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Agência Diap, 30 de
maio de 2008
Uma jornada histórica
Por: João Guilherme Vargas
Netto*
A grande jornada sindical do
dia 28 de maio, quarta-feira, foi uma indiscutível vitória
dos trabalhadores brasileiros.
Embora a grande imprensa, através de seus veículos, tendo subestimado
a sua preparação procure diminuir ao máximo o seu alcance,
só a foto da ponte estaiada de São Paulo cheia de trabalhadores
que manifestavam (depois de paralisarem seus locais de trabalho, construções,
fábricas ou escritórios) diz tudo e muito mais.
Os órgãos de divulgação do movimento sindical vão
se encarregar de esclarecer todos os trabalhadores e a sociedade das verdadeiras
dimensões da jornada, de suas bandeiras e de seus objetivos.
Há cinco grandes traços que definem o “ensaio geral” do
dia 28.
Foi uma manifestação unitária que reuniu representações
de seis centrais sindicais e de todos os trabalhadores. Quem se excluiu cometeu
um erro, pois a grande jornada encarnou aspirações unânimes
dos trabalhadores: redução constitucional da jornada de trabalho
sem redução de salário e aprovação das convenções
151 e 158 da OIT.
Foi uma manifestação nacional que abarcou mais de 1,5 milhão
de trabalhadores em todo o Brasil, capitais e interior, cidades grandes e cidades
pequenas; uma ola percorreu o Brasil.
Foi uma manifestação efetiva; a tática correta de não
tornar exclusivo um só tipo de manifestação garantiu essa
efetividade, onde se contam greves, paralisações, passeatas,
comícios, barracas em praças públicas e todo o resto.
Foi uma manifestação maciça. Em todos os lugares, com
as bandeiras e os ativistas, manifestaram-se e sensibilizaram-se milhares e
milhares de trabalhadores, ajudando a convencer a sociedade e o Congresso Nacional
da possibilidade e da justeza das reivindicações. Tudo isso realça
os mais de 2 milhões de assinaturas já recolhidas nos abaixo-assinados
pró-redução de jornada.
Foi uma manifestação ordeira. Com exceção de Curitiba,
onde a truculência da PM tentou enfrentar os manifestantes e os atingiu
com bombas de gás e balas de borracha (agressão já repudiada
em notas públicas e oficiais das centrais sindicais), sempre houve a
preocupação de não provocar tumultos ou constrangimentos à população.
Agora, vitoriosos na batalha, mas atentos à continuação
dos combates, devemos nos preparar para a sessão no Congresso Nacional
no dia 3 de junho, terça-feira próxima, onde serão apresentadas
as listas de abaixo-assinados e onde se demonstrará aos deputados e
senadores o desejo unânime dos trabalhadores manifestado nas ruas.
Em tempo: aqui em São Paulo, os gráficos conseguiram parar durante
uma hora, as poderosas rotativas do Grupo Abril.
(*) Membro do corpo técnico do Diap, é consultor
sindical de diversas entidades de trabalhadores em São Paulo
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Agência Câmara,
30 de maio de 2008
Superintendente defende atualização
de leis sobre FGTS
Elton Bomfim

Oliveira (D) sugeriu a redução do prazo para o
saque de contas inativas, hoje fixado em três anos.
O superintendente nacional do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço
(FGTS), Joaquim Lima de Oliveira, afirmou nesta quinta-feira que a legislação
que rege o fundo está desatualizada e que as hipóteses de saque
precisam ser revistas. Oliveira também sugeriu a obrigatoriedade de
recolhimento de FGTS para os empregados domésticos e a redução
do prazo para o saque de contas inativas, fixado em três anos. "O
trabalhador que hoje tem uma conta inativa porque pediu demissão de
uma empresa não pode sacar o fundo de garantia. Ele tem que ficar três
anos fora do FGTS e esperar a data do seu aniversário para sacar o recurso",
afirmou.
Joaquim de Oliveira participou
de audiência pública conjunta sobre o assunto nas comissões
de Constituição e Justiça e de Cidadania; e de Trabalho,
de Administração e Serviço Público. Na Câmara,
tramitam vários projetos que prevêem a utilização
dos recursos do FGTS para finalidades como compra de veículo novo,
pagamento de pensão alimentícia, aplicação
em ações e financiamento da educação. Oliveira,
no entanto, lembrou que existem 40 modalidades diferentes de saques do
fundo e que elas já cobrem as necessidades do trabalhador, como
a compra da casa própria e a aposentadoria.
Segundo o superintendente, qualquer
medida que tenha como objetivo modificar o FGTS deve considerar as diferenças
de renda entre os trabalhadores que têm conta no fundo. Ele disse
que a maioria dos trabalhadores não têm perfil investidor
e, portanto, o gestores do fundo não podem usar os recursos no
mercado de ações.
Fundo
social
O deputado Paulo Rocha (PT-PA), um dos parlamentares que sugeriram a audiência,
concordou com a necessidade de atualização da lei e disse que
o FGTS deve ser aplicado exclusivamente em habitação e saneamento. "Eu
defendo que seja mantido como um fundo social. Não se deve flexibilizar
o fundo, visão que o parlamentar individual tem", disse.
Paulo Rocha disse que iniciativas
individuais dos parlamentares de ampliar os recursos do fundo para outras
finalidades, como a compra de instrumentos musicais e o financiamento
educacional, constituem um desrespeito aos objetivos do FGTS. "A
sociedade já criou soluções para esses problemas
individualizados. Na educação, a Caixa Econômica
tem o Fies, que financia a educação para aqueles que não
podem pagar os seus colégios."
O parlamentar lembrou ainda que
o Conselho Curador do FGTS tem modificado as regras por meio de portarias,
quando essas mudanças deveriam ser feitas pelo legislador.
Saldo
O superintendente Joaquim de Oliveira informou que 60% das contas do FGTS têm
saldo médio de até um salário mínimo; outros 20%
tem saldo de até 4 salários mínimos e apenas 0,6% possuem
saldos maiores que 100 salários. A soma dos saldos de contas com mais
de 100 salários mínimos, no entanto, representa 23% do total
dos recursos do FGTS.
Oliveira explicou ainda
que o FGTS gerencia, atualmente, R$ 203 bilhões. Os dados apresentados
por ele também mostram que 28 milhões de trabalhadores
possuem conta no fundo.
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O ESTADO DO PARANÁ,
30 de maio de 2008 | Política
Prefeituras deverão ter mais
R$ 1,6 bi do FPM
Segundo estudo de economista do Ibam, receita
virá da reestimativa de receita do Imposto de Renda e do Imposto
sobre Produtos Industrializados
Rio - O crescimento da economia já garante em 2008 pelo menos mais R$
1,645 bilhão às prefeituras brasileiras via Fundo de Participação
dos Municípios (FPM), diz estudo do economista e geógrafo François
Bremaeker, consultor do Instituto Brasileiro de Administração
Municipal (Ibam). Segundo o levantamento, o aumento virá da reestimativa
de receita do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados
(IPI), e em sua maior parte será repassado às cidades em 10 de
dezembro, como parte de adicional de 1% do FPM instituído no ano passado.
A cidade de São Paulo receberá mais R$ 4.155.832,94, cifra relativamente
pequena, mas cidades menores e mais pobres terão algo perto do equivalente
a uma folha de pagamento mensal - na prática, o 13º salário.
''São Paulo é a
cidade com maior renda per capita, por isso recebe menos'', disse Bremaeker.
O FPM é distribuído levando em conta renda e população:
o município que tem mais população e menos capacidade
de arrecadação própria - ou seja, é mais
pobre - ganha mais do fundo federal. No segundo semestre do ano passado,
uma mudança na legislação aumentou o FPM em 1% ,
a ser repassado em 10 de dezembro, integralmente, com base na receita
até 30 de novembro.
Em agosto de 2007, no início
da elaboração do Orçamento, a receita do FPM para
2008 foi estimada em 36,260 bilhões. O ritmo forte da economia,
contudo, turbinou as receitas nos primeiros meses de 2008. ''Só a última
revisão da arrecadação esperada com os três
principais tributos federais prevê um adicional da ordem de R$
12,8 bilhões'', diz Bremaeker no texto. O aumento, de acordo com
o estudo, só no IR, é de R$ 6 bilhões. Mesmo descontados
recursos federais destinados ao ajuste fiscal e aos repasses a Estados
e municípios, as receitas federais aumentarão R$ 11 bilhões,
mesmo com o fim da Contribuição Provisória Sobre
Movimentação Financeira (CPMF), no fim de 2007.
Aumento
O FPM recebe 23,5% dos IR e do
IPI. Considerando que o IPI corresponde a aproximadamente 16,8% do valor
arrecadado com o IR, o aumento com a arrecadação dos tributos
que formam o FPM será de R$ 7,018 bilhões. O R$ 1,645 bilhão
corresponde a 23,5% desses impostos. Como a transferência do FPM
foi estimada pela Secretaria do Tesouro Nacional em R$ 36,260 bilhões,
em agosto do ano passado, estima-se que o montante do FPM alcance pelo
menos R$ 37,905 bilhões em 2008.
No caso da cidade de São
Paulo, a receita do FPM prevista no Orçamento era R$ 91.605.967,39.
Com a reestimativa, segundo Bremaeker, irá para R$ 95.761.800,33.
A parcela de 1%, a ser paga em 10 de dezembro, será de 4.074.970,23.
''Pode ser que, daqui a seis meses, haja uma nova reestimativa, em função
da inflação, e haja novo aumento de receita dos municípios'',
disse Bremaeker.
Wilson Tosta
Agência Estado
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O ESTADO DO PARANÁ,
30 de maio de 2008 | Política
Paraná pode ganhar mais 430 vereadores
Caso proposta seja aprovada, Câmara de
Londrina subirá de 18 para 25 cadeiras; Maringá ganhará mais
8 parlamentares
Curitiba - O Paraná pode ganhar 430 novos vereadores caso a Proposta
de Emenda Constitucional (PEC) que altera o número de vereadores e o
repasse das prefeituras às câmaras municipais seja aprovado no
Senado. O projeto, aprovado na madrugada de anteontem na Câmara Federal,
ainda não tem regras claras sobre qual será a contagem populacional
utilizada para a definição do número máximo de
vereadores e está causando polêmica por restringir o orçamento
dos legislativos municípais.
De acordo com o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE), o mais provável é que seja utilizada a
contagem populacional feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) em 2007. Neste panorama, 119 municípios
no Paraná teriam ampliado o número de cadeiras em suas
câmaras. Ao mesmo tempo, a legislação propõe
uma redução que, em alguns casos, chega a 50% do orçamento
das Casas.
Algumas cidades do Estado chegarão
a ter nove novos legisladores, como é o caso de Guarapuava. Em
Maringá, Paranaguá, Ponta Grossa, e São José dos
Pinhais o aumento seria de 8 parlamentares. Em Londrina, o número
de vereadores passaria de 18 para 25, no próximo ano.
O presidente da Câmara
de Londrina, Sidney de Souza (PTB) classificou a PEC como um equívoco.
Ele garante que a nova legislação, se aprovada, tornará impraticável
a operação do Legislativo. ''A Câmara fica totalmente
inviabilizada com a aprovação desta legislação.
A nossa arrecadação passaria de R$ 18,2 milhões
para R$ 6,09 milhões e com esses valores a Câmara não
abrirá sequer um dia'', afirma. Ele diz que um grupo de vereadores
paranaenses já está se organizando e tem um encontro agendado
quarta-feira com os senadores do Estado para pedir modificações
no projeto.
Para o presidente interino da
União dos Vereadores no Paraná (Uvepar), Elói Kuhn
(PTdoB), a redução no repasse torna inviável o trabalho
no Legislativo. ''Nós até concordamos com alguma redução,
mas isto foi um desastre. Não haverá dinheiro sequer para
pagar os funcionários'', desabafa. Ele afirma que havia um acordo
entre o autor do projeto, deputado federal Pompeu de Mattos (PDT), de
que existiria uma discussão maior sobre o corte de repasses, antes
da votação. ''Nós fomos traídos pelos deputados
federais. Com as câmaras municipais enfraquecidas ficará mais
fácil irregularidades no Executivo'', lamenta.
Karla Losse Mendes
Equipe da Folha
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Folha
de S.Paulo, 30 de maio de 2008
Ao lado de petistas, Meirelles admite candidatura
em 2010
Em encontro, presidente do BC criticou "a
direita"
SHEILA D'AMORIM
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Alvo principal das críticas
dos petistas e do "fogo amigo" governista até bem
pouco tempo atrás, o presidente do Banco Central, Henrique
Meirelles, mostrou-se bastante à vontade, ontem, numa reunião
com deputados do PT. No encontro, o primeiro oficial com a bancada
em 64 meses no cargo, a pauta central era debater a economia brasileira,
mas o que chamou a atenção foi o tom político.
Meirelles não só admitiu que pode disputar o governo
de Goiás em 2010 como criticou "a direita".
Na chegada dos políticos à sede do BC, o líder do PT na
Câmara e organizador do encontro, Maurício Rands (PE), se encarregou
de apresentar os colegas a Meirelles, citando alguns que concorrerão
nas eleições municipais. Quando se referiu ao deputado Geraldo
Magela (DF), o congressista disse que ele seria futuro candidato ao governo
do Distrito Federal, "o mesmo cargo do senhor".
" Brinquei que vamos estar em posição semelhante. Ele riu
e concordou dizendo que, "sim, podemos estar em palanques idênticos'",
contou Magela.
" Foi uma brincadeira", admitiu Meirelles com seu habitual sorriso,
quando questionado sobre o ocorrido. Diante da insistência dos repórteres
de que toda brincadeira tem um fundo de verdade, ele acentuou ainda mais o sorriso
e franziu a testa deixando o suspense no ar.
Eleito deputado federal com uma votação recorde pelo PSDB goiano,
em 2002, o presidente do BC se desligou do partido para assumir o cargo no
governo Lula. No entanto, não rompeu sua relação com os
tucanos goianos e acompanha a política local de perto.
Recentemente comunicou a Lula a sua intenção de ser candidato
a governador e acentuou as conversas políticas. Como está sem
partido, eles tem flertado com vários, entre eles o PR, o PDT, o PTB,
e, nos últimos meses, até com o PT.
Segundo a Folha apurou, Meirelles deu um passo importante na direção
petista e ganhou a simpatia dos, até então, adversários
ferozes, dizendo que, no mundo todo, quem soube gerar crescimento com estabilidade
de preços foram os governos de esquerda. "A direita não
sabe fazer isso", afirmou, segundo deputados que participaram do encontro.
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Folha
de S.Paulo, 30 de maio de 2008
Fitch dá grau de investimento ao
Brasil
Bovespa cai 1,85% no dia em que 2ª grande
agência de risco dá selo de bom pagador ao país,
o que já havia sido antecipado pelo mercado | Para analistas,
momento desfavorável de crise internacional pode atrasar entrada
de investidores estrangeiros no Brasil
TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL
Menos de um mês
depois de a agência de classificação de risco
Standard & Poor's conceder o chamado grau de investimento para
o Brasil, a concorrente Fitch Ratings também decidiu reconhecer
o país como um local seguro para investimentos financeiros.
O selo de qualidade, em tese, abre as portas para investidores com
políticas conservadoras, como grandes fundos de pensão
americanos, aplicarem em papéis do governo e de empresas brasileiras.
Longamente antecipado pelos mercados, o "upgrade" atribuído
pela Fitch à melhora na situação fiscal e nas contas externas
foi recebido com sabor de "déjà vu". Diferentemente
da euforia vista com o primeiro grau de investimento, há um mês,
a Bovespa fechou ontem em baixa de 1,85% -chegou a subir 1,05%-, num dia positivo
nos mercados internacionais.
Shelly Shetty, diretora-sênior da Fitch, atribui a melhora na avaliação à solidez
das contas externas e fiscais, além do compromisso com a estabilidade
econômica tanto das autoridades do governo quanto dos atores do cenário
político.
" A alta do "rating" reflete uma melhora dramática das
contas externas e fiscal do Brasil, que tem reduzido a vulnerabilidade em relação
aos choques externos e cambiais... As autoridades têm estabelecido um caminho
de compromisso com a inflação baixa e com o superávit primário,
que vêm eliminando as antigas preocupações sobre a sustentabilidade
fiscal", afirmou a Fitch em nota.
Para Fernando Blumenschein, da FGV Projetos, o selo da Fitch dá mais
um aval à relativa solidez da situação fiscal do país,
mas o cenário externo de crise pode diminuir seu efeito benéfico,
já embutido na maioria dos preços de papéis brasileiros. "Há três
anos, estudos já diziam que o Brasil teria grau de investimento em 2008
ou 2009. Isso antecipou decisões de investimento", disse.
" O "upgrade" não foi exatamente uma surpresa, daí a
recepção do mercado. Não acho que isso abra as portas para
uma enxurrada de dinheiro, até porque a crise internacional secou o dinheiro
dos bancos e dos investidores. E, depois, a decisão de [um fundo] investir
leva um tempo", disse o economista Cristiano Souza, do Banco Real.
A Fitch lembra que a melhora das contas externas é resultado em parte
da alta dos preços das commodities, além do resultados da "boa
gerência" de políticas macroeconômicas.
Vista como mais conservadora, a Moody's, a terceira das grandes agências
de risco, ainda deve demorar um pouco para elevar o Brasil ao grau de investimento.
Em comunicado, Mauro Leos, da Moody's, reiterou que a questão fiscal é determinante: "O
panorama para o risco soberano do Brasil depende das perspectivas de melhora
tanto das finanças do governo quanto do perfil da dívida pública,
que reduziria as atuais vulnerabilidades e garantiria convergência dos
indicadores para níveis condizentes com o grau de investimento".
A referência da Fitch ao ambiente político estável chamou
a atenção de acadêmicos e do mercado. Autor de um estudo
sobre as agências, o economista José Luiz Rossi, do Ibmec-SP,
disse que elas estão de olho na questão política, apesar
de priorizarem a situação fiscal. Para ele, tanto a S&P quanto
a Fitch se sensibilizaram mais do que a Moody's com a diminuição
da vulnerabilidade externa do país desde que o país passou a
acumular reservas acima de sua dívida externa, em janeiro.
" A Moody's está mais preocupada com o aspecto fiscal, que ainda
deixa a desejar. Fatores políticos pesam na avaliação, mas
houve uma melhora tão grande nas contas externas que as agências
tiveram que dar o grau de investimento", disse.
O advogado José Eduardo Carneiro Queiroz, sócio do escritório
Mattos Filho, disse que sentiu aumento nas consultas de investidores estrangeiros
procurando oportunidades no país. "Vemos uma série de grupos
procurando informações sobre o país. São investidores
financeiros, que procuram comprar participação em empresas ou
mesmo iniciar um negócio. Mas o momento de crise internacional pode
atrasar esses negócios", disse.
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Folha
de S.Paulo, 30 de maio de 2008
Para Lula, empresários não
têm mais medo da esquerda
Presidente vê "bom momento" na
economia da AL
ENVIADA ESPECIAL A SAN SALVADOR
Em El Salvador para uma rápida visita focada em temas comerciais, o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou a crise financeira nos EUA
para tentar convencer os países centro-americanos da necessidade de
os latinos se integrarem mais.
Ao pregar o aumento no volume de negócios, Lula ressaltou o "bom
momento" que a região vive e citou especificamente o fim de dogmas
antigos ao dizer que hoje "os empresários não têm
mais medo das esquerdas e as esquerdas já não têm mais
medo dos empresários".
O presidente se referiu às conseqüências da crise americana
como "um segredo de Estado", mas reconheceu que, se a recessão
atingir os Estados Unidos, a economia mundial sofrerá um abalo.
" Neste mundo globalizado, ou nós procuramos consolidar outras parcerias
entre nós, novos nichos de mercado entre nós, novas parcerias empresariais
entre nós, ou nós corremos o risco de fazer com que essa crise
resulte em prejuízo para quem não teve coragem de procurar novas
parcerias nestes últimos anos", afirmou, num discurso que se estendeu
por 38 minutos, voltado a uma platéia de empresários e autoridades
de governos da região.
Lula se referiu à relação do Brasil com os países
do Sica (bloco que reúne oito países centro-americanos) como "um
casamento que tem tudo para dar certo". O Brasil tem interesse na América
Central por conta do acesso privilegiado dos países dessa região
ao mercado dos EUA. Já há presença brasileira em El Salvador
na área de álcool e no setor têxtil.
O Brasil esperava que El Salvador tivesse aprovado a mistura de 10% de álcool à gasolina
no mercado interno. Mas o assunto segue pendente de aprovação
do Congresso do país. (LETÍCIA SANDER)
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FOLHA DE LONDRINA, 30 de
maio de 2008 | Política
Senadores querem mudar regras de quebra
de decoro
Brasília - Na mesma reunião em que a Mesa Diretora do Senado
decidiu arquivar a representação do PSOL por quebra de decoro
parlamentar contra o senador Marconi Perillo (PSDB-GO) - a decisão foi
unânime entre os sete integrantes do colegiado -, foi aprovada, ontem,
alterações nas regras de recebimento de denúncias contra
parlamentares da Casa. As mudanças ainda dependem de aprovação
do Plenário e foram anunciadas pelo presidente do Senado, Garibaldi
Alves (PMDB-RN).
A principal alteração
prevista diz respeito à tramitação das representações
por quebra de decoro. Até aqui, elas eram oferecidas na Mesa Diretora
e só depois de serem acatadas é que eram encaminhadas ao
Conselho de Ética. Com a mudança, as representações
passam a ser protocoladas diretamente no Conselho de Ética. Pela
proposta, fica estabelecido que recebida a representação,
caberá ao presidente do conselho, hoje nas mãos do senador
Leomar Quintanilha (PMDB-TO), fazer o exame de admissibilidade da representação.
''Havendo Conselho de Ética
não há razão para a Mesa decidir isso (recebimento
de representações)'', afirmou o presidente do Senado. ''Acho
que essa representação contra o senador Marconi Perillo
foi a última recebida desta maneira'', prosseguiu Garibaldi.
Perillo havia sido pedida a investigação
contra o tucano no Conselho de Ética da Casa por suspeita de quebra
de decoro. Ele é acusado de ter feito caixa 2 e utilizado notas
fiscais falsas durante sua campanha ao Senado, em 2006.
Para aprovar o arquivamento da
representação contra o tucano, os senadores se basearam
no parecer do advogado-geral do Senado, Alberto Cascais, que argumentou
a improcedência da ação por ela se basear apenas
em fatos jornalísticos e as acusações serem anteriores
ao início do mandato de Perillo na Casa.
Ana Paula Scinocca
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Gazeta do Povo, 30 de maio
de 2008
Justiça
STF dá sinal verde para pesquisas
com células-tronco
Decisão foi apertada, mas garantiu
continuidade do trabalho dos cientistas. CNBB diz que o resultado
do julgamento é lamentável

João Vítor: menino com distrofia acompanhou discussão
e ficou feliz com o resultado. Mas diz que achou a sessão
do STF muito chata
Brasília - As pesquisas
com células-tronco embrionárias permanecem legais no Brasil.
Após três longas sessões, o Supremo Tribunal Federal
indeferiu por seis votos contra cinco a ação direta de
inconstitucionalidade que questionava o artigo 5º da Lei de Biossegurança,
que regulamenta os estudos. Seguem permitidos os trabalhos de manipulação
de embriões congelados há mais de três anos e com
a autorização dos doadores para tratamento de doenças.
O julgamento começou no dia 5 de março, foi retomado anteontem
e teve um desfecho menos polêmico do que o previsto. Até quarta-feira,
quatro ministros haviam votado a favor das pesquisas e quatro apresentaram
restrições. Antes do início da sessão final, Cezar
Peluso esclareceu que seu parecer do dia anterior havia sido mal interpretado
e que era totalmente favorável aos estudos.
Mesmo assim, o STF contabilizou o voto de Peluzo como restritivo. Desse modo,
a votação recomeçou com quatro votos pró-pesquisas
(Carlos Ayres Britto, Ellen Gracie, Cármen Lúcia Antunes Rocha
e Joaquim Barbosa) e três votos “restritivos” (Carlos Alberto
Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Cezar Peluso e Eros Grau). A improcedência
da ação foi consagrada logo após o voto de Marco Aurélio
Mello, o primeiro a falar na última sessão. “Mantenho a
esperança, sem a qual a vida do homem se torna inócua. Então
que se aguarde o amanhã, não se apagando a luz que no Brasil
se seguiu com a Lei de Biossegurança”, justificou.
Na seqüência, Celso de Mello proclamou um voto ainda mais duro a
favor das pesquisas. Ao contrário de colegas como Menezes Direito e
Ricardo Lewandowski, que não vetaram as pesquisas mas apresentaram restrições
que as tornariam inaplicáveis, posicionou-se com clareza. “Desculpem-me
pela expressão, mas o destino de todos esses embriões seria o
vaso sanitário. Dá-se-lhes, portanto, uma destinação
mais nobre.”
Com o resultado já definido, o presidente Gilmar Mendes também
votou com restrições. Ele reclamou da falta de clareza da atual
legislação brasileira sobre o assunto, mas enalteceu o comportamento
da corte diante de um tema complexo e disse que o julgamento foi histórico.
O desfecho provocou diferentes reações. O coordenador do movimento
Brasil Sem Aborto, Jaime Ferreira Lopes, foi um dos principais nomes contra
a continuidade das pesquisas, mas admitiu a qualidade do debate. Segundo ele, é preciso
ficar atento para que as discussões sobre a legalização
do aborto não sigam a decisão como precedente. O advogado-geral
da União, José Antônio Dias Toffoli, participou do processo
como defensor das pesquisas e negou que isso possa acontecer. “O que
ficou decidido é que o embrião fora do útero não
pode ser considerado um ser humano. No caso do aborto, ele está no corpo
da mulher. Cada história é uma história.”
Católicos
A CNBB (Conferência Nacional de Bispos do Brasil) divulgou nota na ontem
lamentando a decisão. Na nota, os bispos afirmam que “o embrião
humano tem direito à proteção do Estado. A circunstância
de estar in vitro ou no útero materno não diminui e nem aumenta
esse direito. É lamentável que o STF não tenha confirmado
esse direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário
sejam ceifadas”.

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O ESTADO DO PARANÁ,
30 de maio de 2008 | Economia
STJ decide que incide Imposto de Renda
sobre horas extras
Agência Estado
A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por
unanimidade, que incide Imposto de Renda (IR) sobre o pagamento de indenização
de horas extras trabalhadas. Foi unificada, assim, a jurisprudência da
Primeira e da Segunda Turma do tribunal, que tinham decisões conflitantes
sobre a questão.
O caso em discussão envolve
uma disputa judicial entre empregados da Petrobras e a Fazenda Nacional.
A Primeira Turma tinha decidido que o valor pago pela Petrobras a título
de indenização por horas trabalhadas não estaria
sujeito à incidência de IR por se tratar de verba indenizatória,
que recompensaria períodos de folga não gozados e a supressão
de horas extras, conforme acordo coletivo celebrado entre os empregados
e a empresa.
Por outro lado, a Segunda Turma
havia decidido que os mesmos valores pagos pela Petrobras corresponderiam
ao ressarcimento de horas extras, constituindo, assim, acréscimo
patrimonial passível de ser tributado por meio do IR. Durante
um período de dois anos, os empregados da Petrobras tiveram as
folgas não gozadas indenizadas por meio de horas extras.
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Notícias do Tribunal
Superior do Trabalho
30/05/2008
CEF pagará indenização
por acusação indireta de furto
Uma observação
feita por uma gerente da Caixa Econômica Federal, diante de trabalhadores
terceirizados, de que o furto de toner ocorrido na empresa deveria ter
sido praticado por algum terceirizado foi tida como injuriosa por uma
das trabalhadoras. A situação originou ação
com pedido de indenização por dano moral, julgada agora
pela Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que rejeitou
recurso de revista da CEF e manteve a condenação.
A questão debatida pela
Sétima Turma foi em torno da possibilidade de a conduta da representante
da CEF, ao imputar o delito de furto de forma indireta à trabalhadora,
sem comprovar sua ocorrência, ser suficiente para provocar o pagamento
de indenização. Para se falar em dano moral, é necessário
verificar a violação de direito constitucionalmente previsto – aqui,
especificamente, à honra e à imagem da trabalhadora -,
o que configuraria a ofensa pessoal sofrida, diante da comprovação
da ocorrência do fato lesivo ocasionado pela empregadora.
Ao julgar a controvérsia,
a Turma manteve a decisão da Justiça do Trabalho de Minas
Gerais, segundo a qual a acusação de furto, ainda que genérica,
não deixou de ser constrangedora para os integrantes da categoria
dos terceirizados. O entendimento foi reforçado pelo fato de ser
também genérico, para o caso, o inciso “c” do
artigo 896 da CLT, apontado como violado pela Caixa, o que não
permitiu o conhecimento do recurso. Segundo o relator, ministro Ives
Gandra Martins Filho, “a controvérsia sobre se imputação
genérica de ilícito atinge a honra e imagem do indivíduo
concreto é de cunho interpretativo”.
O processo
A terceirizada foi admitida como
digitadora, mas, na reclamação trabalhista, afirmou exercer
a função de técnico bancário. Demitida em
agosto de 2006, pediu na Justiça do Trabalho isonomia com o cargo
de técnico bancário da CEF e argumentou que o serviço
prestado à Caixa por onze anos estava entre as atividades essenciais
da empresa. Quanto à indenização por danos morais,
pleiteou-a devido à humilhação sofrida um mês
após ser transferida para o trabalho em arquivo, quando sumiram
os dois cilindros de toner.
A 30ª Vara do Trabalho de
Belo Horizonte julgou improcedente o pedido de diferenças salariais,
mas concedeu indenização por danos morais de R$ 8 mil.
Tanto a Caixa quanto a trabalhadora recorreram ao Tribunal Regional do
Trabalho da 3ª Região (MG), que manteve a indenização
e condenou as empresas ao pagamento da isonomia. A CEF recorreu, então,
ao TST, que excluiu da condenação o pagamento das diferenças
salariais e manteve a indenização por danos morais. (RR-97/2007-109-03-00.4)

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ISSN 1677-7069 3 Nº 102, sexta-feira, 30 de maio de 2008 |
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SINDICATO DOS EMPREGADOS EM EMPRESAS
DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE
AÉREO E ADMINISTRADORAS
DE AEROPORTOS E AÉRODROMOS DA REGIÃO
DO EXTREMO SUL DA BAHIA - SIRESATA
EDITAL
DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL
O
presidente do "Sindicato dos Empregados em Empresas de Serviços
Auxiliares de Transporte Aéreo e Administradoras de Aeroportos
e Aeródromos da Região do Extremo Sul da Bahia -
SIRESATA", entidade sindical laboral, sem fins econômicos,
devidamente inscrito no CNPJ nº 09.261.476/0001-50, sediado à Estrada
Velha do Aeroporto, s/nº, Cidade Alta - Porto Seguro - BA,
CEP 45.810-000, no uso de suas atribuições, em atendimento
do Inciso II do Art. 2º da Portaria nº 186 de 14/04/2008
do Ministério do Trabalho e Emprego, vem através
deste, convocar todos os trabalhadores e de administração
de aeroportos e aeródromos da região do Extremo Sul
da Bahia com abrangência nos 21 (vinte e um) municípios
(Porto Seguro, Santa Cruz de Cabrália, Belmonte, Itapebi,
Itagimirim, Eunápolis,
Itabela, Guaratinga, Itamaraju, Jucuruçú, Prado,
Alcobaça, Caravelas, Nova Viçosa, Mucuri, Teixeira
de Freitas, Medeiros Neto, Itanhém, Lajedão, Ibirapuã,
e Vereda), a realizar-se no próximo dia 10 (dez) de junho
do corrente ano, as 8,00 horas em primeira convocação
e as 8,30 horas com qualquer número de trabalhadores presentes,
no Salão 04 (quatro) de Embarque de passageiros do Aeroporto
Internacional de Porto Seguro - Ba, situado na Estrada Velha
do Aeroporto, s/nº - cidade Alta - Porto Seguro - Ba para
deliberar e ratificar os termos deliberado na Assembléia
Geral realizada em 06/11/2007 em atendimento ao Edital de Convocação
expedido em 09/10/2007 onde se reuniram e deliberaram pela criação
do sindicato da categoria, com sede na cidade de Porto Seguro
- Ba, sediado na
Estrada Velha do Aeroporto, s/nº - bairro cidade Alta - Porto
seguro - Ba., CEP 45.810-000; Área de abrangência
nos 21 municípios do Extremo Sul da Bahia, quando deliberaram
pela aprovação do Estatuto Social nos termos da minuta
apresentada; eleição da primeira diretoria para o
triênio 2007 a 2010, sendo eleito como presidente;
Francisco Almeida Souza e demais membros que constam na ata da
assembléia Geral de criação.
Caros companheiros, a união faz a força, venham
todos participar do nossa luta.
Porto Seguro - BA, 21 de maio de 2008.
FRANCISCO ALMEIDA SOUZA
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ISSN 1677-7069 3 Nº 102, sexta-feira, 30 de maio de 2008
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SINDICATO DOS TRABALHADORES
NAS EMPRESAS DE ENERGIA ELÉTRICA
DE MARINGÁ E REGIÃO
NOROESTE DO PARANÁ
EDITAIS
DE CONVOCAÇÃO
CONGRESSO EXTRAORDINÁRIO
Com
a finalidade de analisar a situação real da categoria,
as condições de funcionamento e desenvolvimento da
sociedade brasileira, e a definição de novos rumos
nas políticas de atuação da entidade em toda
sua base territorial, por este Edital, o Sistema Diretivo do Sindicato
dos Trabalhadores nas Empresas de Energia Elétrica de Maringá e
Região Noroeste do Paraná - STEEM, no uso de suas
atribuições legais e estatutárias, convoca
todos os empregados da Companhia Paranaense de Energia - COPEL,
e empresas de produção, geração, transmissão,
distribuição e comercialização de gás
canalizado, e energias de fontes hídricas, térmicas
e alternativas, e das empresas prestadoras de serviços à Copel
(empreiteiras terceirizadas), associados ou não
ao Sindicato, pertencentes a sua base
territorial, cujos municípios são: Altamira do Paraná,
Alto Paraná, Alto Piquiri, Altônia, Alto Paraíso,
Amaporã, Araruna, Atalaia, Barbosa Ferraz, Boa Esperança,
Brasilândia do Sul, Cafezal do Sul, Campina da Lagoa, Campo
Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Colorado, Corumbataí do
Sul, Cruzeiro do Oeste, Cruzeiro do Sul, Diamante do Norte, Douradina,
Doutor Camargo, Engenheiro Beltrão, Farol, Fênix,
Floraí, Floresta, Francisco Alves, Goioerê, Guairaça,
Guaporema, Icaraíma, Inajá, Indianópolis,
Iporã, Iretama, Itaguajé, Itambé, Itaúna
do Sul, Ivaté, Ivatuba, Janiópolis, Jar - dim Olinda,
Japurá, Juranda, Jussara Loanda, Luiziania, Mamborê,
Mandaguaçu, Mandaguari, Marialva, Marilena, Maria Helena,
Mariluz, Maringá, Mato Rico, Moreira Sales, Nova Aliança
do Ivaí, Nova Esperança, Nova Londrina, Nova Olímpia,
Ourizona, Paiçandu, Paraíso do Norte, Paranacity,
Paranapoema, Paranavaí, Peabiru, Pérola, Planaltina
do Paraná, Porto Rico, Presidente Castelo Branco, Querência
do Norte, Quinta do Sol, Rancho Alegre do Oeste, Roncador, Rondon,
Santa Cruz do Monte Castelo, Santa Inêz, Santa Izabel do
Ivaí, Santa Mônica, Santo Antônio
do
Caiuá, São Carlos do Ivaí, São João
do Caiuá, São Jorge do Ivaí, São Jorge
do Patrocínio, São Pedro do Paraná, São
Tomé, Sarandi, Tamboara, Tapira, Tapejara, Terra Boa, Terra
Rica, Tuneiras do Oeste, Ubiratã, Umuarama,
Uniflor e Xambrê, para participarem do Congresso Extraordinário
da categoria a ser realizado no dia 14/06/2008, nas dependências
do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Energia Elétrica
de Maringá e Região Noroeste do Paraná - STEEM,
situada na Rua Vitória, nº 109 Vila Esperança
em Maringá, Paraná, o congresso terá início às
09h00min, com término às 12h00min, para
deliberarem sobre a seguinte Ordem do Dia:
1)
Reforma Estatutária; 2) Outros assuntos de interesse da categoria.
EDITAL
DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
Por
este Edital, o Sistema Diretivo do Sindicato dos Trabalhadores
nas Empresas de Energia Elétrica de Maringá e
Região
Noroeste do Paraná - STEEM, sito a Rua Vitória,
nº 109, Vila Esperança, em Maringá, Paraná,
CEP 87030-320, no uso de suas atribuições legais
e estatutárias, convoca todos os empregados da Companhia
Paranaense de Energia - COPEL, empresas de produção,
geração, transmissão, distribuição
e comercialização de gás canalizado,
e energias de fontes hídricas, térmicas e alternativas,
e das empresas prestadoras de serviços à Copel
(empreiteiras terceirizadas), associados ou não ao
Sindicato, pertencentes a sua base territorial, cujos municípios
são: Altamira
do Paraná, Alto Paraná, Alto Piquiri, Altônia,
Alto Paraíso, Amaporã, Araruna, Atalaia, Barbosa
Ferraz, Boa Esperança, Brasilândia do Sul, Cafezal
do Sul, Campina da Lagoa, Campo Mourão, Cianorte,
Cidade Gaúcha, Colorado, Corumbataí do
Sul, Cruzeiro do Oeste, Cruzeiro do Sul, Diamante do Norte,
Douradina, Doutor Camargo, Engenheiro Beltrão, Farol, Fênix,
Floraí, Floresta, Francisco Alves, Goioerê, Guairaça,
Guaporema, Icaraíma, Inajá, Indianópolis,
Iporã, Iretama, Itaguajé, Itambé, Itaúna
do Sul, Ivaté, Ivatuba, Janiópolis, Jardim Olinda,
Japurá, Juranda, Jussara Loanda, Luiziania, Mamborê,
Mandaguaçu, Mandaguari, Marialva, Marilena, Maria Helena,
Mariluz, Maringá, Mato Rico, Moreira Sales,
Nova Aliança do Ivaí, Nova Esperança, Nova
Londrina, Nova Olímpia, Ourizona, Paiçandu, Paraíso
do Norte, Paranacity, Paranapoema, Paranavaí, Peabiru, Pérola,
Planaltina do Paraná, Porto Rico, Presidente Castelo Branco,
Querência do Norte, Quinta do Sol, Rancho Alegre do Oeste,
Roncador, Rondon, Santa Cruz do Monte Castelo, Santa Inêz,
Santa Izabel do Ivaí, Santa Mônica, Santo Antônio
do Caiuá, São Carlos do Ivaí, São João
do Caiuá, São Jorge do
Ivaí, São Jorge do Patrocínio, São
Pedro do Paraná, São Tomé, Sarandi, Tamboara,
Tapira, Tapejara, Terra Boa, Terra Rica, Tuneiras do Oeste, Ubiratã,
Umuarama, Uniflor e Xambrê, para se reunirem em sessão
de Assembléia Geral Extraordinária, no dia 14/06/2008,
nas dependências do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas
de Energia Elétrica de Maringá e Região Noroeste
do Paraná - STEEM, sito na Rua Vitória nº 109,
na cidade de Maringá, Paraná, com início às
13h30min, em primeira convocação com número
regular de presentes e às 14h00min, em segunda convocação
com qualquer número de presentes, para referendo da Reforma
Estatutária promovida pelo Congresso da Categoria, com
a seguinte Ordem do Dia: Item
01) - Alteração Estatutária da Entidade
para ampliação de representação de
base, com abrangência de todos os trabalhadores nas empresas
de produção, geração, transmissão,
distribuição e comercialização de gás
canalizado, e energias de fontes hídricas, térmicas
e alternativas; Item
02) - Alteração Estatutária da Entidade
para representação de todos os trabalhadores nas
empresas prestadoras de serviços a COPEL, em toda sua área
de atuação (empreiteiros terceirizados); Item
03) - Alteração Estatutária da Entidade
para mudança do nome do Sindicato, para seguinte denominação:
Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Produção,
Geração, Transmissão, Distribuição
e Comercialização
de Energia Elétrica de Fontes Hídricas, Térmicas
e Alternativas, Gás Natural, nas Empresas Públicas,
Privadas e Prestadoras de Serviços Terceirizados de Maringá e
Região Noroeste do Paraná - STEEM; Item 04) - Outros assuntos de interesse da categoria.
Maringá-PR,
21 de maio de 2008
CLAUDEIR FERNANDES
Diretor-Presidente
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