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Agência Senado, 1 de
agosto de 2007
Projetos
Casagrande propõe que cartórios
enviem registro de óbitos ao INSS via Internet

Está em exame na Comissão de Constituição, Justiça
e Cidadania (CCJ), em caráter terminativo, projeto que determina ao
titular do Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais que utilize
a Internet para remeter ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) registro
dos óbitos ocorridos a cada mês. O projeto (PLS 245/07), que altera
a Lei 8.212/91, deverá ser analisado também pela Comissão
de Assuntos Sociais (CAS).
De acordo com a proposta, nas
localidades que dispõem de provedores de Internet, o titular do
cartório deverá utilizar-se desse meio para enviar ao INSS
as informações sobre os óbitos. Pelo projeto, os
cartórios terão prazo de 12 meses para se adaptar às
novas disposições legais.
Na justificativa da proposta,
o autor, senador Renato Casagrande (PSB-ES),argumenta que a falha dos
cartórios em enviar essas informações ao INSS tem
contribuído para o déficit financeiro do sistema previdenciário.
Somente em 2003, os cofres públicos tiveram prejuízo de
R$ 3,21 bilhões com o pagamento de benefícios irregulares.
Esse valor representa 3% dos R$ 107 bilhões gastos com benefícios
naquele ano, recursos esses que, conforme o parlamentar, poderiam ser
utilizados para diminuir o déficit previdenciário ou aplicados
em saúde e educação.
Para minorar essa situação,
o então ministro da Previdência no primeiro mandato do presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, Ricardo Berzoini, recordou Casagrande,
promoveu o recadastramento de aposentados com mais de 90 anos e, para
coibir as fraudes, bloqueou os benefícios de aposentados e pensionistas
que recebiam benefícios há mais de 30 anos e daqueles com
mais de 100 anos de idade. À época a determinação
foi muito criticada por ter obrigado os mais de 105 mil aposentados,
muitos deles com dificuldades de locomoção e de saúde,
a enfrentarem enormes filas nos postos do INSS para se recadastrarem.
Casagrande lembrou que a medida
foi adotada com o objetivo de diminuir as fraudes geradas a partir de óbitos
não comunicados ao INSS. Embora a Lei 8.212 tenha sido instituída
para obrigar os cartórios a fazer a comunicação,
o que auditorias da Controladoria Geral da União (CGU) têm
comprovado em pequenos municípios é que boa parte dos cartórios
não estavam cumprindo a determinação da lei.
A proposta em questão
não elimina o envio das informações por outros
meios como o correio em comunidades sem acesso a Internet, porém
o objetivo, em médio e longo prazo, é que a Internet
passe a ser o principal, senão o único meio de registro
desses dados pelos cartórios.
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JORNAL FOLHA DE SÃO
PAULO, 01 de agosto de 2007 | Dinheiro
Exportações e importações
batem recorde em julho, mas saldo cai 40%
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
As exportações
e as importações brasileiras bateram recorde no mês
de julho. As vendas para o exterior totalizaram US$ 14,120 bilhões,
o valor mais alto já registrado para um único mês.
O mesmo ocorreu com as compras de produtos importados, que somaram US$
10,773 bilhões no mês passado, segundo dados divulgados
nesta quarta-feira pelo Ministério do Desenvolvimento.
Apesar dos valores históricos,
o saldo da balança comercial ficou em US$ 3,347 bilhões
no mês passado, 40,8% abaixo do registrado em julho de 2006 (US$
5,659 bilhões).
Essa queda é justificada
pelo aumento das importações muito acima do registrado
pelas exportações. As vendas subiram apenas 3,4% em relação
ao mesmo mês do ano passado, já as compras tiveram um incremento
de 34,8%.
Os recordes anteriores foram
registrados em agosto de 2006, no caso das exportações
(US$ 13,671 bilhões), e em maio deste ano, quando as importações
somaram US$ 9,779 bilhões.
O desempenho das duas últimas
semanas de julho contribuiu para esses recordes. Na quarta semana (dias
23 a 29), as exportações somaram US$ 3,397 bilhões
e as importações, US$ 2,502 bilhões, resultando
em um saldo positivo de US$ 895 milhões. Já a quinta semana
(dias 30 e 31) apresentou um superávit de apenas US$ 95 milhões,
com vendas de US$ 1,079 bilhão e compras de US$ 984 milhões.
No acumulado do ano, o saldo
da balança comercial está em US$ 23,985 bilhões,
uma queda de 4,8% em relação ao mesmo período do
ano passado.
O mercado financeiro estima
um superávit da balança comercial de US$ 43,8 bihões
neste ano, enquanto o Banco Central projeta um saldo positivo de US$
40 bilhões.
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CONSULTOR JURÍDICO,
01 de agosto de 2007
Relação de trabalho
Honorários devem ser cobrados
na Justiça do Trabalho
As ações de cobrança
de honorários advocatícios devem ser julgadas pela
Justiça do Trabalho. Essa foi a conclusão de dois juízes
de Mato Grosso, ao se declararem imcompetentes para julgar esse tipo
de processo. As decisões são da última segunda-feira
(30/7).
O juiz Yale Sabo Mendes, do Juizado
Especial do Planalto, em Cuiabá, determinou que a Ação
de Cobrança de Honorários Advocatícios que um advogado
moveu contra uma cliente seja remetida a uma das Varas de Trabalho da
Capital.
Da mesma forma, o juiz Adauto
dos Santos Reis, da Comarca de Cáceres, ordenou que a Ação
Ordinária de Arbitramento de Honorários Advocatícios
com pedido de Nulidade de Cláusula Contratual, proposta por um
cliente contra o Banco da Amazônia, seja remetida à Justiça
trabalhista.
Sabo explicou que “por
força da nova redação contida no artigo 114 da Constituição
Federal, preconizada pela Emenda Constitucional 45/2004, a competência
para julgar o presente feito é da Justiça do Trabalho”.
Segundo o mesmo artigo, cabe à Justiça
Trabalhista processar e julgar as ações oriundas da relação
de trabalho, abrangidos os entes de direito público externo e
da administração pública direta e indireta da União,
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios (inciso I);
as ações de indenização por dano moral ou
patrimonial, decorrentes da relação de trabalho (inciso
VI) e outras controvérsias decorrentes da relação
de trabalho, na forma da lei (inciso IX).
Ele ressaltou que a Justiça
do Trabalho, que fazia a conciliação e julgamento dos dissídios
individuais e coletivos entre trabalhadores e empregadores, agora, com
a nova redação do artigo 114, deve processar e julgar todos
os conflitos emergentes da relação de trabalho em sentido
amplo, o que implicaria também os decorrentes do trabalho pessoal
prestado a outrem.
Na ação que tramita
na Comarca de Cáceres, o autor solicitou que o juiz Adauto dos
Santos Reis determinasse o pagamento dos honorários, e, por extensão,
declasse a nulidade de uma cláusula contratual.
“Como conseqüência,
a Justiça do Trabalho passa a ser o segmento do Poder Judiciário
responsável pela análise de todos os conflitos decorrentes
da relação de trabalho em sentido amplo”, afirmou.
O juiz ressaltou que a pretensão refere-se a um contrato de prestação
de serviços advocatícios, e por sua natureza, deve ser
deduzida perante a Justiça Trabalhista. Segundo ele, o Juizado
Especial de Cáceres é absolutamente incompetente para processar
e julgar o feito, com base no mesmo artigo 114 da Constituição.
Processo 2.120/2007 e 1.066/2006
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ÂMBITO JURÍDICO,
01 de agosto de 2007
TJGO mantém restabelecimento
de gratificação de insalubridade
A 4ª Câmara do Tribunal de Justiça de Goiás, por votação
unânime, manteve sentença do juiz da comarca de Itajá,
Adenito Francisco Mariano Júnior, que mandou o prefeito local, Luciano
Leão, restabelecer o pagamento da gratificação adicional
de insalubridade do motorista Orecy Ramos de Freitas. A decisão foi
tomada em duplo grau de jurisdição, tendo o desembargador-relator,
João de Almeida Branco, observado que ficou demonstrado o direito líquido
e certo do impetrante ao recebimento da mencionada gratificação
que vinha recebendo havia vários anos.
O motorista alegou que promove
a coleta de lixo em entulho no município e, por exercer atividade
insalubre, teve incorporada à sua remuneração a
gratificação de adicional de insalubridade, deixando de
recebê-la a partir de junho de 2005. Almeida Branco ponderou que
embora a administração pública tenha autonomia de
anular seus atos eivados de irregularidades, sequer instaurou procedimento
administrativo quando suprimiu do vencimento do impetrante o adicional
que vinha percebendo. Segundo ele, "se houve o entendimento de que
o trabalho exercido pelo impetrante não era mais insalubre, era
imperiosa sua notificação para que pudesse se manifestar
acerca do ato administrativo em questão, antes que fosse efetivado,
posto que, das provas dos autos, a insalubridade ainda está caracterizada".
Ao final, concluiu o relator, "ausente
o procedimento administrativo, de modo a propiciar ao servidor o direito
ao devido processo legal e a contraditório e ampla defesa, a conduta
unilateral do município de Itajá torna-se eivada de ilegalidade’.
A ementa recebeu a seguinte redação: "Duplo
Grau de Jurisdição em Mandado de Segurança. Gratificação
de Insalubridade". Correta a sentença que reconheceu o direito
do autor ao recebimento do adicional de insalubridade, considerando que
o próprio município prevê em sua legislação
que a atividade desenvolvida pelo servidor, in casu, coleta de lixo,
requer o pagamento da gratificação, ademais, exsurge a
inviabilidade de anular tal ato sem a instauração de procedimento
administrativo com a aplicação do devido processo legal,
e amplo direito de defesa. Duplo Grau de Jurisdição em
Mandado de Segurança nº 14699-4/195 (200701264726), publicada
no Diário da Justiça em 28 de julho de 2007. Itajá.
Acórdão de 27 de julho de 2007.(Lílian de França)
Fonte: TJGO
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ÂMBITO JURÍDICO,
01 de agosto de 2007
Aposentadoria por invalidez suspende
prazo prescricional
A aposentadoria por invalidez não
extingue o contrato de trabalho, razão pela qual os contratos
nessa situação não se sujeitam à prescrição.
Sob este fundamento, a 3ª Turma do TRT-MG deu provimento a recurso
ordinário de um reclamante, aposentado por invalidez, que
pleiteava o pagamento de verbas indenizatórias. A desembargadora
relatora, Maria Lucia Cardoso Magalhães, frisou que “a
aposentadoria por invalidez importa na suspensão do contrato
de trabalho durante o prazo fixado pelas leis de previdência
social. No caso, operou-se a suspensão do prazo prescricional
bienal por encontrar-se o reclamante aposentado por invalidez em
decorrência de doença. Não há, também,
que se falar em prescrição qüinqüenal, já que
o prazo, também para esta, encontra-se suspenso”.
A lei previdenciária prevê ainda
que, recuperando o empregado a capacidade de trabalho, a aposentadoria é cancelada
e o empregado tem garantido seu retorno ao mesmo posto de trabalho antes
ocupado, sendo facultado ao empregador o direito de indenizá-lo
por rescisão de contrato de trabalho. No caso do empregador ter
contratado outro empregado substituto, poderá rescindir o contrato
sem pagar indenização, desde que tenha dado ciência
a ele da possível temporariedade do contrato.
A Turma afastou a prescrição
total reconhecida pela sentença, e determinou o retorno do processo à Vara
de origem para julgamento do mérito da causa.
( RO nº 00121-2007-076-03-00-9
)
Fonte: TRT3
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DEPACOM, 01 de agosto de 2007
Depacom realiza encontro no Maranhão
e aprova moção

O Departamento Profissional da Construção
e do Mobiliário – DEPACOM, realizou na sede da FETICOM/MA,
dia 27/07 em São Luís/MA, o Encontro Nacional da Construção
e do Mobiliário.
As federações e os sindicatos presentes, aprovaram moção
de apoio abaixo transcrita.
Outras federações do grupo que não puderam estar na reunião,
estão aderindo ao documento.
MOÇÃO DE APOIO
As Federações dos
Trabalhadores da Construção e do Mobiliário do Brasil,
reunidas dia 27 de julho de 2007, em São Luís/MA, deliberaram
em apoiar amplamente a CNTI – Confederação Nacional
dos Trabalhadores na Indústria e a NCST – Nova Central Sindical
de Trabalhadores, pela posição firme demonstrada na reunião
ocorrida dia 04/07/2007 em Brasília/DF na sede da CBIC – Câmara
Brasileira da Indústria da Construção.
As federações entendem
que a mão de obra informal não se combate distante do local
de trabalho, nem tão pouco de forma isolada. É preciso
mais que isso. É necessário o engajamento de todos os atores
envolvidos, até porque, as entidades sindicais estão há anos
e anos, trabalhando para que a legislação trabalhista seja
cumprida.
Qualquer protocolo de intenções
no setor da construção civil, deverá no mínimo
constar com a presença das seguintes instituições:
CNTI – Confederação
Nacional dos Trabalhadores na Indústria;
CNI – Confederação Nacional da Indústria;
Centrais Sindicais;
Federações de Trabalhadores Estaduais que representam o grupo
das categorias da Construção Civil;
Sinduscon´s (existem mais de 40 no país);
MTE – Ministério do Trabalho e Emprego;
MPT – Ministério Público do Trabalho; e
Ministério da Previdência Social (INSS).
Nossas
entidades continuarão
abertas ao diálogo, mais sempre irmanadas com as federações
e sindicatos de trabalhadores representativos da categoria da construção
civil.
São Luís/MA,
27 de julho de 2007.
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO MARANHÃO
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO PARANÁ
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DOS ESTADOS DO PARÁ E AMAPÁ
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO AMAZONAS
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DE SÃO PAULO
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DOS ESTADOS DE GOIÁS E TOCANTINS
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO CEARÁ
FEDERAÇÃO
DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DA CONSTRUÇÃO
E
DO MOBILIÁRIO DO ESTADO DO PERNAMBUCO
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DEPACOM, 03 de agosto de 2007
FETICOM/RS realiza seu IV Encontro Estadual de Dirigentes Sindicais
da Construção e do Mobiliário |
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Solenidade
de abertura: da esq. ÊNIO KLEIN, JOSÉ GABRIEL
TEIXEIRA DOS SANTOS, JOSÉ SEBASTIÃO
DOS SANTOS, AROLDO GARCIA, GERALDO RAMTHUN e ALTAMIRO PERDONÁ. |
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A FETICOM/RS – Federação dos Trabalhadores
nas Indústrias da Construção e do Mobiliário
do Estado do Rio Grande do Sul, presidida pelo companheiro AROLDO
GARCIA, está realizando seu IV Encontro Estadual de Dirigentes
Sindicais da Construção e do Mobiliário. O
encontro começou ontem (02/08) e o encerramento está previsto
para amanhã (04/08) às 12:00 horas. Na abertura
tivemos a presença dos senhores GERALDO RAMTHUN, presidente
da FETRACONSPAR – Federação dos Trabalhadores
nas Indústrias da Construção e do Mobiliário
do Estado do Paraná, ALTAMIRO PERDONÁ, presidente
da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias
da Construção e do Mobiliário do Estado
de Santa Catarina e do DEPACOM, ÊNIO KLEIN, Diretor Secretário
Regional da CNTI/RS, JOSÉ GABRIEL TEIXEIRA DOS SANTOS,
Secretário de Educação da CNTI e JOSÉ SEBASTIÃO
DOS SANTOS, Secretário Geral da CNTI.
Confira
programação
completa do encontro
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JOSÉ GABRIEL TEIXEIRA
DOS SANTOS, falou sobre o Programa de Aceleração
do Crescimento (PAC) |
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GERALDO
RAMTHUN, em sua palestra abordousobre a Contribuição
Assistencial. |
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JOSÉ SEBASTIÃO,
falou sobre a atuação da FETICOM/SP na área
da Construção Civil |
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ALTAMIRO
PERDONÁ,
falou sobre o DEPACOM. |
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Brasil de Fato, 1 de agosto
de 2007
"Central Classista quer base efetiva",
diz Wagner Gomes
A hegemonia de um grupo que permanece no controle da Central Única dos
Trabalhadores (CUT) desde a sua fundação, além de outras
críticas, é o principal motivo da saída da Corrente Sindical
Classista (CSC), impulsionada por militantes do PCdoB, da entidade. A ação,
porém, não pretende rivalizar nem com a CUT, nem com outras centrais. "A
Central Classista se concentrará num trabalho de base efetivo junto
aos sindicatos", disse a Brasil de Fato Wagner Gomes, vice-presidente
da CUT e liderança da CSC.
Os comunistas pretendem
fundar uma nova central sindical e, com isso, dar maior visibilidade às
suas idéias e difundi-las entre a base dos trabalhadores. Hoje,
a CSC é a segunda maior força política dentro
da CUT, a maior central do país.
" Queremos que a sociedade conheça nossas idéias. E isso não
estava sendo possível dentro da CUT, e avaliamos que nem seria possível",
revela Wagner Gomes, membro da CSC e vice-presidente nacional da CUT.
A decisão foi aprovada no Comitê Central do PCdoB, mas Wagner
explica que a decisão partiu da base da CSC. "A decisão
não foi do partido, mas da corrente, que também conta com militantes
de outros grupos, como o PT", explica.
A nova central, que ainda não tem nome definido, deve manter uma relação
de proximidade com a CUT. “Não seremos uma central de oposição à CUT,
achamos que a ela ainda tem um papel importante a cumprir. Teremos uma relação
de parceria prioritária com a CUT”, prevê Wagner Gomes.
Decisão sai no final do ano
A CSC realizará, em outubro, uma assembléia extraordinária
para decidir sobre a saída da CUT. Se for aprovada, como é provável
que aconteça, a nova central deve ter um congresso de fundação
já em dezembro. Com isso, a corrente desocupará os seus cinco
cargos na executiva nacional da CUT antes do prazo previsto – a última
eleição da executiva foi em 2006 e o mandato é de 3 anos.
Segundo cálculos da corrente, a CSC tem militantes em cerca de 800 sindicatos,
sendo que possui hegemonia em aproximadamente 400.
Pela recém-lançada lei que legaliza as centrais sindicais, a
CSC conseguirá atingir os pré-requisitos de representatividade
e se firmar enquanto central.
Questionado se a central encabeçada pela CSC seria maior que recém-fundada
União Geral dos Trabalhadores (UGT, resultado da fusão entre
três centrais), Wagner explica que a CSC não pretende fazer sindicalismo
com números. “Não queremos ter muitos sindicatos só no
cartório, vamos construir um sindicalismo com trabalho de base efetivo”.
Wagner Gomes afirma que sua corrente tem estabelecido diálogo com outras
forças políticas do movimento sindical para tentar aglutinar
o maior número de trabalhadores. O dirigente confirmou conversas com
o PSB, com diversas federações de trabalhadores rurais e a Central
Geral dos Trabalhadores Brasileiros (CGTB).
Histórico
A Articulação Sindical (Artsind), grupo ligado ao Campo Majoritário
do PT, controla a CUT desde 1983, data da fundação. Os sindicalistas
ligados ao PCdoB, à época, foram contra a decisão de fundar
a CUT, acreditando que o movimento de fundação, protagonizado
pelos petistas, vinha no sentido de dividir o movimento sindical. Após
a fragmentação ocasionada pela repressão da ditadura militar,
o movimento tinha conseguido uma unicidade na Conferência Nacional das
Classes Trabalhadoras (Conclat), em 1981.
Na Conclat, deliberou-se a formação da Comissão Nacinal
Pró-CUT, os militantes do PcdoB foram contra e passaram a atuar na Confederação
Geral dos Trabalhadores (CGT), até 1991. Devido a opção
clara desta central pelo “sindicalismo de resultados” e o respaldo
político dado ao governo Fernando Collor - inclusive indicando o ministro
do Trabalho, Rogério Magri - a CSC rompeu com a central e aderiu à CUT.
Um setor da CGT, aparelhada pelo governo Collor, sai da entidade e funda outra
CGT, enquanto lideranças mais afinadas com a colaboração
de classes fundam a Força Sindical. A principal liderança desse
sindicalismo era Luiz Antonio de Medeiros, primeiro presidente da entidade
e, atualmente, secretário de Relações de Trabalho do Ministério
do Trabalho.
“ Quando aderimos à CUT havia uma polarização no movimento
sindical, entre a CUT e a Força Sindical. Resolvemos ir para o lado que
estava mais comprometido com a luta dos trabalhadores, mas hoje o movimento sindical
está pulverizado, com mais de cinco centrais. Então, resolvemos
fundar a nossa própria central para nos expressar de forma melhor”,
avalia Wagner Gomes.
Desde o início de sua história na CUT, a CSC teve uma posição
mais próxima à direção da CUT do que outros setores,
que acabaram saindo da central para se agrupar na Conlutas e na Intersindical.
A CSC, por diversas vezes, compôs chapa com a Artsind e outros setores
do PT.
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Folha
de São Paulo, 1 de agosto de 2007
Pobre é que deveria se zangar; rico
já ganhou muito, diz Lula
Presidente afirma que "alguns querem brincar
com a democracia" e desafia seus críticos
| Reação ocorre depois de protestos isolados e início do "Cansei';
petista garante que ninguém no país coloca mais gente nas ruas
que ele
PEDRO DIAS LEITE, ENVIADO ESPECIAL
A CUIABÁ
HUDSON CORRÊA, DA AGÊNCIA FOLHA, EM CAMPO GRANDE
Em resposta às vaias
e críticas que vem sofrendo, o presidente Luiz Inácio
Lula da Silva afirmou, em discurso ontem, que as manifestações
ocorrem de pessoas que ganharam muito dinheiro no atual governo e que
há muita gente "incomodada com a democracia". Para
Lula, se "alguns quiserem brincar com a democracia", ninguém
neste país "sabe colocar mais gente nas ruas" do que
ele.
O discurso foi feito ontem,
em mais um evento fechado de lançamento do PAC (Programa de
Aceleração do Crescimento), em Cuiabá. Foi a mais
dura resposta de Lula desde a vaia histórica no Maracanã na
abertura dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, no dia 13 de julho.
Lula ouviu vaias isoladas em outros eventos do PAC. O forte ataque à oposição
vem também na semana seguinte ao lançamento do movimento "Cansei",
organizado por empresários de São Paulo e pela OAB, pedindo
mudanças nos rumos do país.
"Se alguns quiserem brincar
com a democracia, eles sabem que neste país ninguém sabe
colocar mais gente na rua do que eu. Eles sabem", desafiou. Lula
afirmou que há, no país, um grupo de pessoas que apoiou
o golpe militar e "está incomodado com a democracia, porque
a democracia pressupõe o pobre ter direitos".
Apesar de acusar a oposição
de não aceitar a derrota na eleição, Lula fez
um discurso todo em tom de campanha. Chegou inclusive a mencionar o
debate na TV com seu adversário na eleição passada,
o tucano Geraldo Alckmin. "Eu fui quase que um gentleman na disputa
com meu adversário. Ele, que era um gentleman, virou quase que
uma coisa louca", disse.
O discurso de ontem foi pontuado
por frases de efeito sobre sua infância pobre e a diferença
de prioridades entre ricos e pobres. "Os que estão vaiando
são os que mais deveriam estar aplaudindo, posso garantir que
foram os que ganharam muito dinheiro neste país, no meu governo.
Aliás, a parte mais pobre é que deveria estar mais zangada,
porque ela teve menos do que eles tiveram. É só ver quanto
ganham os banqueiros, os empresários, e vamos continuar fazendo
política sem discriminação", afirmou.
O raciocínio é idêntico
ao que fez às vésperas do primeiro turno em 2006: "A única
frustração que eu tenho é que os ricos não
estejam votando em mim. Porque eles ganharam dinheiro como ninguém
no meu governo", disse, então. O desabafo de ontem tem
tom distinto da reação de Lula na primeira vez que falou
das vaias no Pan, quando disse que tinha ficado "triste" porque
estava preparado para uma festa.
"Notinha"
O presidente prometeu manter
intensa agenda de viagens e foi irônico em relação à imprensa. "Esse
presidente tem tanto medo de notinha em jornal dizendo que vai ter
manifestação que, em 1975, quando diziam que a porta
da Volkswagen tava (sic) cheia de militar para não fazer assembléia,
levantava às 4h para ir fazer assembléia."
Em Campo Grande, Lula respondeu
a um protesto de grupo de aproximadamente 20 universitários
que ele chamou de "meia dúzia de meninos gritando [Fora
Lula]. "Alguém de vocês que tenha mais idade, pelo
amor de Deus, diga para que eles que as eleições acabaram
em outubro", afirmou.
Antes de o presidente
sair da base aérea de Campo Grande, um grupo de 20 homens
da Polícia Militar arrancou quatro faixas das mãos
de ao menos dez agentes penitenciários. Do lado de fora da
base aérea, os agentes estenderam as quatro faixas pedindo
a criação da polícia penitenciária. Os
manifestantes disseram que a ordem de arrancar as faixas foi do comando
da PM. O governo do Estado negou. A Secretaria de Imprensa da Presidência
informou que não deu a ordem.
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Folha
de São Paulo, 1 de agosto de 2007
Pisos salariais entram em vigor hoje em
São Paulo
Valores são de R$ 410, R$ 450 e R$ 490;
primeiro pagamento será em setembro
| Mudança beneficia cerca de 1 milhão de trabalhadores da iniciativa
privada que não têm piso salarial definido por lei federal
MARCOS CÉZARI
DA REPORTAGEM LOCAL
A partir de hoje, diversas
categorias de trabalhadores da iniciativa privada que recebem o salário
mínimo no Estado de São Paulo terão aumento salarial. É que
entra em vigor a lei nº 12.640, assinada pelo governador José Serra
(PSDB) em 11 de julho passado. O primeiro pagamento será feito
em 6 de setembro.
A lei fixa três novos
pisos salariais no Estado: R$ 410, R$ 450 e R$ 490. Segundo o governo
paulista, os novos valores beneficiarão cerca de 1 milhão
de trabalhadores da iniciativa privada que não têm piso
salarial definido por lei federal, convenção ou acordo
coletivo de trabalho. Assim, os trabalhadores beneficiados não
poderão receber menos do que determina a lei.
Entre os trabalhadores beneficiados
estão os domésticos, carteiros, tintureiros, cabeleireiros,
manicures, pedicures, joalheiros, pedreiros, pintores, garçons
e motoboys (no quadro estão algumas das 105 categorias beneficiadas).
A lei determina que os pisos
não serão pagos aos trabalhadores que tenham outros pisos
definidos em lei federal, convenção ou acordo coletivo,
aos servidores públicos estaduais e municipais, bem como aos
contratos de aprendizagem, que continuam fixados com base no valor
do mínimo nacional.
A instituição
de pisos salariais pelos Estados está assegurada pela lei complementar
nº 103, de julho de 2000, assinada pelo ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso. A fiscalização da aplicação
da lei caberá ao Ministério do Trabalho. Segundo o governador
paulista, os novos valores não alcançam quem tem a proteção
dos sindicatos ou recebe o benefício de qualquer legislação
específica. Assim, quando houver dissídio, este prevalecerá.
Caso contrário, valerá o piso. Mas, se o dissídio
gerar salário menor do que o piso, será obrigatório
o aumento.
Em relação ao
atual valor do mínimo, os pisos paulistas são superiores
em 7,89%, 18,42% e 28,95%, respectivamente. Os aposentados e pensionistas
do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que recebem valores inferiores
ao mínimo de R$ 410 não serão beneficiados. É que
os valores pagos pela Previdência Social seguem a legislação
federal.
Contribuição ao INSS
Com os novos pisos salariais,
quem tiver aumento terá de pagar uma contribuição
maior ao INSS. No quadro estão exemplos desse aumento com base
na contribuição paga por quem recebe o mínimo
de R$ 380.
Para uma grande parte dos empregadores
domésticos o aumento será maior ainda. É que,
em geral, são eles que pagam também a contribuição
do empregado. Assim, além dos R$ 30 pagos ao empregado, será preciso
desembolsar mais R$ 5,90, uma vez que a contribuição
ao INSS subirá dos atuais R$ 74,67 para R$ 80,57.
A contribuição
maior, porém, não valerá para os trabalhadores
por conta própria (autônomos informais), donas-de-casa,
estudantes e outros que optaram por recolher a contribuição
previdenciária de 11% sobre um salário mínimo.
Segundo o advogado Wladimir Novaes Martinez, especialista em legislação
previdenciária, para eles a contribuição continuará sendo
calculada sobre R$ 380, ou seja, permanece sendo de R$ 41,80 por
mês.
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JORNAL GAZETA DO POVO, 01
de agosto de 2007 | Economia
Supersimples
Microempresário já pode
calcular imposto
por FELIPE LAUFER
Até a manhã de ontem, 2,799 milhões de empresas haviam
solicitado adesão ao Supersimples (1,462 milhão) ou tiveram a
migração feita automaticamente (1,337 milhão). A partir
das 9 horas de hoje, a Receita põe à disposição
do contribuinte o programa para o cálculo da alíquota que deve
ser paga até o dia 15 de agosto, referente ao mês de julho. A
impressão da guia de pagamento poderá ser feita a partir do dia
6.
A concessão de mais 15 dias para formalizar a adesão ao Simples
Nacional (Supersimples), anunciada na segunda-feira à noite pela Receita
Federal, traz um leve alívio para o micro e pequeno empresário
brasileiro. O prazo antigo venceria ontem. Agora, a torcida é pela aprovação,
no Senado, do projeto de Lei Complementar 79, do deputado federal José Pimentel,
que corrige distorções da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa,
que instituiu o Supersimples.
Entre os problemas que tiram
o sono do microempresário, está a inclusão de grande
parte das prestadoras de serviço numa tabela de alíquotas
que aumenta carga tributária. Para estas empresas será necessário
recolher separadamente os 21% de contribuição patronal
ao INSS.
Na comparação
com o atual Simples federal, o Supersimples representa despesa maior
com impostos. Ainda assim, ainda é vantajoso para algumas atividades
que, até agora, utilizavam o sistema de tributação
por lucro presumido.
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JORNAL GAZETA DO POVO, 01 de agosto de 2007

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Notícias do Tribunal
Superior do Trabalho
01/08/2007
Bancária demitida durante licença
médica não será reintegrada
A Quarta Turma do Tribunal Superior
do Trabalho não conheceu do recurso de revista de uma ex-bancária
dispensada durante o gozo do auxílio-doença. O empregador
(Banco do Estado de Minas Gerais-BEMGE) foi extinto e a empregada pretendia
a reintegração ou indenização, em razão
da estabilidade provisória.
A empregada foi admitida em 1992 pelo BEMGE, posteriormente sucedido pelo Banco
Itaú S.A. Contou que adquiriu Lesão por Esforços Repetitivos
(LER), diagnosticada em 1996, quando foi licenciada e passou a receber o auxílio-
doença, o que perdurou até 1998, ano em que foi dispensada. Segundo
ela, a dispensa ocorreu imotivada e arbitrariamente durante o auxílio-doença,
estando suspenso o contrato de trabalho.
O banco contestou os argumentos, ressaltando que não havia como mantê-la
no emprego com o encerramento das atividades da agência bancária.
Afirmou que a rescisão do contrato de trabalho obedeceu à legislação
e negou que o contrato estivesse suspenso no ato da dispensa.
Na Vara do Trabalho de Duque de Caxias (RJ), a empregada pediu a nulidade da
dispensa e a sua reintegração ao emprego, além do pagamento
das verbas rescisórias. Pediu também a complementação
dos valores do auxílio-doença e a reinclusão ao plano
de saúde do banco.
O juiz de primeiro grau condenou o Bemge e o Itaú, solidariamente, pelos
débitos trabalhistas, declarando nula a dispensa. Segundo o juiz, a
empregada tinha o direito à garantia de emprego até 2000. “Sendo
impossível o seu retorno, e, já decorrido quase a totalidade
do período de estabilidade, converte-se a garantia em indenização”.
A empregada vai receber o valor equivalente aos salários do período
de estabilidade, incluindo-se as suplementações de auxílio-doença
vencidas desde novembro de 1998 até a alta médica em 1999, além
dos reajustes, férias, FGTS, “tudo como se ela estivesse trabalhando”.
As partes recorreram ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região
(RJ), que reformou parcialmente a sentença. A bancária insistiu
no pedido de reintegração ao emprego, com base no artigo 93 da
Lei nº 8.213/91. A lei determina que as empresas o preencham uma cota
mínima com empregados reabilitados e/ou portadores de deficiência,
autorizando a dispensa somente após a contratação de outro
empregado em condição semelhante. A empregada alegou que tinha
condições de retornar.
O Regional entendeu correta a conversão da estabilidade em indenização.
Quanto à reintegração ao emprego, julgou que “uma
vez encerradas as atividades empresariais, obviamente resulta impossível
restaurar o vínculo, o que não desobriga o empregador das responsabilidades
inerentes”. Determinou, ainda, a reinclusão da empregada e de
seus dependentes no plano de saúde pelo período de estabilidade.
No TST, a empregada apontou violação ao artigo 497 da CLT e à Lei
nº 8.213/91. O relator do processo, ministro Antônio Barros Levenhagen,
ressaltou que não houve violação aos dispositivos apontados,
tendo a decisão se pautado no fechamento da agência (situação
que atingiu todos os empregados que lá prestavam serviços). “É descabido
enfocar a questão exclusivamente pelo ângulo teórico e
específico da proteção ao portador de deficiência
ou reabilitado, como se isso independesse do funcionamento ou não da
agência”, disse ele. Ainda segundo o relator, a regra de contratar
um substituto só é “aplicável àquele que
já tenha retornado ao trabalho e não ao que está buscando
a reintegração”. (RR 315/1999-048-01-00)

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