% do PIB em junho, ante 44,7% em maio.
Em junho, o governo central fez um superávit primário de 5,474
bilhões de reais. Os Estados e municípios registraram um superávit
de 3,332 bilhões de reais e as empresas estatais, um saldo positivo
de 2,842 bilhões de reais.
|
JORNAL FOLHA DE SÃO
PAULO, 31 de julho de 2007 | Dinheiro
Setor público gasta R$ 78,8
bilhões com juros no 1º semestre
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
O setor público consolidado
(União, Estados, municípios e estatais) gastou R$ 78,854
bilhões com o pagamento de juros no primeiro semestre deste ano.
O valor representa uma queda de 3,4% em relação ao mesmo
período do ano passado. Na comparação com o PIB
(Produto Interno Bruto), a relação caiu de 7,38% para 6,49%.
O resultado é o menor
para o período desde 1993 e a redução dos juros
colabora para a queda dessa despesa. No entanto, só no semestre,
ela equivale a quase sete vezes todo o gasto com investimentos prioritários
previsto para 2007 --o PPI (Programa Piloto de Investimentos) é de
R$ 11,3 bilhões.
Para o pagamento desses juros,
o governo fez um superávit primário (receitas menos despesas,
excluindo gastos com juros) de R$ 71,674 bilhões, um crescimento
de 25,4% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 57,154 bilhões).
Esse é o melhor resultado para o período desde 1991, início
da série histórica.
Apesar do crescimento dessa economia,
o esforço para o pagamento de juros não foi suficiente
e nos primeiros seis meses do ano o setor público registrou um
déficit nominal (receitas menos despesas, incluindo gastos com
juros) de R$ 7,179 bilhões.
Junho
O superávit do setor público
no mês de junho foi de R$ 11,647 bilhões, o melhor junho
desde 1991. O governo central contribuiu com R$ 5,474 bilhões.
Já os governos regionais apresentaram um resultado positivo de
R$ 3,332 bilhões e as estatais, de R$ 2,842 bilhões.
Já o gasto com juros
somou R$ 10,970 bilhões. Com isso, em junho foi registrado um
superávit nominal (receitas menos despesas, incluindo gastos
com juros) de R$ 677 milhões, também o melhor resultado
para junho desde 1991.
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JORNAL FOLHA DE SÃO
PAULO, 31 de julho de 2007 | Dinheiro
Custo elevado trava investimento
em inovação, diz IBGE
CLARICE SPITZ
da Folha Online, no Rio
Os elevados custos, os riscos
econômicos excessivos e a escassez de fontes de financiamento foram
apontados como principais travas para as indústrias brasileiras
investirem em inovação, segundo pesquisa realizada pelo
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A proporção de
indústrias que adotaram produtos e setores inovadoras se manteve
estável em 33,4% entre 2003 e 2005.
"A indústria brasileira
inova através de máquinas, logo, ela precisa de crédito
mais barato", afirma a coordenadora da pesquisa, Mariana Martins
Rebouças.
A inovação compreende
a adoção de produtos ou processos inovadores para aquela
empresa, sendo que alguns deles inovadores para o próprio mercado
doméstico ou internacional. Os técnicos do IBGE traçaram
o retrato da inovação no país baseado em entrevistas
a cerca de 13 mil empresas por telefone.
"As condições
de mercado continuaram sendo a principal razão apontada pelas
empresas industriais para não terem realizado inovações
tecnológicas, sobretudo, em empresas de pequeno porte", diz
o boletim da pesquisa.
No setor de telecomunicações,
a falta de pessoal qualificado e a dificuldade de adaptação
de padrões, normas e regulamentação foram considerados
os principais obstáculos. Já o setor de informática
acompanha as indústrias e também avalia os elevados custos
como principal vilão na hora de inovar.
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JORNAL
FOLHA DE SÃO PAULO, 31 de julho de 2007 | Dinheiro
Um terço das indústrias
brasileiras investe em inovação, diz IBGE
CLARICE SPITZ
da Folha Online, no Rio
Cerca de um terço das indústrias
brasileiras investiu em inovação tecnológica
entre 2003 e 2005, revela pesquisa elaborada pelo IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística). A inovação
compreende a adoção de produtos ou processos novos
para as próprias empresas, podendo ou não ser originais
para o mercado doméstico ou internacional.
A proporção de empresas inovadoras
se manteve praticamente estável em 33,4% nesse período.
Entre 2001 e 2003, esse percentual era de 33,3%.
As empresas de médio e grande porte
inovaram mais. Naquelas que empregam 500 pessoas ou mais, 72,5% disseram
ter inovado entre 2001 e 2003. Já entre 2003 e 2005, a proporção
subiu para 79,2%.
A pesquisa mostra ainda que os gastos com
inovação subiram no período. Do total da receita
líquida do setor de Indústria e Serviços 3%
foi destinado à inovação e à pesquisa
e desenvolvimento. Em 2003, esses gastos correspondiam a 2,5% do
total da receita. O setor que puxou os gastos foi Outros Equipamentos
de Transporte, do qual fazem parte a fabricação de
aviões. Esse grupo investiu o correspondente a 6% do total
da receita em inovação em 2005.
No setor automobilístico, que viu
o surgimento do motor bicombustível (flex) eo lançamento
de novos modelos, os gastos com inovação foram de 4,7%
do total da receita para 5,6%. Os gastos com inovação
também aumentaram sua fatia em empresas de Outros Equipamentos
de Instrumentação Médica-Hospitalar --passaram
de 3,1% do total da receita, em 2003, para 5,3%, em 2005.
De acordo com a pesquisa, 35,6% das empresas
inovadoras do país estão em São Paulo, mas elas
são responsáveis por mais da metade do total de gastos
(55,6%).
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JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO, 31 de julho
de 2007
JANIO DE FREITAS
Cansei de "basta!"
O que mais deseja a riqueza do país,
além das condições inigualáveis que
o governo Lula lhe proporcionou?
O ODOR EXALADO pelo movimento "Cansei",
ainda que nem todos os seus fundadores tenham propósitos
precisamente iguais, é típico do golpismo que
sempre foi a vocação política mais à vista
na riqueza, não importa se cansada ou não. A
fonte de onde surge não lhe nega a natureza pressentida:
um escritório de negócios em São Paulo,
tal como se identificaria nos primórdios de todos os
golpes e tentativas de golpe desde 1944/1945, pelo menos.
Também denominada "Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros" -batismo
que os padrinhos relegaram, por considerarem o apelido "Cansei" mais
representativo dos seus propósitos- o que a iniciativa sugere, de fato, é uma
interrogação.
O que mais deseja a riqueza brasileira, além das condições
inigualáveis que o governo Lula lhe proporcionou? O fim da inflação,
o emudecimento do sindicalismo e das reivindicações sociais;
concessões transgênicas para todos os tipos de grandes empresas
e negócios, Bolsa farta e imposto baixinho ou a zero; e, sobretudo,
a transferência gratuita de um oceano de dinheiro dos cofres públicos
para os da riqueza privada, por intermédio dos juros recordistas concedidos
pelo próprio governo aos títulos de sua emissão. Ainda
não basta?
O que deseja a riqueza não pode ser a correção das deformidades
socioeconômicas, institucionais e políticas que refreiam o Brasil,
enquanto países do seu aparente status desenvolvem-se a níveis
exuberantes. É da não-correção que vem grande parte
das facilidades pelas quais a riqueza se multiplica sem cessar: a fraqueza ética
do Congresso, a corrupção administrativa que só tem o
corrupto e não o corruptor, as eleições movidas a marketing
endinheirado, e por aí.
Além disso, nunca se viu a riqueza movendo-se, de fato, por correções
e reformas a serviço do interesse do país. Os seus lobbies e
outros meios só se movem, historicamente, por alterações
que privilegiem os interesses da própria riqueza privada. Assim é a
história parlamentar e administrativa do Brasil, para dizer o mínimo,
do último meio século.
O governo Lula deu e dá à riqueza privada a situação
que a ela deu o "milagre econômico" da ditadura, porém,
agora sem os inconvenientes produzidos pela força. A quem vive no Brasil
em nível de primeiríssimo mundo, conviria, portanto, demonstrar
um pouco mais de compostura. Se não para aparentar recato que lhe falte,
por um grão a mais de esperteza.
"Cansei" -e daí? Vai fazer ou, pelo menos, propõe o quê,
de objetivo, prático e necessário? Disse um dos "cansados": "Queremos
despertar em cada indivíduo o que ele pode fazer para mudar o país".
Pois façam isso no seu próprio movimento. Sem que, para tanto,
o seu alegado cansaço exale sentidos que, intencionais ou não,
negados ou não, vão até onde não devem.
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Revista Isto É, 31 de julho de
2007
Carta de Protesto de uma mãe |
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Folha de São Paulo,
31 de julho de 2007
TRIBUTAÇÃO
Empresas terão mais 15 dias
para adesão ao Supersimples
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A Receita Federal anunciou na
noite de ontem que o prazo para a adesão ao Supersimples foi prorrogado
para 15 de agosto. O prazo anterior terminava hoje. Com a decisão,
micro e pequenos empresários ganham duas semanas para aderir ao
programa simplificado de tributação que une impostos federais,
estaduais e municipais. O órgão não explicou os
motivos da nova data.
A decisão de prorrogar
a data deverá ser publicada em instrução normativa
da Receita Federal no "Diário Oficial" da União
de hoje. Conforme comunicado do fisco, a medida também prorroga
o prazo para a solicitação do parcelamento das dívidas
com o governo federal para 15 de agosto. No programa, o empresário
pode dividir os débitos em até 120 meses. A nova data também
vale para que as empresas que migraram automaticamente para o novo regime
e desejam sair dele possam se manifestar contra a migração.
A Receita Federal promete detalhar
os motivos da prorrogação hoje pela manhã.
A prorrogação do período de adesão já havia
sido requerida pela bancada de parlamentares que representa os pequenos empresários
no Congresso. Até ontem, 1,474 milhão de empresas pediram adesão
ao Supersimples. Mas a maioria apresenta pendências, com tributos atrasados
-o que impede a migração. Segundo relatório da Receita,
1,246 milhão de empresas tinham dívidas fiscais. Só 121
mil pedidos foram aceitos imediatamente por não terem nenhum problema.
O relatório mostra,
ainda, que 92 mil empresas tiveram o pedido de adesão rejeitado
por problemas cadastrais e há 14 mil pequenos empresários
que aguardam análise de secretarias da Fazenda de Estados e
municípios. A Receita registra 1,3 milhão de empresas
no novo sistema de tributação. Esses empresários
migraram automaticamente do antigo Simples para o Supersimples.
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Folha
de São Paulo, 31 de julho de 2007
Crédito no Brasil eleva lucro de
grandes bancos no mundo
Com expansão de empréstimos, país
tem destaque positivo no ABN e no HSBC | Lucro do ABN no Brasil sobe
84% no semestre e vai a R$ 1,161 bi; ganho do HSBC é de US$ 360
milhões antes de impostos, alta de 43%
TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL
As atividades no Brasil, país que vive forte expansão no crédito,
apareceram ontem como uma das mais lucrativas no mundo nos balanços
dos gigantes ABN Amro e do HSBC. Objeto da maior disputa da indústria
bancária internacional, o ABN teve lucro líquido mundial de 2,165
bilhões no primeiro semestre, resultado 2,4% menor do que no mesmo período
de 2006. A unidade brasileira, considerada a de maior retorno no mundo, reportou
ganho líquido de R$ 1,161 bilhão no período -84% mais
do que em 2006.
No balanço mundial,
o ABN cita o Brasil como líder de crescimento, ao lado da Ásia
e da Itália. Maior estrangeiro no país, o ABN Real interessa
tanto que o espanhol Santander se juntou a um consórcio para
disputá-lo com o Barclays. Já o HSBC, maior banco europeu
em valor de mercado e que também tem interesse na unidade brasileira
do ABN, teve um crescimento de 24,85% no lucro líquido no primeiro
semestre em relação ao mesmo período de 2006.
O banco reportou ganho de US$ 10,9 bilhões, sendo que desse
total US$ 360 milhões (antes de impostos) vieram do Brasil,
volume 43% superior ao do mesmo período de 2006. O banco não
informa os valores líquidos de sua atividade no país.
Em comum, ABN e HSBC citam
a expansão do crédito brasileiro, que cresce a um ritmo
de 20% ao ano, como um dos negócios mais lucrativos do planeta,
especialmente os empréstimos consignados, além do câmbio
apreciado -o ABN calculou em 10,7% a valorização do real
no primeiro semestre. Também atribuem o bom resultado no Brasil à receita
com tarifas bancárias.
No lucro semestral de R$ 1,161
bilhão, o ABN Real inclui um ganho extraordinário (que
não se repete) de R$ 83 milhões por conta da venda de
sua participação na Serasa -maior empresa de análise
de crédito brasileira, em que tinha 5,32%. Sem a Serasa e demais
resultados extraordinários, o lucro do banco ficaria em R$ 1,211
bilhão, mesmo assim com um ganho de 46% sobre 2006.
No resultado, o ABN destaca
o crescimento de 25% de sua carteira de crédito -superior
aos 20% do mercado. No Brasil, o HSBC teve crescimento de 41% no
lucro (antes de impostos) do banco comercial, enquanto a área
de serviços financeiros pessoais reportou aumento de 140%
no primeiro semestre em relação a 2006. A carteira
de crédito cresceu 26% no período -o financiamento
de veículos teve incremento de 45%, enquanto o crédito
consignado aumentou 83%. No mundo, o HSBC teve ganho com venda de
ações na China, o que compensou perdas com empréstimos
ruins nos EUA.
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AGÊNCIA REUTERS BRASIL,
31 de julho de 2007
IGP-M sobe por alimentos, mas pressão
arrefece por salários
SÃO PAULO (Reuters) - A inflação pelo Índice Geral
de Preços do Mercado (IGP-M) acelerou apenas ligeiramente em julho,
mês em que a contínua alta dos custos de alimentos foi contrabalançada
pelo fim do efeito dos dissídios salariais na construção.
O indicador avançou 0,28
por cento, ante alta de 0,26 por cento em junho, informou a Fundação
Getúlio Vargas (FGV) nesta segunda-feira. Analistas consultados
pela Reuters projetavam avanço de 0,25 por cento.
O Índice de Preços
por Atacado (IPA) subiu 0,26 por cento, acima da alta de 0,01 por cento
no mês anterior.
O IPA agrícola elevou-se
em 1,75 por cento em julho, contra 0,11 por cento em junho. Já o
IPA industrial acelerou a queda, para 0,21 por cento, ante baixa de 0,03
por cento no mês passado.
As principais altas individuais
no atacado foram de bovinos (+5,84 por cento), leite in natura (+9,73
por cento), soja em grão (+2,31 por cento), aves (+8,84 por cento)
e ovos (+4,18 por cento).
O Índice de Preços
ao Consumidor (IPC) avançou 0,34 por cento em julho, ante elevação
de 0,35 por cento em junho.
Os custos de Alimentação
aceleraram e registraram a maior alta entre os grupos do IPC, de 1,23
por cento. Por outro lado, refletindo a queda da tarifa de energia elétrica
em São Paulo, os preços de Habitação declinaram
0,24 por cento neste mês, seguindo a alta de 0,40 por cento.
A tarifa de energia foi a maior
queda individual no varejo, de 2,56 por cento.
O Índice Nacional de Custo
da Construção (INCC) registrou um aumento de 0,21 por cento,
bem abaixo do salto de 1,67 por cento do mês anterior.
Os custos de Mão-de-Obra
subiram 0,07 por cento, depois do forte aumento de 2,94 por cento em
junho, mês em que os salários costumam ser reajustados em
várias capitais do país.
O IGP-M de junho corresponde à variação
dos preços entre os dias 21 de maio e 20 de junho.
(Por Vanessa Stelzer e Angela Bittencourt)
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JORNAL GAZETA DO POVO, 31 de julho de 2007
| Economia
Contas Públicas
Despesas do governo crescem mais
que o PIB
As despesas do governo central (Tesouro, Previdência e Banco Central)
cresceram em ritmo maior do que a economia brasileira no semestre. Apesar disso,
o governo comemorou o fato de o crescimento dos gastos ter diminuído
em relação aos primeiros seis meses de 2006. As despesas cresceram
2,7% a mais do que o PIB nominal no primeiro semestre, contra 6,2% em relação
ao ano passado. Ao mesmo tempo, o crescimento da receita foi de 3% nos primeiros
6 meses de 2007, contra 3,6% em 2006.
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JORNAL O ESTADO DO PARANÁ, 31 de julho
de 2007
Governo e oposição vão
negociar reforma trabalhista
Agência Estado
Governo e setores da oposição
vão negociar na volta do recesso parlamentar, que termina na próxima
quarta-feira, um acordo para costurar uma reforma trabalhista que, inicialmente,
não tenha como alvo direto mexer na Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT). A proposta, com papéis definidos para
o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para as lideranças
do Democratas (DEM), prevê que Lula continuará a trabalhar
no convencimento das centrais sindicais, enquanto a oposição
nem sequer falará em 'flexibilização da CLT'.
O assunto já foi discutido
em uma reunião da Executiva do DEM. Diante das pesquisas de opinião,
mostrando que as palavras 'reforma trabalhista' só tiram votos
e popularidade - por serem vistas como sinônimos de corte de direitos
-, o DEM traçou uma estratégia alternativa. "Vamos
fazer um projeto para falar e tratar da inclusão dos 48 milhões
de trabalhadores que estão na informalidade e não mexer
na CLT", resumiu o deputado Guilherme Campos (DEM-SP).
Enquanto o DEM cumpre esse papel,
o presidente, na condição de ex-líder metalúrgico,
vai dizendo aos sindicatos que não é possível que
nada possa ser mudado na CLT, uma criação dos anos 40.
O presidente havia tratado do tema, por esse viés, em 2004, quando
se disse favorável a cortar a multa de 40% sobre o Fundo de Garantia
do Tempo de Serviço (FGTS) e a parcelar o 13º salário
e os 30 dias de férias ao longo do ano, dentro de um critério
de conveniência entre empregados e empregadores.
Neste ano, em maio e junho, nas
reuniões do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social
(CDES), o presidente voltou ao assunto. Disse que não pretende
tirar direitos, mas é preciso garantir contratos especiais para
um 'exército' de jovens entre 15 e 24 anos. "Longe de mim
querer tirar direito de trabalhador (...). Mas não é possível
que as coisas feitas em 1943 não precisem de mudanças em
2007, 2008. São 50 anos. O mundo do trabalho mudou", destacou.
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CONSULTOR JURÍDICO,
31 de julho de 2007
Esforço concentrado
Presidente do TST autoriza mutirão para tirar atraso
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho,
ministro Rider Nogueira de Brito, autorizou a realização de um
mutirão entre servidores do tribunal, para auxiliar os ministros no
exame de Recursos de Revista, Agravos de Instrumento em Recurso de Revista
e embargos. O mutirão será feito no período de agosto
a dezembro deste ano.
A necessidade de serviço
surgiu com o fim da convocação de 12 juízes de diversos
Tribunais Regionais, no dia 29 de junho último. Segundo o presidente
do TST, o objetivo é manter a produtividade do Tribunal.
O Ato GDGCJ.GP 267/2007 que autoriza
a realização do serviço tomou por base o artigo
5º, LXXVIII, da Constituição Federal, que assegura às
partes o direito à razoável duração do processo
e aos meios que garantam a celeridade de sua tramitação.
Existem atualmente cerca
de 74 mil processos remanescentes dos juízes convocados que
aguardam solução no TST.
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ÚLTIMA INSTÂNCIA,
31 de julho de 2007
Fator Acidentário de Prevenção
confunde até mesmo especialistas
Pedro Serrano Filho
O FAP (Fator Acidentário
de Prevenção), instituído em junho pela Portaria
232/07, adota um multiplicador para o valor a ser pago ao INSS (Instituto
Nacional de Seguridade Social), que pode diminuir ou aumentar dependendo
de fatores como número de acidentes de trabalho, gravidade e custos.
A fórmula, no entanto,
está deixando confusos até os mesmo os especialistas. Em
entrevista a Última Instância, o advogado e professor titular
de direito previdenciário da Faculdade de Direito da PUC-SP, Wagner
Balera, afirma que não é fácil entender o cálculo. “A
fórmula adotada pelo ato normativo ministerial é verdadeiramente
cabalística”, afirma o professor. “Só os matemáticos
especializados saberão decifrá-la”.
O Ministério da Previdência
Social vem tentando instituir uma forma de fazer com que empresas que
geram mais custos ao INSS por apresentar altos índices de acidentes
paguem mais imposto do que as que têm mais cuidado e controle.
Miguel Horvath Junior, procurador
federal e professor da Faculdade de Direito de São Bernardo do
Campo, explica que a forma encontrada para fazê-lo foi instituir
um multiplicador, que varia de 0,5 a 2. Aplicado ao imposto, ele agrega
um valor maior ou menor, dependendo exclusivamente do número de
acidentes registrados pela empresa.
Vácuo
legal
A lei, no entanto, não colabora para o entendimento do cálculo
do fator. E grande parte da confusão advém de um vácuo
legal ainda existente. “A compreensão do cálculo do fator
depende ainda de estatísticas não implementadas pela legislação”,
diz Horvath.
De acordo com o professor Balera,
que é procurador aposentado do INSS, a melhor maneira de compreender
o fator é analisar os elementos jurídicos que o compõe:
freqüência, gravidade e custo. Estes elementos se definem
por meio de uma relação diretamente proporcional entre
risco e contribuição. Quanto maior o risco, maior a contribuição.
A freqüência dos acidentes
será apurada considerando as estatísticas do setor. Quem
está fora do padrão adquire significância estatística
e paga mais. A gravidade leva em conta o tempo de afastamento do trabalho
que o acidente causa. O custo representa o total gasto pela Previdência
para cobrir o tempo de afastamento.
“Ele pondera os valores
pagos a título de beneficio com base no número de dias
nos quais, por sua gravidade, o evento impediu o trabalho”, afirma
Balera.
Sem vantagens
Para os especialistas, o Fator Acidentário Previdenciário não
traz vantagens aos contribuintes, mas permite que o governo tenha um controle
maior sobre os acidentes de trabalho. “A vantagem do fator é revelar
o que está efetivamente acontecendo. Hoje em dia, está mais do
que demonstrado, há sub-notificação.
O empresário não
preenche a comunicação de acidente. Com isso, se livra
do duplo ônus da estabilidade e do depósito fundiário.
Quando as estatísticas revelarem onde acontecem os acidentes com
maior freqüência e gravidade já se terá apurado
quem deve pagar mais”, diz Balera.
O professor Miguel Horvath
Junior concorda. “Com a instituição do fator, este
problema da sub-notificação tende a diminuir, e este é o
grande objetivo do legislador”.

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