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O ESTADO DO PARANÁ,
09 de maio de 2008 | Economia
Governo prevê R$ 25 bi até 2011
para estimular indústrias
Agência Estado
O Plano de Desenvolvimento Produtivo (a nova política industrial), que
será lançado na segunda-feira (12), no Rio, pelo presidente Luiz
Inácio Lula da Silva, deverá ter um custo fiscal de R$ 20 bilhões
a R$ 25 bilhões até 2011, segundo fontes do governo. Esse montante
envolve desonerações tributárias e medidas de equalização
para a redução dos juros dos empréstimos do BNDES.
O Ministério da Fazenda
ainda procura acomodar as demandas de diferentes setores industriais
para a ampliação das medidas. Segundo as fontes, a desoneração
tributária calculada inicialmente estaria perto de R$ 8 bilhões.
Mas poderá ser maior. “Ainda estamos fechando os valores,
podemos ter surpresas”, disse uma fonte.
O plano encontra a indústria
em situação ainda favorável, mas com sinais de redução
no ritmo de crescimento. No primeiro trimestre, a produção
subiu 6,3% em relação a igual período de 2007, ante
9,2% no bimestre, pela mesma base de comparação.
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IBGE, 09 de maio de 2008
INPC varia 0,64% em abril
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação
de 0,64% no mês de abril, acima do resultado de março (0,51%).
O acumulado no ano situou-se em 2,34%, bem acima da taxa do mesmo período
do ano passado (1,62%). Nos últimos 12 meses, o resultado é de
5,90%, também acima da taxa de 5,50% dos 12 meses imediatamente anteriores.
Em abril de 2007, o INPC havia sido de 0,26%.
Em abril, os produtos alimentícios apresentaram variação
de 1,29%, enquanto os não-alimentícios aumentaram 0,37%.
Assim como ocorreu com o IPCA, a região metropolitana de Belém
registrou o maior INPC em abril (1,61%), seguida de Recife (1,08%). A menor
taxa ocorreu em Belo Horizonte (-0,11%), conforme tabela abaixo.

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979,
se refere às famílias com rendimento monetário
de um a seis salários mínimos, sendo o chefe assalariado,
e abrange nove regiões metropolitanas do país, além
do município de Goiânia e de Brasília. Para cálculo
do índice do mês, foram comparados os preços coletados
de 29 de março a 29 de abril (referência) com os preços
vigentes de 1º de março a 28 de março (base).
Comunicação Social
09 de maio de 2008
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FETRACONSPAR, 09 de maio de 2008 | Eventos
Terceirização
Realizada reunião para discussão
da terceirização no Brasil
O 3º Vice-Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, presidente
da FETRACONSPAR e Diretor Secretário Regional da CNTI/PR, GERALDO
RAMTHUN, participou ontem (08/05) em São Paulo/SP, de reunião
com o Secretário de Relações do Trabalho do MTE, Luiz
Antonio de Medeiros para discutir a terceirização da mão
de obra no Brasil.
O encontro reuniu representantes do governo e trabalhadores, onde o Secretário
expôs em linhas gerais o pensamento do governo sobre a terceirização.
Nesta reunião ficou agendada a realização de uma Oficina
de Trabalho com a presença do Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos
Lupi, além de representante de empregadores e trabalhadores, para o
próximo dia 30/06/2008 em São Paulo/SP.
Medeiros informou ainda que após esta oficina, será apresentada
uma minuta de pré-projeto da terceirização no Brasil,
para ser debatido em conjunto com a sociedade.
Representando a Nova Central Sindical de Trabalhadores, esteve presente também
o companheiro JAIRO JOSÉ DA SILVA, Secretário
Nacional do Meio Ambiente da NCST e a economista KARLA BRAZ da
subseção do Dieese na CNTI, que na oficina fará a assessoria
técnica da Nova Central.
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AGÊNCIA SINDICAL, 09
de maio de 2008
Câmara aprova MP que reajustou
mínimo para R$ 415. Medida vai ao Senado
A Câmara dos Deputados
aprovou, nesta quarta-feira (7), a medida provisória 421/08 que
elevou o salário mínimo de R$ 380 para R$ 415, a partir
de 1º de março deste ano. O aumento, de 9,21%, já obedece às
regras estipuladas pelo Projeto de Lei 1/07, do executivo, que está em
tramitação. A votação teve placar de 275
votos favoráveis contra 170.
O PL 1/07 já foi aprovado pela Câmara, mas recebeu uma emenda
no Senado, que fez com que retornasse à Casa. O projeto prevê que
até 2011 os aumentos do salário mínimo serão compostos
pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços
ao Consumidor (INPC), mais um aumento real correspondente à variação
do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores.
Assim, a MP 421/08 aplicou a
taxa de crescimento real do PIB em 2006 mais o INPC acumulado nos doze
meses encerrados em fevereiro. O projeto de lei também prevê a
antecipação do reajuste em um mês, a cada ano, até que
ele seja concedido a partir 2010 no mês de janeiro.
Beneficiados -
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad)
de 2006, cerca de 28,2 milhões de trabalhadores formais e informais
recebiam um salário mínimo naquele ano. Além disso,
cerca de 17,1 milhões de pessoas recebem também um salário
mínimo como benefício previdenciário ou assistencial
pago pela Previdência Social, ou seja, cerca de 45,3 milhões
de pessoas têm o Piso nacional como remuneração.
O impacto orçamentário
e financeiro total do aumento do salário mínimo em 2008
sobre as despesas da União foi estimado em R$ 5,303 bilhões.
Emenda - A oposição
queria que o percentual de reajuste do salário mínimo também
valesse para os aposentados e pensionistas que ganham acima do mínimo,
mas emenda nesse sentido não foi aceita pelo relator. A matéria
segue ainda para votação no Senado.
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Gazeta do Povo, 9 de maio de 2008
Saúde
Drogas afastam mais de mil pessoas
do trabalho em um ano
Dependência química
atinge médicos, advogados, caminhoneiros e jornalistas,
entre outros tipos de profissionais
O uso abusivo de álcool, crack, cocaína, maconha, calmantes,
estimulantes, morfina e outras drogas lícitas e ilícitas afastou
pelo menos 1.640 funcionários do trabalho em empresas privadas de Curitiba
e região metropolitana, no ano passado. A informação é do
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O mal da dependência química
atinge profissionais de todas as áreas, como médicos, advogados,
jornalistas, publicitários e especialmente os caminhoneiros.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 4,7%
da população mundial com idade acima de 15 anos sofre de algum
tipo de dependência química – os dados são de 2001.
Ou seja: o mundo tem cerca de 200 milhões de usuários de drogas.
E o ritmo do mundo moderno fez da droga um remédio inadequado para o
estresse, o excesso de trabalho e o próprio dia-a-dia de algumas profissões.
Em outras, ela se tornou um estereótipo de quem exerce o ofício.
A Clínica Nova Esperança, especializada no assunto, já atendeu
462 advogados, 235 jornalistas, 162 médicos e outros 869 profissionais
de saúde (psicólogos, enfermeiros, bioquímicos e farmacêuticos),
além de centenas de funcionários de grandes empresas, como Banco
do Brasil, Copel, Eletrobras, Petrobras e Sanepar.
Em 19 anos de atividades, a Nova Esperança atendeu 4.121 pacientes dependentes
químicos, por alcoolismo, outros tipos de drogas e outros transtornos
obsessivo-compulsivos, como comer e comprar demais.
Segundo a diretora da clínica, Aracélis Copedê, isto ocorre
porque as pessoas que exercem profissões estressantes não sabem
administrar o estado emocional. Ela explica que a dependência química
tem a mesma raiz genética dos outros transtornos psicológicos. “O
dependente químico pode apresentar os outros transtornos, como ser um
jogador compulsivo, um comprador compulsivo, comer compulsivamente e gerar
a anorexia nervosa e a bulimia – dois distúrbios alimentares”,
afirma Aracélis, que se interessou pelo tema a partir da sua experiência
de alcoolista.
Ellen, nome fictício, 28 anos, publicitária, ainda é paciente
da clínica. Ela viveu uma situação semelhante. Ficou internada
49 anos dias, após sofrer uma overdose, no ano passado. Usuária
de cocaína, álcool e anfetaminas, ela chegou ao fundo do poço
depois da separação. “Eu estava muito frágil quando
os amigos me ofereceram cocaína. A droga passou a me dar segurança
e energia para trabalhar”, recordou.
A publicitária conta que também voltou ao mundo das drogas, após
uma abstinência de 5 anos, por causa das amizades de trabalho. “Os
colegas usam por glamour, estresse e na busca de criatividade”, diz.
Hoje, Ellen trabalha no setor de comunicação da clínica,
que emprega outros ex-pacientes, como o acadêmico de enfermagem Wilmar
Rose Junior, 45 anos, que usou álcool dos 15 aos 35 anos.
Médicos
Num contexto bem diferente, médicos também estão usando
drogas por causa da profissão. Em razão disto, o Conselho Regional
de Medicina do Paraná (CRM-PR) criou há cerca de dois anos a
sua comissão de saúde para tratar o mal que aflige a categoria.
Segundo o médico Marco Antonio Bessa, coordenador da comissão,
vários fatores contribuem para o uso de drogas na profissão.
Ele citou alguns exemplos. “O estilo de vida estressante, a carga horária
muito alta, com muita responsabilidade e desgaste emocional. Há ainda
a facilidade de acesso a calmantes e anfetaminas”. Ele diz que a maioria
dos médicos dependentes químicos usa drogas lícitas (álcool,
tabaco, calmantes e anfetaminas).
Levantamento
No ano passado, o CRM divulgou um levantamento feito em 112 hospitais e clínicas
do estado, que demonstrou que 79,5% das instituições têm
médicos usuários ou dependentes de tabaco, álcool, calmantes,
anfetaminas ou outras substâncias químicas. Segundo a pesquisa,
o álcool e o tabaco são as drogas mais consumidas. Em seguida
estão os anabolizantes, calmantes, anfetaminas, opióides, maconha,
cocaína e crack.
Oito dias na boléia
O ex-caminhoneiro Luizão, 51 anos, é um exemplo vivo de como
uma profissão pode afetar a vida de uma pessoa e levá-la ao consumo
de drogas. Luizão chegou a viajar durante oito dias sem encostar o caminhão
para dormir, graças ao uso de rebite (estimulantes). A façanha,
que se tornou rotina em seus 10 anos de estrada, lhe custou a saúde,
o trabalho e acelerou a aposentadoria por invalidez, há cerca de 3 anos.
Segundo Luizão, “o rebite é muito usado por motorista que
trabalham com cargas que têm entrega com horário previsto e para
transportar cargas vivas. Nesses casos, o mais importante é o horário”,
afirma. Ele conta que o uso de estimulantes é muito comum e incentivado
entre os caminhoneiros.
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Gazeta do Povo, 9 de maio de 2008
Saúde
Eletrosul tem programa de tratamento
A Eletrosul Centrais Elétricas S.A., empresa do setor elétrico
que emprega 1.549 pessoas no Paraná e em outros três estados,
tem um programa de prevenção e tratamento de dependentes químicos.
Ele foi criado no ano de 1994, com o lema de investir para recuperar o funcionário,
que, segundo a empresa, melhora o seu desempenho profissional após o
tratamento.
O programa é voltado para funcionários e suas famílias
(filhos e cônjuges), no sentido de informar e orientar sobre a doença – a
dependência química. A Eletrosul não divulga os números
de funcionários que fizeram o tratamento, mas informa que a maioria
foi por uso abusivo de álcool. Segundo a enfermeira do trabalho da Eletrosul,
Consuelo Coelho Haviaras, o número de casos de drogas ilícitas é reduzido,
e fica bem abaixo das estatísticas mundiais.
Prevenção
Consuelo afirma que é mais importante investir na prevenção
e no tratamento, uma vez que não há certeza que com a substituição
do funcionário o problema vai acabar. “O próprio tratamento,
a metodologia adotada, induz a pessoa a uma auto-análise para mudar
a sua vida e melhorar a sua conduta e a participação social.”
Ela diz ainda que nesses casos as recaídas representam até 70%,
mas que na Eletrosul o porcentual é menos de 10%, por causa de todo
o apoio oferecido, a ajuda dos colegas e a possibilidade de reinserção
social.
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Gazeta do Povo, 9 de maio de 2008
Pesquisa
Brasil será 1.º emergente
em número de milionários
Até 2017, o Brasil irá se tornar líder entre os Brics
(grupo de países emergentes que reúne, além do Brasil,
a Rússia, a Índia e a China) em número de milionários:
o país deverá ter 675 mil domicílios com uma riqueza superior
a US$ 1 milhão, número bastante superior aos dos demais países
do grupo. As projeções constam da pesquisa “Barclays Wealth
Insights - Evolving Fortunes’’, elaborada pelo Barclays Wealth
(unidade do banco britânico Barclays) e pela Economist Intelligence Unit
(EIU).
Mesmo assim, o avanço não levará a um aumento significativo
na proporção de milionários sobre a população
total do Brasil: em 2007, a relação de domicílios com
mais de US$ 1 milhão era, segundo a metodologia da pesquisa, “desconsiderável’’;
em 2017, os milionários passarão a representar apenas 1% da população.
Com somente 1% de domicílios com renda acima de US$ 1 milhão,
o Brasil fica em 34º lugar na relação milionários/população
entre os 50 países pesquisados pelo Barclays e pela EIU.
No entanto, na lista dos países com número absoluto de domicílios
cuja renda ultrapassa US$ 1 milhão, o Brasil ficará em 16º lugar
no ranking mundial e será líder entre os Brics, seguido pela
Rússia (19ª posição, com 508 mil domicílios), Índia
(22º, com 411 mil); e China (23º lugar, com 409 mil).
Em outra base de comparação, de domicílios com renda acima
de US$ 100 mil, a quantidade vai mais que dobrar, passando de 6,3 milhões
em 2007 para 15 milhões em 2017. Já o número de domicílios
com renda líquida maior que US$ 500 mil vai crescer quase seis vezes,
passando de 450 mil para 2,6 milhões. No geral, em dez anos a renda
média por domicílio no país deve passar de US$ 44 mil
para US$ 102 mil, segundo a pesquisa.
Quando se considera o crescimento geral da riqueza, distribuído pela
população do país, a previsão é que o Brasil
fique em 12º lugar em 2017 – neste caso, atrás dos demais
Brics. O grupo será liderado pela China, em 3º na lista geral,
seguido pela Índia, em 8º, e pela Rússia, em 13º. No
total, a primeira posição é dos Estados Unidos, ficando
atrás Japão, Reino Unido, Alemanha e França.
A riqueza no Brasil, historicamente, está concentrada nas mãos
de um grupo de famílias industriais ricas, diz o documento, mas “o
empreendedorismo está se tornando mais importante, apesar da burocracia”.
Ricos do futuro
O Brasil será o emergente com mais milionários em 2017. Confira
o número de domicílios com fortuna de pelo menos US$ 1 milhão
em 2017 (em mil)
1º Estados Unidos 29.744
2º Japão 10.677
3º Reino Unido 5.280
4º Alemanha 4.117
5º França 3.767
6º Itália 3.232
7º Canadá 1.979
8º Espanha 1.501
9º Holanda 1.315
10º Austrália 1.187
...
16º Brasil 675
19º Rússia 508
22º Índia 411
23º China 409
26º México 345
Fonte: Barclays Wealth Insights.
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FOLHA DE LONDRINA, 09 de
maio de 2008 | Política
Parlamentar quer desconto no salário
dos faltosos
Curitiba - O deputado estadual Jocelito Canto (PTB), indignado com a ausência
da maioria dos parlamentares na sessão plenária de ontem, prometeu
apresentar na segunda-feira um requerimento propondo um desconto no salário
de quem faltasse. ''É só começar a descontar para eles
aparecerem aqui. No bolso sempre dói'', alfinetou o petebista.
As sessões plenárias
de quinta-feira geralmente contam com menos parlamentares, já que
a maioria deles viaja para suas bases eleitorais no interior do Estado.
Logo no começo da atual legislatura, o presidente da Casa, Nelson
Justus (DEM), avisou que não suspenderia as sessões plenárias
de quinta-feira, mas que pretendia reservar ao dia ''uma pauta tranquila'',
sem votação de propostas polêmicas.
Ontem, dos 13 itens da ordem
do dia, nove eram projetos de lei sobre associações ou
grupos solicitando uma declaração de utilidade pública.
No início da sessão plenária, o painel de presença
da Casa registrava a presença de dez parlamentares, de um total
de 54. No final, o painel registrava 21 nomes, o que viabilizou a votação
- que só pode ocorrer, regimentalmente, quando 18 parlamentares,
no mínimo, estiverem presentes no plenário.
Agenda da Indústria
Além da ordem do dia ''morna'',
ontem também teve no plenário o lançamento da Agenda
Legislativa da Federação das Indústrias do Estado
do Paraná (Fiep). A Agenda reúne propostas (projetos de
lei, de lei complementar ou de resolução, por exemplo)
que estão sendo discutidas na Casa e são de interesse do
ramo empresarial. São propostas ligadas à economia, infra-estrutura,
meio ambiente, responsabilidade social, tributos, política social
e questões institucionais. A agenda traz informações
sobre a tramitação da proposta na Casa e revela qual é a
posição da Fiep sobre o assunto.
Catarina Scortecci
Equipe da Folha
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Folha de S.Paulo, 9 de maio
de 2008
Ex-assessor de José Dirceu vazou
o dossiê da Casa Civil
Investigação da PF e sindicância
revelam e-mail que partiu de funcionário do ministério
| Militante histórico do PT, José Aparecido Nunes Pires,
secretário de Controle Interno, afirma que "nunca faria
um negócio desses"
Alan Marques/Folha Imagem

Lula e Dilma durante o lançamento do Plano Amazônia Sustentável;
governadores da região amazônica estiveram no evento, em Brasília
LEONARDO SOUZA
MARTA SALOMON
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A Polícia Federal e a sindicância interna da Casa Civil identificaram
o secretário de Controle Interno do órgão, José Aparecido
Nunes Pires, como o vazador do dossiê elaborado no Palácio do
Planalto com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
As investigações detectaram troca de e-mails entre José Aparecido
e um assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR). Aparecido foi o único
dos cinco secretários e diretores da Casa Civil a ter o computador apreendido
pela sindicância aberta por Dilma Rousseff.
Aparecido é militante histórico do PT. Foi levado para a Casa
Civil por José Dirceu, o antecessor da ministra Dilma. Funcionário
de carreira do Tribunal de Contas da União, assessorou vários
deputados petistas em CPIs, incluindo Dirceu, cassado em 2005 no escândalo
do mensalão. Aparecido chegou a disputar em 1994 uma vaga de deputado
federal pelo PT de Goiás, mas não foi eleito.
Os e-mails entre Aparecido e André Fernandes -consultor concursado do
Senado, lotado na segunda vice-presidência (cujo titular é Álvaro
Dias)- trazem conversas de natureza pessoal. Não fazem menção
ao dossiê e ao levantamento das contas do governo tucano.
Mas, segundo a Folha apurou, a PF e a sindicância interna têm provas
de que foi anexada a uma dessas mensagens, datada de 20 de fevereiro, a planilha
em Excel de 27 páginas com gastos de FHC, Ruth Cardoso e ex-ministros.
A planilha registrava uma semana do trabalho de levantamento de dados do governo
tucano, iniciado em 11 de fevereiro.
A Folha obteve cópias da correspondência eletrônica. Mas
o formato dessas cópias, em HTML, não permite a leitura de arquivos
anexados.
Aparecido nega ter vazado o dossiê. "Nunca faria um negócio
desses", falou à Folha.
Fernandes, por sua vez, confirmou ter recebido o e-mail contendo o documento
e disse ter informado o senador. "Não é sigilo meu, nunca
pedi, nunca solicitei, não passei para órgão de imprensa
nenhum. Resolvi comunicar o fato ao senador e dei um fim a essa história." Eles
disse ter apagado as mensagens de Aparecido há "uns dois meses".
Ambos são amigos e trabalharam juntos no TCU.
" O dossiê saiu do Palácio do Planalto e chegou ao computador
do servidor [Fernandes]. No estrito cumprimento de seu dever, ele comunicou o
fato. Se não o fizesse, teria cometido uma infração administrativa",
disse Álvaro Dias. "O nome mais importante, no entanto, não é do
Aparecido, mas sim de quem mandou fazer o dossiê, quem fez e por quê",
ressaltou.
A Casa Civil disse que não se manifestaria até a conclusão
da sindicância, prevista para o fim do mês. Dirceu não falou.
A Folha apurou que Dilma busca um desfecho o menos desgastante possível.
A idéia é evitar tratar o episódio como crime -com isso,
poderia aplicar apenas uma punição administrativa e afastar Aparecido.
Se não for obrigado a responder na Justiça, avalia o Planalto,
o servidor não teria motivos para detalhar a ordem dada pela secretária-executiva
da Casa Civil, Erenice Guerra, para a elaboração do dossiê.
A estratégia do governo está amparada em recente parecer confeccionado
pelo general Jorge Félix, chefe do Gabinete de Segurança Institucional.
Em documento encaminhado à PF e cujo conteúdo foi tornado público
anteontem pela ministra Dilma no Senado, o GSI avalia que os gastos do governo
FHC não são mais sigilosos. O prazo para documentos reservados
teria expirado em 2007.
Essa nova estratégia do governo não exime a Casa Civil de explicar
o viés político na organização dos gastos de FHC.
O material em poder da sindicância confirma a informação,
publicada pela Folha em 4 de abril, de que o dossiê saiu pronto da Casa
Civil. E contraria versão de Dilma, de que o documento publicado poderia
ser uma montagem, a partir de informações da Casa Civil. A investigação
também afasta a possibilidade de um espião ter invadido os computadores
da pasta, como cogitou Dilma.
Aparecido não teve participação direta na confecção
do dossiê. Em reunião convocada por Erenice em 8 de fevereiro,
foi solicitado a ele, ao secretário Norberto Temóteo Queiroz
(Administração), à chefe-de-gabinete de Erenice, Maria
de La Soledad Castrillo, e a Gilton Saback Maltez, da Diretoria de Orçamento
e Finanças, que cedessem dois funcionários para participar da
força-tarefa incumbida de preparar o dossiê. O papel de Aparecido
foi só escalar seus funcionários.
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Folha
de S.Paulo, 9 de maio de 2008
Não há provas contra mim,
diz Paulinho
"O que aparece no relatório da PF é apenas
uma menção a um "PA" e a um Paulinho; o que a
PF fez foi supor uma ligação comigo" | Deputado federal
afirma que caso só tem repercussão porque seu trabalho
como parlamentar incomodaria "os poderosos do país"
CLAUDIA ROLLI
DA REPORTAGEM LOCAL
O deputado Paulo Pereira
da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, afirma que
a Polícia Federal não tem provas de sua participação
no suposto esquema de desvio de recursos do BNDES e diz que o caso
só teve repercussão porque seu trabalho como parlamentar
está "incomodando os poderosos do país".
As afirmações foram feitas à Folha em entrevista
concedida ontem por telefone.
" O que aparece no relatório da PF é apenas uma menção
a um "PA" e a um Paulinho. Em seguida, é citado entre aspas
ou parênteses possivelmente Paulo Pereira da Silva. O que a PF fez foi
supor que pudesse ter uma ligação comigo", diz. "E isso
que teve impacto na mídia."
Sem citar exatamente quem estaria contrariado com sua atuação
política, ele diz que o "grande empresariado está incomodado" porque
as centrais sindicais conseguiram reconhecimento no governo Lula e porque existe
a possibilidade de se aprovar a redução da jornada de trabalho
para 40 horas semanais, além da adesão à convenção
158 da OIT, que impede a demissão imotivada.
" Isso significa que haveria garantia de emprego e ainda diminuição
na jornada. O presidente Lula e vários ministros já demonstraram
seu apoio. Mas quem vai pressionar os líderes? Sou eu. Sei que isso incomoda
muito a alta sociedade."
Paulinho diz desconhecer a declaração do coronel da Polícia
Militar Wilson de Barros Consani Júnior, investigado na ação,
que cita em depoimento à PF no dia 2 de maio que Paulinho seria o "nosso
chefe maior". A informação foi publicada ontem no jornal "O
Estado de S. Paulo". Em uma conversa telefônica grampeada, Consani
teria avisado um cunhado de Paulinho sobre a operação da PF na
noite anterior à ação. "É bom avisar nosso
chefe maior", teria dito Consani.
" Talvez ele [Consani] me considere chefe do sindicalismo ou da Força.
Não sei o que significa isso. O fato é que ele não trabalha
para mim. Consani é contratado pela empresa de Marcos Pacheco para prestar
serviços de segurança no 1º de Maio. A Força contrata
a empresa de Pacheco", diz.
" Por que a PF não divulga a gravação do telefonema
que fiz para Consani quando ele era preso [dia 24 de abril] para falar sobre
a segurança do palco do 1º de Maio? Se eu soubesse de algo, se eu
tivesse sido avisado, faz sentido telefonar no momento da prisão?"
O deputado diz que conheceu João Pedro Moura, ex-assessor da Força
preso na ação, quando ele era funcionário do Ministério
do Trabalho. "João Pedro nos ajudou a organizar o Centro de Solidariedade,
criado em 98 para recolocar desempregados no mercado. Depois disso, foi indicado
para ser nosso representante no Conselho do BNDES [2002]", diz. "Decidimos
indicar João Pedro e depois Ricardo Tosto porque eles teriam mais tempo
para se dedicar às reuniões do que um sindicalista."
Sobre a doação de João Pedro ao projeto Meu Guri, presidido
por Elza Pereira, sua mulher, Paulinho diz que ele havia doado um imóvel,
que mais tarde foi devolvido a ele. "O valor de R$ 37,5 mil são
das dívidas com impostos e taxas de condomínio. Temos recibo."
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Folha de S.Paulo, 9 de maio de 2008
Proteção social ao trabalhador
deve recuperar nível de 30 anos atrás
Quando o presidente Lula deixar o governo,
50% dos ocupados deverão ter alguma proteção social,
percentual parecido com o de 1980, segundo o Ipea
FÁTIMA FERNANDES
CLAUDIA ROLLI
DA REPORTAGEM LOCAL
Quando o presidente Lula deixar o governo em 2010, a proporção
de trabalhadores com alguma proteção social deverá ser
parecida com a que existia quando ele ainda era sindicalista, no fim dos anos
70.
Em 2006, 48,8% das pessoas ocupadas tinham alguma proteção social
mínima, como acesso à Previdência Social, considerando
dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE.
Se a economia brasileira mantiver crescimento até 2010 parecido com
o do ano passado, de 5,4%, e o mercado de trabalho criar por ano 2,5 milhões
de vagas, essa proporção pode subir para algo próximo
a 50%, percentual parecido com o de 1980, de 50,3%. O que significa que há 30
anos a proporção de trabalhadores com proteção
social não se alterou no país.
Os cálculos e as projeções foram feitas por Marcio Pochmann,
presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Para ele,
trabalhador com proteção social é aquele que tem ao menos
acesso à Previdência Social, como o assalariado, o autônomo,
o trabalhador por conta própria e também o funcionário
público.
" De 1976 até 1980 houve aumento da proteção social.
Com a crise da dívida externa brasileira, em 1980, a proporção
de trabalhadores protegidos voltou a cair [para 47,4,%, em 1984]. Depois houve
nova recuperação, mas, com a abertura do mercado brasileiro, voltou
a cair [para 43%, em 1994]. A partir da década de 90 ganhou dimensão
a geração de postos de trabalho precários, sem proteção
social e trabalhista", diz.
A partir de 2000, segundo Pochmann, com a mudança no regime cambial,
a criação de ocupações com proteção
social passou a ocorrer num ritmo maior do que a de postos de trabalho sem
proteção.
" Essa tendência de recuperação ainda levará de
dois a três anos para voltarmos ao percentual próximo de 50%. Nos últimos
30 anos o mercado de trabalho não foi favorável ao brasileiro",
diz Pochmann.
Se a economia continuar crescendo no ritmo de 2007, na avaliação
Clemente Ganz Lucio, diretor técnico do Dieese, a tendência é de
criação de empregos com proteção social ser maior
do que a criação de empregos sem proteção.
Nos últimos 12 meses terminados em março deste ano, os postos
de trabalho com carteira assinada cresceram 9,2% e as ocupações
sem carteira, 5,7%, segundo a PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), do Dieese,
realizada em seis regiões metropolitanas do país.
Nas regiões metropolitanas a proteção social do trabalhador é maior,
segundo Ganz Lucio. "Cerca de 60% dos trabalhadores têm proteção.
No final dos anos 90 esse percentual era da ordem de 50%. E está melhorando
cada vez mais. Em algumas regiões do país esse percentual chega
a 65%", afirma.
O grande desafio do país hoje, na opinião do diretor técnico
do Dieese, é a busca por mecanismos de proteção social
para os trabalhadores que não são assalariados, como o trabalhador
autônomo da construção civil e o trabalhador rural com
várias ocupações no mês.
" Se um autônomo sofre um acidente e não é contribuinte
da Previdência Social, fica sem renda. A idéia é fazer com
que a proteção se estenda para mais trabalhadores", diz Ganz
Lúcio.
Rendimento
O estudo feito pelo presidente do Ipea sobre a situação do mercado
de trabalho nos últimos 30 anos no país mostra também
que o rendimento do trabalhador cresceu menos que o PIB (Produto Interno Bruto).
Enquanto o PIB cresceu em média 2,8% ao ano entre 1976 e 2006, o rendimento
médio real dos trabalhadores ocupados aumentou 1,1%, em média.
" Tivemos um período de regressão do ponto de vista da remuneração,
em um cenário de elevado desemprego e precarização do trabalho",
afirma o presidente do Ipea.
Em 1979, o número de desempregados era de 1,2 milhão de pessoas,
o que correspondia a 2,7% da população ocupada no Brasil, segundo
dados da Pnad. Em 2006, esse número chegou a 8 milhões, o que
equivalia a 8,7% dos ocupados.
O estudo também mostra que, em 1980, 50% da renda nacional era formada
pelo rendimento do trabalho. Em 2005, esse percentual foi de 39,1%.
" Apesar de o rendimento médio real ter iniciado um movimento de
recuperação nos últimos cinco anos, a trajetória
para recuperar o poder de compra dos salários é longa", diz.
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FOLHA DE LONDRINA, 09 de
maio de 2008 | Economia
Caixa vai realizar dez feirões
da casa própria
A Caixa Econômica Federal vai realizar dez feirões da casa própria
em cidades de grande e médio porte. Em Londrina, o banco realiza há quatro
anos o Feirão Caixa da Casa Própria que, neste ano, ocorre durante
a 3 Feira de Imóveis. A expectativa é que esta edição
do Feirão supere os realizados nos anos anteriores. Para este ano a
instituição tem o desafio de aplicar o maior orçamento
de habitação da sua história. São R$ 20,3 bilhões,
dos quais R$ 16,5 bilhões em operações diretamente com
pessoas físicas em todo o território nacional.
A feira reúne, num único
espaço, representantes de toda a cadeia da habitação:
construtoras, corretores, tabelionatos, cartórios e técnicos
da própria CAIXA, responsáveis por analisar e autorizar
os financiamentos. O cliente pode conhecer o imóvel, dar entrada
nos papéis do financiamento e até fechar o negócio.
Durante o evento também serão comercializados consorcio
imobiliário Caixa. No Paraná o evento será realizado
também em Curitiba entre os dias 20 e 22 de junho, no Marumby
Expo Center. (Reportagem Local)
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Folha de S.Paulo, 9 de maio de 2008
PREVIDÊNCIA
INSS muda agendamento de
aposentadoria
DO "AGORA"
O segurado que quer entrar com o pedido de aposentadoria na cidade de São
Paulo tem de esperar até quatro meses para ser atendido e ainda pode
não conseguir dar entrada no pedido em um posto perto de sua casa. Para
fazer o pedido de aposentadoria, é preciso marcar uma data de atendimento
pela internet ou central de atendimento 135 e, segundo pesquisa da reportagem,
a data mais próxima é o dia 17 de setembro.
Para agendar o atendimento pela internet, o segurado encontra três opções: "Aposentadoria", "Aposentadoria
por Idade" e "Aposentadorias -Outras". Segundo o INSS, as vagas
em datas mais próximas foram remanejadas para "Aposentadorias-Outras".
Nesse local o segurado encontra um horário para o dia 12 de maio. O
INSS diz que irá cancelar a opção "Aposentadoria" nos
próximos dias.
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Agência Diap, 9 de
maio de 2008
APOSENTADORIA
UGT contradita imprensa e afirma
apoio à extinção do fator previdenciário
O presidente da União
Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, em nota, destaca que contrariamente
ao divulgado por alguns órgãos da imprensa, que noticiaram
possível negociação entre governo e centrais sindicais
acerca da continuidade do famigerado "Fator Previdenciário".
A UGT esclarece e manifesta sua
inteira concordância com a extinção da regra, tal
como proposto no projeto de lei (PL 3.299/08) de autoria do senador Paulo
Paim (PT/RS), recentemente aprovado pelo Senado e agora em discussão
na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara
dos Deputados.
O que é o
fator
Instituído em 1999 como um coeficiente de redução nas
aposentadorias para ajustar a maior longevidade dos aposentados ao caixa da
previdência, o "fator previdenciário" representa, na
realidade, um calote do Estado contra trabalhadores que estão sendo
punidos por terem alongado seus anos de vida.
Num momento em que a arrecadação
tributária cresce robustamente e em que uma reforma fiscal em
tramitação ainda abre a possibilidade de se instituírem
alíquotas compensatórias e vinculações de
recursos para cobrirem as despesas decorrentes da extinção
do "Fator", a UGT entende que não cabe ao movimento
sindical e nem a um governo que efetivamente represente o interesse dos
trabalhadores tergiversarem sobre essa injustiça: é preciso
dar-lhe fim.
Crescimento
da arrecadação
Nem que para isso, e tendo em conta a projeção da crescente massa
de idosos na pirâmide etária para as próximas décadas,
seja necessário mudar a base de arrecadação do INSS, migrando-a
da folha de pagamentos para o faturamento das empresas ou para um imposto sobre
movimentação financeira específico para esse propósito.
No limite, também
não haveria incoerência em substituir o "fator previdenciário" por
um "Fator sobre a Dívida Pública", que paga
juros muito elevados a rentistas ociosos. Ou será que uma redução
compulsória no pagamento daqueles juros configuraria irresponsabilidade
maior do que o calote atualmente praticado contra os trabalhadores
aposentados?
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O ESTADO DO PARANÁ,
09 de maio de 2008 | Nacional
Câmara mantém debate sobre
paridade da aposentadoria
Agência Estado
Apesar da rejeição na quarta-feira (7) pela Câmara da proposta
que previa o reajuste das aposentadorias pagas pelo Instituto Nacional do Seguro
Social (INSS) no mesmo índice do aumento do valor do salário
mínimo, a questão permanece em discussão na Casa.
Na sessão da quarta-feira
(7), durante votação da medida provisória (MP) que
aumentou o salário mínimo de R$ 380 para R$ 415 a partir
de 1º de março deste ano, os deputados rejeitaram 15 emendas
ao texto da MP que propunham, entre outros pontos, o mesmo reajuste do
mínimo às aposentadorias. Sobre esse tema havia emendas
do senador Paulo Paim (PT-RS), do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
e do deputado Fernando Coruja (PPS-SC).
A votação de quarta-feira
(7) não prejudica a tramitação na comissão
especial da Câmara de outra emenda do senador Paulo Paim, que estabelece
a paridade entre as aposentadorias e o salário mínimo.
Essa emenda foi feita ao projeto de política do salário
mínimo e será discutida em comissão especial que
ainda não está funcionando na Câmara, antes de chegar
ao plenário. O Senado aprovou essa emenda no mês passado
em uma sessão na qual também foi aprovado o projeto que
acaba com o chamado "fator previdenciário" para as aposentadorias
e o projeto que regulamenta a emenda 29.
O fator previdenciário é o
mecanismo usado para calcular o valor das aposentadorias levando em conta
o tempo de contribuição do trabalhador ao INSS, a idade
e a expectativa de vida do contribuinte.
A MP do reajuste do mínimo
aprovada ontem na Câmara será votada ainda pelo Senado,
quando os senadores poderão aprovar ou rejeitar as emendas feitas
ao texto original da MP analisadas ontem pelos deputados.
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O ESTADO DO PARANÁ,
09 de maio de 2008 | Nacional
STJ ordena que Gol pague dívidas
trabalhistas da Varig
Agência Estado
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ari Pargendler deferiu
liminar para suspender o processo de execução fiscal de dívidas
trabalhistas da antiga Varig, nesta quinta-feira (8) controlada pela companhia
aérea Gol. A execução foi determinada pela 3ª Vara
do Trabalho de Recife. O Juízo de Pernambuco reconheceu a Gol como sucessora
da Varig para responder às ações por dívidas trabalhistas
da empresa adquirida.
A liminar foi concedida até o
julgamento do mérito do conflito de competência (tipo de
processo). No processo, a Gol pede ao STJ que defina como competente
o Juízo da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro para decidir
todas as questões resultantes do leilão da Varig. Além
de suspender a execução, o ministro designou o Juízo
do Rio de Janeiro para decidir as medidas urgentes relacionadas ao processo
e solicitou informações.
A assessoria jurídica
da Gol argumenta que todas as ações provenientes do leilão
da Varig devem ser decididas pelo juízo estadual, no caso, a Vara
Empresarial do Rio de Janeiro, e não pelo Juízo Trabalhista,
como ocorreu em Pernambuco. Segundo a Gol, o edital do leilão
de venda da companhia não previa expressamente que a transferência
do patrimônio leiloado não representaria à vencedora
do leilão a obrigação de assumir o passivo trabalhista
da Varig.
Apesar do conteúdo do
edital, ressalta a Gol, a 3ª Vara do Trabalho do Recife reconheceu
a sucessão e determinou à Gol que saldasse as dívidas
trabalhistas da Varig. Diante da decisão do Juízo do Recife,
a Gol enviou o conflito de competência ao STJ para que o Tribunal
indique o juízo competente para definir se a empresa deve ou não
assumir tal passivo trabalhista.
Para a defesa jurídica
da Gol, o juízo competente é o estadual - no caso, a
Vara Empresarial do Rio de Janeiro - porque o leilão foi processado
pela Justiça estadual e não pela trabalhista. Após
a chegada das informações, o ministro Ari Pargendler
deverá analisar os documentos e, então, levar o processo
a julgamento na Segunda Seção do STJ.
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Congresso em Foco, 9 de maio
de 2008
Câmara arquiva auxílio-funeral
para deputados
O presidente da Câmara,
Arlindo Chinaglia (PT-SP), anunciou hoje (8) que a Mesa Diretora da Casa
arquivou o projeto que instituía o auxílio-funeral, uma
verba extra de R$ 16.500 para a família de deputados falecidos.
A proposta destinava cota para o ressarcimento à família dos
gastos efetuados com o enterro a ainda abria a possibilidade de a Câmara
bancar as despesas funerárias até mesmo de ex-deputados.
Magistrados e membros do Ministério Público procurados pelo Congresso
em Foco criticaram o projeto de resolução da Câmara que
cria o auxílio-funeral (leia mais).
“Se eles querem contribuir
eles próprios com a família, ninguém pode impedir.
Outra coisa é aumentar as despesas da Câmara, que já são
assombrosas”, criticou o juiz do Maranhão Marlon Reis, que é coordenador
do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE).
Na terça-feira desta semana,
Chinaglia chegou a admitir que assinou o auxílio-funeral sem ler
o projeto (leia mais). “É o presidente da Câmara que
assina todas as decisões da Mesa”, afirmou o petista na
ocasião, acrescentando que o secretário-geral da Mesa,
Mozart Viana, lhe dá dezenas de papéis para assinar todos
os dias. “Você acha que eu vou ler despacho burocrático?
Não leio mesmo”, disse.
R$ 564 mil
Por esse motivo, Chinaglia prometeu “rediscutir
o assunto” com a Mesa Diretora, que aprovou a medida em 26 de março.
A matéria, no entanto, ainda precisava ir a plenário.
Apesar do arquivamento do auxílio-funeral, os parlamentares não
ficarão desamparados. Conforme antecipou o Congresso em Foco, atualmente,
toda vez que um deputado morre, sua família recebe R$ 564 mil de pecúlio,
sem que nenhum centavo a mais saia dos cofres públicos. O valor é recolhido
por meio de uma espécie de “caixinha” dos 513 deputados,
pois cada um cede 2/30 de seus salários para ajudar os parentes do falecido
(leia mais). (Rodolfo Torres)
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Notícias do Tribunal
Superior do Trabalho
09/05/2008
Empresa não paga danos morais porque
culpa pelo acidente foi do motorista
As ações por danos
morais são cada vez mais numerosas na Justiça do Trabalho.
Mas não é sempre que o resultado é favorável
ao trabalhador. Em processo julgado pela Primeira Turma do Tribunal Superior
do Trabalho na última quarta-feira, não foi concedido o
pedido de indenização de danos morais e materiais de um
motorista que sofreu acidente de trânsito em serviço. A
razão é que a culpa pelo acidente, segundo a 3ª Vara
do Trabalho de Betim (MG), foi do próprio trabalhador, que teria
ultrapassado a velocidade adequada para a pista em que trafegava.
O trabalhador alegou que o caminhão
apresentou problemas de freio e, por isso, perdeu o controle do veículo,
onde estavam mais dois ajudantes, sendo que um deles morreu no local
do acidente. Informou ter sofrido diversas lesões no abdômen,
inclusive em órgãos internos, contusão no tórax
e fratura no ombro direito. Contratado como motorista de carreta pela
União Transportadora e Logística Ltda. em novembro de 2005,
sofreu o acidente no mês seguinte, quando transportava materiais
de construção da Construmega – Megacenter da Construção
Ltda. Em maio de 2006, foi despedido.
Segundo notícia publicada
pelo jornal Estado de Minas, juntada ao processo pelo próprio
motorista, o caminhão descia uma das curvas mais perigosas da
MG-160, via de acesso à BR-040, quando despencou de uma altura
de cinco metros. Um tenente do Corpo de Bombeiros, entrevistado pela
repórter e que prestou assistência na hora do acidente,
informou que ele vinha a uma velocidade que não permitiu uma frenagem
eficaz. “O trecho é um declive acentuado com curva fechada,
seguida de uma ponte estreita. São muito comuns acidentes nesse
local. Ele tentou controlar o veículo e há marcas fortes
no chão, mostrando a tentativa. Mas bateu nas margens de concreto
da ponte e caiu em córrego conhecido como Tumbá”,
disse o bombeiro.
O motorista ajuizou ação
reclamatória para ter direito à estabilidade provisória
acidentária e a receber indenização por danos morais
e materiais. Ele responsabilizava as empresas, devido ao problema de
freio no caminhão. No entanto, o próprio trabalhador informou
que cinco dias antes havia levado o veículo para revisão.
As afirmações do autor da ação, a notícia
de jornal, o laudo pericial e o depoimento do mecânico que fez
a revisão do sistema de freio do caminhão serviram de base
para que o juiz julgasse improcedente o pedido de indenização,
pois considerou haver culpa exclusiva do motorista. Quanto à estabilidade
provisória, o juiz deferiu-a, convertendo-a em indenização
compensatória.
O trabalhador recorreu quanto à indenização,
alegando ser desnecessária a comprovação da culpa
da empresa para o reconhecimento de dano moral, tendo em vista a teoria
do risco (própria da atividade econômica). Sustentou, ainda,
que teria demonstrado a lesão ao seu patrimônio moral, a
conduta e o nexo de causalidade, suficientes para o deferimento da reparação
pecuniária. No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região
(MG) e a Primeira Turma do TST mantiveram o entendimento da sentença.
Para o ministro Walmir Oliveira
da Costa, relator do recurso de revista, “aquele que comete ato
ilícito pode ser responsabilizado objetivamente, ou seja, sem
a necessidade de demonstração de culpa”. Porém,
são duas as situações para que seja possível
a aplicação do artigo 927 do Código Civil: haver
previsão legal ou quando o risco para direitos de terceiro for
inerente à natureza da atividade desenvolvida pelo autor da lesão.
Nenhuma das situações se aplica ao caso, de acordo com
o relator.
Em sua análise, o ministro
julgou não haver violação à legislação
na decisão do TRT/MG. Segundo o relator, o Regional concluiu pela
culpa exclusiva do reclamante devido às provas oral e pericial,
avaliando que o motorista conduzia o veículo em velocidade superior à permitida,
o que comprometeu a eficácia da frenagem. Registrou, também,
que o automóvel foi submetido a revisões em oficina mecânica
antes e depois do acidente, nas quais ficou constatada a incolumidade
do freio. (RR-713/2006-028-03-00.6)

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O
Secretário de Relações do Trabalho,
no uso de suas atribuições legais, com fundamento
no art. 5º da Portaria nº. 186/08 e nas seguintes
Notas Técnicas, resolve ARQUIVAR os processos
dos sindicatos abaixo relacionados:
Processo 46000.008916/2004-41
Entidade Sindicato da Indústria da Construção
Pesada no Estado de Minas Gerais - SICEPOT - MG
CNPJ 16.631.087/0001-35
Fundamento NOTA TÉCNICA DICNES/CGRS/SRT/Nº 210/2008
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Nº 88, sexta-feira,
9 de maio de 2008  3
I SSN 1677-7069 167 |
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CONFEDERAÇÃO
NACIONAL
DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES
TERRESTRES
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ELEIÇÕES SINDICAIS
Nos
termos do Estatuto da CNTTT - CONFEDERAÇÃO NACIONAL
DOS TRABALHADORES EM TRANSPORTES TERRESTRES e adotando o entendimento
manifesto na r. decisão liminar proferida na Ação
Declaratória nº. 00351.2008.009.10.00.9 ajuizada na
9ª Vara do Trabalho da Comarca de Brasília DF, no que
se refere a publicidade dos atos convocatórios ao início
do processo eleitoral – torno público que no dia 10
de junho de 2008 será realizada votação para
eleger e renovar o sistema diretivo da CNTTT (Diretoria e Conselho
Fiscal efetivos e suplentes), para a gestão de 23/07/2008 à 22/07/2013.
O prazo de registro de chapas é de 5 (cinco) dias, contados
da data da publicação deste edital, a iniciar no
dia 12 de maio de 2008 com termo em 16 de maio do ano em curso.
Os pedidos de registro de chapas serão feitos na Secretaria
da Confederação, formalizados em duas vias, com os
documentos necessários a instrução, conforme
regramento estatutário.
Durante o prazo para registro, a Secretaria funcionará das
09h00min às 12h00min e das 14h00min às 17h00min.
O horário de votação será das 09:00 às
15:00 horas e o local será na sede da entidade, situada
no Setor Bancário Sul, Edifício Seguradoras, 11º Andar,
Brasília - DF, podendo ser encerrada antes se tiverem votado
todos os delegados eleitores. A apuração será realizada
imediatamente após encerrada a votação, no
mesmo local. Se não alcançado o quorum, novas votações
serão realizadas nos dias 11 e/ou 12 de junho de 2008, respectivamente,
conforme for o caso (falta de quorum de 2/3 dos delegados votantes
na primeira votação; metade mais um dos delegados
votantes na segunda: e, pelo menos, 40% dos delegados na terceira).
Havendo empate entre as chapas concorrente nova votação
será realizada no dia 13 de junho de 2008, todas no mesmo
horário e local. O prazo para impugnação de
candidatos é de 5 (cinco) dias, contados da publicação
do edital de divulgação das chapas registradas. Obs.
- Procedimento a ser adotado: 1. Em 7.5.2008 - Comunicação,
por sedex, às Federações filiadas informando
a data da publicação do edital no Diário Oficial
da União na edição de 9.5.2008, com seu inteiro
teor e 2 - Em 9.5.2008 - Remessa de correspondência às
federações filiadas para indicação
de delegados votantes com cópia, inclusa, da folha do Diário
Oficial da União onde consta este edital.
Brasília, 7 de maio de 2008.
OMAR JOSÉ GOMES
Presidente da Confederação
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Nº 88, sexta-feira,
9 de maio de 2008  3
ISSN 1677-7069182
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SINDICATO NACIONAL
DAS EMPRESAS DE
TELECOMUNICAÇÕES POR SATÉLITE - SINDISAT
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ELEIÇÕES SINDICAIS
A
Junta Governativa Provisória, representada pelo coordenador
Luiz Otavio Vasconcelos Prates, do Sindicato Nacional das
Empresas de Telecomunicações por Satélite
- SINDISAT, com sede e foro na cidade do Rio de Janeiro -
RJ, na Avenida Pasteur, 383, parte, Urca, Cep: 22.290-240,
inscrito no CNPJ sob o número 07.427.211/0001-54,
com registro sindical número 46000.012716/05-73 junto
ao Ministério do Trabalho e Emprego, no uso das atribuições
que lhes são conferidas pela legislação
sindical vigente e pelo Estatuto Social, em especial pelo
seu art. 59 combinado com art. 17 e com os arts. 22 usque
44, convoca todas as empresas da categoria que representa,
associadas ou não, e em dia com o recolhimento da
Contribuição Sindical Patronal referente ao
ano de 2008, para participar da Assembléia Geral Eleitoral
a ser realizada no dia 13 de junho de 2008 (6ª feira), às
09:00 horas, em primeira chamada com mínimo de 2/3
dos associados presentes, e às 09:30 horas, em segunda
chamada com qualquer número, para eleição,
com a finalidade de recomposição da Diretoria
Executiva, do Conselho Fiscal e do Conselho de Representantes
junto à Federação da entidade sindical,
para um mandato de 04 (quatro) anos. Em função
do quorum obtido e pela aplicabilidade do disposto no art.
59 combinado com art. 22, III do Estatuto, uma terceira chamada,
em caráter extraordinário, fica prevista para
acontecer às 10:00 horas do mesmo dia. A duração
do processo de votação será de 6 (seis)
horas contada da hora de instalação da Assembléia,
conforme art. 22, parágrafo único. Conforme
preceitua o art. 6, I e V combinado com arts. 17, §§ 2º e
3º e art. 24 do Estatuto, resumidamente, cada empresa
associada far-se-á representar por seu representante
legal ou pessoa física credenciada por procuração
firmada pelo dirigente da empresa, com poderes específicos
para votar e ser votado, desde que quites com as obrigações
perante a entidade. A participação de cada
associado será. O Registro das Chapas deverá ser
realizado junto à sede do SINDISAT, na Avenida Pasteur,
383, parte, Urca, Rio de Janeiro - RJ, do dia 10 a 19 de
maio de 2008, inclusive, de 2ª a 6ª feira, no horário
das 10:00 às 16:00h. O requerimento de registro de
chapas para concorrer ao pleito, deverá estar integralmente
de acordo com o disposto nos arts. 27, §§ 1º a
6º do Estatuto e será dirigido em 2(duas) vias à Junta
Governativa Provisória do SINDISAT, assinado por todos
os candidatos que a integram. A Junta Governativa Provisória
do SINDISAT prestará os esclarecimentos que forem
necessários para o fiel cumprimento deste Edital de
Convocação. A posse dos eleitos, conforme art.
37 ocorrerá ao final da apuração e proclamação
da chapa vencedora pelo Presidente da Mesa Apuradora.
Rio
de Janeiro, 9 de maio de 2008.
LUIZ OTAVIO VASCONCELOS PRATES
Coordenador da Junta
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Nº 88, sexta-feira,
9 de maio de 2008  3 ISSN 1677-7069168 |
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FEDERAÇÃO
DOS EMPREGADOS
NO COMÉRCIO DO NORTE E DO NORDESTE
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
CONSELHO DE REPRESENTANTES
Na
qualidade de presidente da Federação dos Empregados
no Comércio do Norte e do Nordeste, e na forma da legislação
vigente e disposição estatutária, convoco
o Conselho de Representantes da entidade para a reunião
ordinária que se realizará no dia 07 (sete) de junho
de 2008, às 08:00 horas em 1ª convocação
e às 10:00 horas em
2ª convocação, respectivamente, obedecendo-se
a seguinte ORDEM DO DIA:
1º. Instalação dos trabalhos da reunião
e composição da mesa;
2º. Leitura e votação da ata da reunião
anterior;
3º Apresentação, pela Diretoria, do Relatório
das principais ocorrências do exercício;
4º. Votação do Relatório;
5º. Apresentação do BALANÇO FINANCEIRO
do ano de 2007, acompanhado do parecer do Conselho Fiscal;
6º. Discussão e votação por escrutínio
secreto do Balanço Financeiro apresentado;
7º. Apresentação da PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA
para o exercício de 2009, acompanhado do parecer do Conselho
Fiscal;
8º. Discussão e votação por escrutínio
secreto da previsão orçamentária apresentada;
9º. Apresentação do pedido de SUPLEMENTAÇÃO
DE VERBAS para o exercício de 2008, acompanhado do parecer
do Conselho Fiscal;
10. Discussão e votação por escrutínio
secreto do pedido de suplementação de verbas;
11. Assuntos gerais.
A presente reunião será realizada na sede desta Entidade,
situada na Av. Mário Melo, nº. 108 - Boa Vista - Recife/PE
Recife, 8 de maio de 2008.
VALMIR DE ALMEIDA LIMA
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Nº 88, sexta-feira,
9 de maio de 2008  3 ISSN 1677-7069182 |
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SINDICATO DAS EMPRESAS TERCEIRIZADAS
EM PRESTAÇÃO SERVIÇOS DE PORTEIROS
E VIGIAS INDUSTRIAL E COMERCIAL
E ASSEMELHADOS DO ESTADO
DO RIO DE JANEIRO
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL
Cumprindo
as exigências da Portaria 186/2008 do Mte, por
este edital ficam Convocados todos os integrantes da categoria
dos empregados do Sistema das Prestadoras de Serviços e
as Empresas Terceirizadas Em Prestação de Serviços
de Porteiro e Vigia Industrial e Comercial e Assemelhados do Estado
do Rio de Janeiro., para a Assembléia Geral que será realizada
no dia 16 de maio de 2008, às 10:45h. Em 1ª convocação
e em 2ª convocação 11h30min, na Rua Assunção,
Lote 10 A Quadra 108 - Vilar dos Teles - São João
do Meriti/RJ. Para tratar sobre a seguinte ordem do dia:
1) Discutir e deliberar sobre a conveniência ou não
de RATIFICAR as decisões da Assembléia Geral
do dia 05/11/2006 que deliberou , sobre:
A) A Fundação do Sindicato Patronal da Categoria
Porteiro e Vigias da Indústria e Comercio Estado do
Rio de Janeiro.
B) A aprovação do Estatuto social;
C) A eleição dos membros da Diretoria, Conselho
Fiscal e suplente;
2)
Em caso positivo, deliberar sobre alterações
do Estatuto Social;
3)
Ratificar ou não todos os atos e encaminhamentos administrativos
e políticos, desde que legais e estatuariamente corretos,
praticados a partir de 05/11/2006 pelos membros da Administração
do Setpserj na qualidade de representantes da categoria profissional
dos empregados no comércio, inclusive quanto:
a) admissão e demissão de associados convocação
e posse de Dirigentes suplentes para cargos titulares na Diretoria,
Conselho Fiscal, e Delegado Representantes e conseqüente recomposição
dos mencionados órgãos.
São
João do Meriti - RJ, 8 de maio de 2008.
TERESA MARIA DE SOUSA MATOS
Presidente do Sindicato
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Nº 88, sexta-feira, 9 de maio de 2008  3 ISSN 1677-7069169
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SINDICATO DOS TRABALHADORES
DE EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS
GERAIS E ESCALADORES DE PLATAFORMA
E NAVIO PETROLÍFERO
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
Pelo
presente edital ficam convocados os trabalhadores da
categoria a qual representamos dos estados do Rio de
Janeiro, Espírito Santo e Bahia,
para Assembléia Geral Extraordinária que terá por
finalidade a Reratificação de fundação que
será realizada
na rua:
Milne
Ribeiro nº 358 / Visconde de Araújo - Macaé-RJ,
no dia
07/06/2008 às 14:00h.
Macaé, 5 de maio de 2008.
NATAN L. BALBINO
Presidente do Sindicato
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