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O ESTADO DO PARANÁ,
02 de setembro de 2008 | Economia
Salário mínimo ideal
seria de R$ 2.025,99
Agência Estado
Com base no preço da cesta básica mais cara do País em
agosto, a de Porto Alegre (R$ 241,16), os técnicos do Departamento Intersindical
de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) fizeram contas
e chegaram a conclusão de que o salário mínimo ideal para
o mês passado seria de R$ 2.025,99. Esse valor teria como função
cobrir todas as despesas de uma família brasileira com quatro pessoas
(dois adultos e duas crianças) com alimentação, moradia,
saúde, educação, vestuário, higiene, transporte,
lazer e previdência. Este valor do mínimo ideal, que equivale
a 4,88 vezes o piso atual, de R$ 415,00, no entanto, caiu em relação
ao estimado em julho, que correspondia a R$ 2.178,30 e representava 5,25 vezes
o mínimo vigente.
Em agosto do ano passado, o salário
mínimo ideal, pelas contas do Dieese, era de R$ 1.733,88 e correspondia
a 4,56 o mínimo vigente à época, que era de R$ 380,00.
A queda do mínimo estimado pelo Dieese de julho para agosto se
deu em decorrência da queda dos preços da cesta básica
em 15 das 16 capitais do País em que o Dieese realiza mensalmente
sua pesquisa de preços da cesta básica.
Capitais
Apesar de continuar como
a mais cara do País, a cesta básica em Porto Alegre registrou
queda de 6,99% no preço este mês, ante os R$ 259,29 de
julho. Os analistas do Dieese destacam ainda que o preço cobrado
pela cesta básica na capital do Rio Grande do Sul no mês
passado (R$ 241,16) é praticamente o mesmo registrado pelo conjunto
dos alimentos básicos na cidade de São Paulo, que foi
de R$ 241,15. O terceiro maior valor (R$ 231,26) foi apurado em Belo
Horizonte. Na contrapartida, as cestas mais baratas foram encontradas
em Recife (R$ 176,09) e Fortaleza (R$ 178,37).
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Agência Diap, 2 de
setembro de 2008
ALIMENTOS ESSENCIAIS
Custo da cesta básica cai
em 15 das 16 capitais pesquisadas pelo Dieese
Em agosto, o preço dos
produtos alimentícios essenciais que compõem a cesta básica
teve queda em 15 das 16 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical
de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A única
alta foi constatada em Goiânia (1,15%).
As maiores retrações apareceram em Recife (-10,77%), Natal (-0,73%),
Fortaleza (-10,59%) e Rio de Janeiro (-10,56%). O fato é mais um sinal
de que a inflação está desacelerando e, por conseqüência,
o Banco Central não tem motivos para manter o viés altista da
política monetária. É hora de reduzir e não de
aumentar as taxas de juros.
As mais caras
A cesta básica mais cara do Brasil continua sendo a de Porto Alegre:
ela custou R$ 241,16 em agosto, mesmo depois de uma queda de 6,99% ante o valor
de setembro. São Paulo (R$ 241,15) e Belo Horizonte (R$ 231,26) têm,
respectivamente, a segunda e a terceira cestas básicas mais caras do
País. As mais baratas são as de Recife (R$ 176,09) e Fortaleza
(R$ 178,37).
Com o recuo do custo da cesta em agosto, a variação acumulada
no ano também diminuiu na maior parte das cidades pesquisadas, com exceção
apenas de Goiânia, aonde a alta no ano chegou a 9,09%.
Ainda assim, este percentual é a segunda menor variação
acumulada nas 16 capitais pesquisadas. O menor aumento foi apurado em Belém
e Aracaju (ambas com 8,59%), ao passo que em Vitória a alta foi de 9,75%,
também inferior a 10%. As maiores elevações ocorreram
em Curitiba (22,81%), Brasília (18,60%) e Salvador (18%).
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Folha
de S.Paulo, 2 de setembro de 2008
Governo afasta cúpula da Abin por
causa de grampo
Lula diz que saída temporária de
Lacerda é para "assegurar a transparência do inquérito" |
Outros dois funcionários da agência foram afastados; Procuradoria
acompanhará investigação da Polícia Federal
sobre a escuta
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Depois das cobranças do STF (Supremo Tribunal Federal) e do Congresso
Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu ontem à noite
afastar temporariamente o diretor-geral da Abin (Agência Brasileira de
Inteligência), Paulo Lacerda, e subordinados diretos.
Em nota, o Planalto atribuiu os afastamentos à necessidade de "assegurar
a transparência" do inquérito sobre a autoria do grampo que
interceptou conversa entre o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, e o senador
Demóstenes Torres (DEM-GO). A Polícia Federal conduzirá as
investigações, que serão acompanhadas pelo Ministério
Público Federal. A revista "Veja" responsabilizou a Abin pela
escuta.
Na nota, Lula ressalva outros dois pontos: 1) pede que o Congresso aprove projeto
de lei que regula e limita as escutas telefônicas; 2) determina que o
Ministério da Justiça elabore proposta agravando a responsabilidade
administrativa e penal de autores de grampos ilegais.
A repercussão negativa da divulgação da escuta mobilizou
o dia no Planalto, dividido em três grandes reuniões. Na primeira,
o presidente recebeu a cúpula do STF, além dos ministros Jorge
Armando Felix (Gabinete de Segurança Institucional), Tarso Genro (Justiça),
Nelson Jobim (Defesa) e Franklin Martins (Comunicação).
À tarde, o presidente do Congresso, Garibaldi Alves (PMDB-RN), e os senadores
Tião Viana (PT-AC) e Demóstenes Torres estiveram no Planalto. Na última
reunião do dia, Lula chamou seus principais ministros e então decidiu
pelo afastamento da cúpula da Abin.
A Folha apurou que Jobim foi o mais ardoroso defensor do afastamento de Lacerda,
que deverá trabalhar no gabinete do ministro Felix enquanto durar a
investigação da PF.
Além de Lacerda, serão afastados José Milton Campana,
diretor-adjunto e número dois da agência, e Paulo Maurício
(diretor). No lugar de Lacerda ficará o secretário de Planejamento
e Orçamento da Abin, Wilson Trezza.
Tensão
Pela manhã, Lula chegou a rejeitar um pedido de demissão de Lacerda.
Mas ao longo do dia, cedeu ao argumento de que era preciso dar uma resposta
mais dura à divulgação da escuta. Para diferentes interlocutores,
o presidente defendeu Lacerda. Disse que ele havia feito um bom trabalho na
direção da PF e que não o demitiria para dar uma satisfação à opinião
pública. No fim do dia, optou pelo meio-termo: o afastamento temporário.
Apesar de o governo rejeitar qualquer responsabilidade no episódio,
o dia foi tenso no Planalto. Senadores afirmaram que o presidente demonstrou "nervosismo" na
conversa da tarde. Pela manhã, o clima do encontro começou tenso,
com Gilmar Mendes e ministros do Supremo cobrando providências do presidente.
O general Felix também colocou o cargo à disposição,
mas o presidente não aceitou. Segundo um ministro que participou dos
debates, o governo não elimina nenhuma hipótese sobre culpados
pelo grampo.
Há três linhas de investigação em curso: a que considera
o envolvimento de agentes da Abin, da Polícia Federal ou da iniciativa
privada. Suspeitas de que outras autoridades, entre elas ministros do Executivo,
possam ter sido alvo de escutas também serão analisadas.
(KENNEDY ALENCAR, ADR IANO CEOLIN, LETÍCIA SANDER, SIMONE IGLESIAS E
ALAN GRIPP)
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Folha
de S.Paulo, 2 de setembro de 2008
Lula "inaugura" hoje exploração
de óleo no pré-sal no ES
Camada de sal no campo de Jubarte, localizado no
sul do Espírito Santo, tem apenas 200 metros de profundidade | Na
bacia de Santos, no litoral paulista, será preciso perfurar camada
de sal de mais de 2.000 m, a uma profundidade de 7.000 m
ROBERTO MACHADO
ENVIADO ESPECIAL A VITÓRIA (ES)
Faltando um mês para as
eleições municipais, o presidente Luiz Inácio Lula
da Silva inaugura hoje a produção de petróleo na
camada do pré-sal no campo de Jubarte, na bacia de Campos, localizado
no litoral sul do Espírito Santo, em operação que
suaviza as reais condições a serem enfrentadas na nova área
descoberta.
Do ponto de vista operacional, no campo de Jubarte a camada de sal tem apenas
200 metros, enquanto só a camada de sal a ser atravessada na bacia de
Santos pode superar 2.000 metros -com profundidade total de 7.000 metros.
Ao contrário do grande potencial existente na bacia de Santos -onde
só para o campo de Tupi são estimadas reservas de até 8
bilhões de barris-, a Petrobras não divulgou projeções
sobre as reservas do pré-sal de Jubarte. Segundo técnicos da
estatal, ainda serão necessários novos testes.
Em entrevista concedida ontem, o diretor de Exploração e Produção
da Petrobras, Guilherme Estrella, disse que o principal ganho a ser obtido
na produção do pré-sal no Espírito Santo é o
de acumular experiência prática. "É uma espécie
de poço-escola, em que produzimos para ver como o reservatório
se comporta. Para a Petrobras, é algo muito importante: são os
primeiros dados para comprovar a existência de uma grande reserva petrolífera
[toda a camada pré-sal, que vai do litoral do Espírito Santo
ao de Santa Catarina], que até já está mapeada pela Petrobras."
Segundo Estrella, as informações disponíveis hoje mostram
que o pré-sal da bacia de Santos é "mais expressivo" do
que o da bacia de Campos. Mas o diretor da Petrobras destacou que o importante
era unir exploração e produção logo na primeira
etapa de desenvolvimento do projeto.
"É a primeira fase de uma longa etapa de conhecimento e que vamos
iniciar já com produção. É o que chamamos de explotação:
ao mesmo tempo em que recolhemos dados e conhecimentos exploratórios,
também vamos produzir. É isso o que faremos amanhã [hoje].
E, em março do ano que vem, em Tupi", disse.
Volume espetacular
Do ponto de vista da produção, o gerente da estatal para exploração
no Espírito Santo, Márcio Félix, disse que se trata de
um volume "espetacular": "São 18 mil barris por dia,
o que, para um poço exploratório, é espetacular".
Félix disse que, em 2007, já sob o horizonte descortinado pela
descoberta de Tupi, a unidade do Espírito Santo decidiu retomar a pesquisa
feita na região onde está o poço que hoje entra em operação: "O
poço exploratório já havia sido feito.
Completamos o poço, com uma linha flexível que aproveitamos de
outro projeto, e conectamos a uma plataforma que já está em produção
desde dezembro de 2006. É investimento modesto, que permite acessar
a camada do pré-sal e obter dados fundamentais para o desenvolvimento
dessa nova região".
Estrella disse que existe risco de os reservatórios no pré-sal
do Espírito Santo não corresponderem às estimativas mais
otimistas da Petrobras, mas que isso "faz parte do negócio": "Esse é o
procedimento da indústria. As perspectivas são muito interessantes,
expressivas. É preciso correr o risco, vamos produzir, perfurar mais.
Isso leva em consideração o aspecto econômico. Trata-se
de um teste de longa duração".
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Agência Diap, 2 de
setembro de 2008
LICENÇA-MATERNIDADE
Lula sanciona nesta semana ampliação
do benefício para 180 dias
Nesta semana, o presidente Luiz
Inácio Lula da Silva sanciona o projeto de lei que amplia de quatro
para seis meses o prazo da licença-maternidade. De acordo com
o texto, as empresas poderão, voluntariamente, conceder licença
maternidade de 180 dias.
Em compensação, terão o direito de descontar no Imposto
de Renda da Pessoa Jurídica o valor integral dos salários pagos à trabalhadora
pelos dois meses a mais que ela ficar cuidando do filho recém-nascido.
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CFT/PR, 2 de setembro de
2008
Encontro regional do FST no Paraná
O Encontro Regional do Fórum Sindical dos Trabalhadores será realizado
em Curitiba na próxima sexta-feira dia 05 de setembro. São
esperados mais de 150 representantes sindicais de todo o estado. As categorias
profissionais participantes são: comerciários, bancários,
asseio e conservação, professores, turismo e hospitalidade,
indústria da construção e mobiliário, indústria
da alimentação, telefônicos, vendedores, rodoviários,
trabalhadores rurais, indústria e movimentadores de mercadoria.
Além das representações do estado participam ainda
as centrais sindicais alinhadas ao FST: NCST, CTB e UGT. As Confederações
Nacionais sediadas no país também se farão representar.
História – o
FST foi criado um dia antes do FNT – Fórum Nacional do
Trabalho que tinha o intuito de promover a reforma trabalhista e sindical.
Por ser um fórum direcionado, isto é, queria a toda força
implantar a concepção da central sindical governista
na estrutura sindical, ou seja, a pluralidade, sucumbiu. Mas o projeto
continua sendo implementado em partes com os ideais anteriores. Mas
o FST resiste e mantém seu firme propósito de manter
o sindicalismo no país forte e financiado pelos trabalhadores.
Temas - O
Encontro Regional do Paraná busca unificar a resistência à reforma
sindical que prejudica sobremaneira os trabalhadores. O evento faz
parte de uma estratégia aprovada no dia 13 de maio de 2008 em
Brasília, quando foi aprovada a Carta de Brasília que
defende os ideais unicistas, além de buscar a redução
da jornada de trabalho, geração de emprego e renda, fim
do fator previdenciário, reforma agrária, aprovação
das Convenções 151 e 158 da OIT entre outros.
Serviço -
Data: 05 de setembro de 2008
Horário: 9h às 17h
Local: FECEP – Federação
dos Empregados no Comércio do Estado do Paraná
Endereço: Rua Marechal Hermes 910,
Centro Cívico
www.cftpr.org.br e-mail: cftpr@cftpr.org.br
Fone 41.3352 2754
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Agência Diap, 2 de
setembro de 2008
FUNDO DE GARANTIA
Trabalho pauta modificações
no FGTS e terceirização
A Comissão de Trabalho
da Câmara volta a se reunir, nesta quarta-feira (3), para deliberar
sua pauta ordinária de proposições. Trata-se da última
sessão deliberativa do colegiado antes das eleições
municipais. Na pauta, 23 itens a serem deliberados pelo grupo temático.
Entre as proposta a serem analisadas
na Comissão, destaque para as matérias que pretendem modificar
a lei do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O PL 3.538/04,
do deputado Nelson Marquezelli (PTB/SP), que altera a Lei 8.036, de 11
de maio de 1990, que dispõe sobre o FGTS.
O objetivo do parlamentar é permitir
a movimentação do saldo da conta vinculada para aquisição
de máquinas e implementos agrícolas. O relator da matéria,
deputado Marco Maia (PT/RS), apresenta parecer pela aprovação
do projeto.
A matéria chegou a ser
apreciada no colegiado, mas as divergências sobre o projeto de
lei não permitiram a conclusão da votação.
Ao ser apreciada, o deputado Paulo Rocha (PT/PA) pediu verificação
de quorum. Com o colegiado esvaziado, a sessão foi encerrada.
Terceirização
Está ainda na pauta da Comissão, o PL 6.975/06, do deputado Nelson
Pellegrino (PT/BA), que dispõe sobre a formação compulsória
de provisão, pelas empresas prestadoras de serviços, para o pagamento
de obrigações trabalhistas. O relator da matéria é o
deputado Sandro Mabel (PR/GO), cujo parecer é pela aprovação,
com emendas.
Audiência
Requerimento, 187/08, do deputado Edinho Benz (PMDB/SC), que pede a realização
de audiência pública no colegiado também está na
pauta. A intenção é debater sobre as questões relacionadas à jornada
de trabalho dos caminhoneiros.
O colegiado se reunirá no
plenário 12, às 10h.
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Notícias do Tribunal
Superior do Trabalho
02/09/2008
Terceirizada da CEF obtém direito
a isonomia salarial com bancários
A Seção Especializada
em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho
restabeleceu decisão que reconheceu a uma empregada contratada
pela Probank Ltda. para prestar serviços à Caixa Econômica
Federal o direito às mesmas verbas trabalhistas, legais e normativas
concedidas à categoria dos bancários, uma vez que ela cumpria
função idêntica na tomadora.
A empregada foi contratada como
digitadora em fevereiro de 2001. Em março de 2002, a Probank alterou
a função para auxiliar de processamento. Ela, contudo,
alegou jamais ter desempenhado essas atividades, pois trabalhava no setor
de compensação de cheques, onde fazia também a coleta
de envelopes, abertura de malotes, conferência, tratamento de documentos
e retaguarda de entrada de dados na CEF e atividades de caixa. Embora
exercesse atividades típicas de bancários, recebia salário
inferior e cumpria jornada superior sem receber horas extras nem os reajustes
concedidos pelos acordos coletivos da categoria.
Ajuizou ação na
Terceira Vara do Trabalho de Goiânia, e a sentença foi favorável
em parte a suas pretensões. O juiz condenou a Probank e a CEF
(esta de forma subsidiária) a pagar-lhe diferenças salariais
decorrentes do exercício de trabalho bancário e reflexos,
gratificação de caixa, auxílio cesta-alimentação,
adicional noturno e reflexos em FGTS, férias e 13º salário.
A decisão, mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região
(GO), foi reformada pela Sétima Turma do TST, que retirou da condenação
o pagamento das diferenças decorrentes da isonomia salarial, em
virtude de não ter sido reconhecida a existência de vínculo
de emprego diretamente com a CEF.
Ao analisar os embargos
da empregada, o relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, observou ser pacífico
na SDI-1 o entendimento de que a contratação irregular
de trabalhador, mediante empresa interposta, não pode gerar vínculo
de emprego com os órgãos da administração
pública direta, indireta e fundacionais, pois esses empregos têm
de ser preenchidos por meio de concurso público. Mas essa impossibilidade
não afasta o direito do trabalhador terceirizado às mesmas
verbas asseguradas aos da tomadora dos serviços, em face do princípio
da igualdade. ( E-ED-RR-579/2006-003-18-00.5 )
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