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FOLHA DE LONDRINA, 17 de setembro de 2009
| Economia
Postos formais bateram recorde em agosto
Brasília - Superando as previsões feitas pelo presidente
Luiz Inácio Lula da Silva no início da semana, o governo
divulgou ontem que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged) registrou a criação de 242.126 empregos formais
em agosto, um recorde para o mês desde o início da série
histórica, em 1992.
O ministro do Trabalho e Emprego,
Carlos Lupi, prevê crescimento de 2% do PIB no ano e a criação
de um milhão de empregos com carteira assinada. E avisa: a previsão
deve ser elevada a partir dos dados de setembro. ''Time que está
vencendo não humilha o adversário'', disse, ao ser perguntado
sobre qual seria a nova previsão, explicando que os adversários
são os ''pessimistas.''
Lupi disse que há uma
recuperação generalizada dos empregos no País.
De acordo com os dados do Caged, o setor de serviços criou 85,6
mil postos formais, o segundo melhor resultado da série para
o mês e o melhor do ano. A indústria gerou 66,6 mil vagas,
também o melhor resultado de 2009 e o segundo melhor da série
para o mês.
O comércio registrou
56,8 mil novas vagas, recorde da série para agosto, com destaque
para o setor varejista, que registrou 47,3 mil novos empregos. A construção
civil criou 39,9 mil postos, resultado recorde para o setor em toda
a série do Caged. A administração pública
criou 3,3 mil vagas, o segundo melhor resultado para agosto.
Somente a agricultura registrou
queda na geração de empregos formais. Segundo Lupi, isso
ocorreu em função de fatores sazonais no Centro-Sul do
País, relacionados à entressafra de produtos agrícolas,
como o café.
A criação de vagas
em agosto é o resultado de 1,457 milhão de contratações
e 1,215 milhão de demissões. O saldo líquido representa
um crescimento de 0,75% em relação ao estoque de empregos
de julho. Em julho, foram criados 138.402 empregos. De janeiro a agosto,
foram criados 680.034 postos de trabalho e, nos últimos 12 meses,
328.509 vagas. De janeiro a agosto, a geração de vagas
teve crescimento de 2,13% em relação ao estoque de postos
de dezembro do ano passado.
Fabio Graner
Agência Estado
Gráfico:
JORNAL GAZETA DO POVO |Edição 17/09/2009 | Economia
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O ESTADO DO PARANÁ,
17 de setembro de 2009 | Economia
País vai gerar um milhão
de empregos em 2009
Agência Estado
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, afirmou hoje que, em
2009, serão gerados mais de um milhão de empregos formais.
A projeção do ministro não mudou em relação
ao que vem sendo dito nos últimos meses, após a divulgação
do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em agosto,
segundo o ministério, foram gerados 242.126 empregos formais.
Lupi afirmou ainda que, após
a divulgação do resultado de setembro, no mês que
vem, a previsão para a geração de vagas em 2009
deve aumentar. Ao ser questionado sobre porque não divulgava
hoje a nova estimativa, Lupi respondeu com ironia: "Time que está
vencendo não humilha o adversário." Segundo ele,
os adversários são os "pessimistas".
Mais otimista que outros
integrantes do governo, Lupi prevê que a economia brasileira neste
ano crescerá 2%. "Continuo falando sozinho nessa projeção",
disse o ministro, que ironizou os analistas de mercado que projetavam
queda de 2% a 3% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
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FOLHA DE SÃO PAULO,
17 de setembro de 2009 | Dinheiro
Emprego formal "zera" perdas
com crise
Indústria se recupera, e agosto
registra maior geração de vagas para o mês; desde
outubro, saldo é positivo em 45,7 mil | Analista vê cenário
positivo para o resto do ano, mas ressalva que, por enquanto, há
recuperação, não expansão do emprego
JULIANNA SOFIA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Com os 242.126 empregos com
carteira assinada criados em agosto, o saldo de postos formais de trabalho
no Brasil desde outubro do ano passado, quando a crise financeira global
se agravou, já ficou positivo em 45.668 vagas. Se o recorte for
a partir de novembro, quando os efeitos da crise provocaram demissões,
ainda há uma perda de 15.736 vagas.
Após seis meses seguidos de tímida recuperação,
os números divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho
para o mercado formal em agosto surpreenderam e mostraram recorde no
saldo de contratações para o mês -foi o melhor resultado
para agosto desde 1992, início da série histórica.
Pela primeira vez desde o estouro da crise financeira no Brasil, a indústria
demonstrou vigor nas contratações. Em agosto, gerou três
vezes mais vagas do que em julho, alcançando saldo líquido
de 66.564 postos de trabalho. O emprego industrial foi o mais afetado
pela turbulência na economia, e o resultado acumulado pelo setor
no ano ainda é negativo.
"O resultado superou todas as expectativas. Os números foram
positivos em todas as unidades da Federação e em praticamente
todos os macrossetores, com exceção da agricultura. Estamos
no caminho de gerar mais de 1 milhão de empregos neste ano",
afirmou o ministro Carlos Lupi (Trabalho).
O Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) é um levantamento
realizado mensalmente pelo Ministério do Trabalho a partir de
informações das empresas. O cadastro existe desde 1992
e reúne todos os registros de contratações e demissões
no setor formal -exceto domésticos, trabalhadores temporários
e servidores públicos.
No acumulado do ano, o Caged registra a geração de 680.034
postos. No período crítico da crise (entre novembro e
janeiro), o mercado formal fechou 797.515 vagas.
Na avaliação de Lupi, o desempenho do mercado de trabalho
neste mês superará o verificado em agosto. Ele reafirmou
que o comportamento do emprego no segundo semestre de 2009 será
similar ao do primeiro semestre do ano passado, quando houve forte geração
de vagas formais.
Para o economista Bernardo Wjuniski, da consultoria Tendências,
o raciocínio do ministro é coerente. "A tendência
é de trajetória positiva para a atividade econômica
e para o emprego. Mas é preciso olhar com cautela os números",
afirma o economista.
Segundo ele, enquanto, no primeiro período de 2008, o crescimento
era sinônimo de expansão da economia e da oferta de emprego,
no último semestre de 2009, a perspectiva é diferente.
"Estamos agora recuperando uma capacidade ociosa. As taxas de crescimento
vão ser parecidas. Mas isso é recuperação,
e não expansão", disse Wjuniski.
Teste
Na análise do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento
Industrial), os números de agosto indicam que o mercado voltou
a apresentar padrão semelhante ao registrado antes da crise.
O instituto destaca que, em meses anteriores, havia sinais de uma "melhora
gradativa", mas somente em agosto o volume de contratações
líquidas superou o saldo de agosto do ano passado.
"Por tratar-se de uma indicação ainda muito preliminar,
é necessário aguardar para que seja testada a hipótese
do retorno à normalidade", pondera o Iedi em sua análise.
Apesar do bom desempenho da indústria, o setor de serviços
foi o que registrou o maior saldo de vagas em agosto. Foram gerados
85.568 empregos.
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FOLHA DE SÃO PAULO,
17 de setembro de 2009 | Dinheiro
Trabalho 1:
Para Lula, dado mostra que economia está
a todo o vapor
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem que o aumento
recorde do número de empregos em agosto "é a prova
contundente de que a atividade econômica voltou a funcionar a
todo o vapor". Lula afirmou estar feliz com o resultado "extraordinário"
de agosto. "Isso significa que podemos continuar crescendo e que
setembro será muito bom. Vamos ultrapassar 1 milhão de
empregos em um ano em que estávamos em crise profunda",
disse o presidente.
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AGÊNCIA CÂMARA,
17 de setembro de 2009
Temer pedirá a líderes definição
de data para votar jornada
Sindicalistas estiveram reunidos nesta terça-feira (15) com o
presidente da Câmara, Michel Temer, para pedir a definição
de uma data para votar em Plenário a PEC 231/95, que prevê
a redução da carga horária de trabalho de 44h para
40h semanais..
De acordo com o deputado, Temer
prometeu conversar com os líderes partidários na reunião
da próxima terça-feira para definir a data.
Além da redução
da carga horária, a PEC também prevê a elevação
do valor da hora extra para 75% sobre o da hora normal.
A PEC já foi aprovada
por uma comissão especial da Câmara e precisa ser votada
em dois turnos pelo Plenário.
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O ESTADO DO PARANÁ,
17 de setembro de 2009 | Economia
Censo abrirá mais de 33 mil vagas
de emprego
Cintia Végas
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abre,
no próximo dia 21, inscrições para concurso que
visa o preenchimento de 33.012 vagas de nível médio, em
todo Brasil, para a função de Agente Censitário.
No Paraná, distribuídas
pelos 399 municípios, são 1.985 oportunidades. Destas,
1.390 são para Agentes Censitários Superiores (ACS), 461
para Agentes Censitários Municipais (ACM), 91 para Agentes Censitários
de Informática (ACI), 21 para Agentes Censitários Regionais
(ACR) e 20 para Agentes Censitários Administrativos (ACA). Do
total de vagas, 5% serão reservadas para portadores de necessidades
especiais.
A previsão de execução
dos trabalhos varia de nove a doze meses, conforme a função.
Os salários vão de R$ 760,00 a R$ 1.600,00, para jornada
de quarenta horas semanais (oito horas diárias).
"Após aprovados,
os candidatos irão passar por treinamento de uma a duas semanas,
com capacitação teórica e prática. Eles
serão contratados a partir do próximo mês de fevereiro
e irão trabalhar na realização do censo 2010, cuja
coleta de dados irá acontecer de primeiro de agosto e 30 de novembro.
Só no Paraná, devem ser visitados 3,8 milhões de
domicílios", diz o chefe da Unidade Estadual do IBGE no
Paraná, Sinval Dias dos Santos.
As inscrições
para o concurso vão até 6 de outubro e podem ser feitas
pela internet - através do site www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos
/ibge0509/ibge0109.html, da Fundação Cesgranrio -
ou em postos de inscrição nos municípios.
A taxa de inscrição
é de R$ 22,00 para as funções de Agente Censitário
Municipal (ACM), Agente Censitário Supervisor (ACS) e Agente
Censitário de Informática (ACI); de R$ 18,00 para a função
de Agente Censitário Administrativo (ACA); e de R$ 30,00 para
Agente Censitário Regional (ACR).
Mais informações
sobre o processo seletivo, assim como as atribuições de
cada cargo para o qual são oferecidas vagas, podem ser obtidas
no endereço www.ibge.gov.br . No próximo mês de
março, o IBGE irá realizar processo seletivo para a contratação
de recenseadores. No Paraná, de acordo com Sinval, serão
10.608 vagas.
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O ESTADO DO PARANÁ,
17 de setembro de 2009 | Economia
Lobão reitera que FGTS não
será usado para o pré-sal
Agência Estado
O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, reiterou hoje que
o governo não vai liberar o uso do Fundo de Garantia do Tempo
de Serviço (FGTS) para que os acionistas minoritários
da Petrobras possam comprar novas ações, na operação
de capitalização que será conduzida para que a
empresa possa investir no pré-sal. Segundo Lobão, "o
FGTS está voltado a outros objetivos", como a construção
de casas populares.
Lobão citou o programa
"Minha Casa, Minha Vida", que prevê a construção
de 1 milhão de novas moradias, e afirmou que o governo não
podia "abrir as comportas do FGTS", porque quer atingir a
meta. O ministro disse ainda que a liberação do FGTS no
governo anterior, para compra de ações da Petrobras, foi
uma decisão tomada em outro momento político e econômico.
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CONGRESSO EM FOCO, 17 de
setembro de 2009
O que muda com a reforma eleitoral
Proposta aprovada pelo Congresso oficializa
doações ocultas e pela internet e amplia participação
da internet no processo eleitoral. Conheça as novas regras
Eduardo Militão
A Câmara aprovou, na noite
de quarta-feira (16), a reforma eleitoral. A matéria segue para
sanção presidencial. Se forem publicadas no Diário
Oficial da União sem nenhum veto até 3 de outubro, as
novas regras vão valer para as eleições do ano
que vem. Veja o que pode mudar:
Doações ocultas
Hoje: Entidades que recebem
recursos públicos driblam a lei eleitoral para fazer doações
para os partidos, já que a legislação veda a doação
direta de entidades como ONGs e sindicatos para os candidatos.
Como vai ficar: O Congresso oficializa as doações ocultas,
autorizando o repasse de recursos de entidades para os partidos políticos.
O Senado rejeitou uma emenda do senador Eduardo Suplicy que tentava
impedir esse tipo de doação.
Doações
de entidades esportivas
Hoje: As entidades esportivas que não recebem dinheiro público
podem doar para campanhas eleitorais, por exemplo, a Confederação
Brasileira de Futebol (CBF).
Como vai ficar: Nenhuma instituição ou entidade esportiva
poderá fazer doações, inclusive a CBF.
Doações
pela internet
Hoje: Os cidadãos podem doar aos candidatos usando depósitos
em uma conta corrente específica candidato ou em materiais de
uso para a campanha, como, por exemplo, combustível.
Como vai ficar: Será possível também fazer doações
pela internet, inclusive com cartão de crédito. As doações
por telefone, propostas pelo Senado, foram derrubadas pela Câmara.
Informação
e opinião na internet
Hoje: Depende da jurisprudência dos tribunais eleitorais.
Como vai ficar: Sites noticiosos, blogs e redes sociais terão
liberdade de expressar opiniões durante o período eleitoral,
vedado o anonimato e assegurado o direito de resposta em caso de abusos.
Nesse caso, as regras de rádio e televisão não
valem para a internet.
Direito
de resposta na internet
Hoje: Depende da jurisprudência dos tribunais.
Como vai ficar: O direito de resposta na internet deverá permanecer
no ar por tempo não inferior ao dobro do qual a reportagem esteve
disponível para leitura.
Debates
na internet, rádio e TV
Hoje: Rádios e TVs têm permissão para transmitir
debates. Todos os candidatos devem ser convidados a participar. O debate
poderá ser em conjunto ou em grupos de três candidatos.
Como vai ficar: Rádios, TVs e sites de internet terão
permissão para transmitirem debates. As regras do debate deverão
ser aceitas por 2/3 dos candidatos. Todos os candidatos deverão
ser convidados. O debate poderá ser em conjunto ou em grupos
de três candidatos.
Propaganda dos políticos na internet
Hoje: Os candidatos só podem ter um site oficial, registrado
na Justiça. As páginas devem sair do ar 48 horas antes
da eleição.
Como vai ficar: Os candidatos poderão usar todas as ferramentas
disponíveis para contato virtual com os eleitores: sites, blogs
e redes de relacionamento. As páginas poderão ficar no
ar mesmo no dia da eleição.
Propaganda
paga na internet
Hoje: Proibida.
Como vai ficar: Continua proibida. Senadores tentaram abrir permissão
apenas para candidaturas a presidente da República, mas a medida
foi derrubada na Câmara.
Contas
aprovadas na Justiça
Hoje: Para registrar a candidatura, o político tem que ter suas
prestações de contas de campanha aprovadas pela Justiça.
Existe uma data limite para comprovar isso e garantir o registro.
Como vai ficar: Para registrar a candidatura, será preciso apenas
apresentar as contas da campanha. Não haverá mais data
limite para comprovar a aprovação das contas. O político
passa a ter todo o período de campanha para tentar reverter a
sua situação. Em todos os recursos, haverá efeito
suspensivo.
Cassação
e novas eleições
Hoje: Quando há cassação de mandato de presidente,
governador e prefeito, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entende que
o segundo colocado nas eleições deve assumir. Segundo
o relator da reforma eleitoral, deputado Flávio Dino (PCdoB-MA),
o Supremo Tribunal Federal deve rever isso, determinando novas eleições.
A Constituição diz que, em caso de vacância do cargo
do presidente da República nos dois primeiros anos de mandato,
novas eleições devem ser realizadas. Se isso acontecer
nos dois últimos anos, deve haver eleição indireta.
Como vai ficar: Os senadores tentaram mudar a regra, estabelecendo a
realização de nova eleição direta, a qualquer
tempo, nos casos de cassação pela Justiça eleitoral
de presidente, governador ou prefeito. A emenda foi rejeitada na Câmara.
Com isso, nada muda.
"Ficha
suja"
Hoje: Enquanto não forem condenados em última instância
pela Justiça, candidatos com processos criminais ou eleitorais
podem concorrer normalmente.
Como vai ficar: Nada muda. Os senadores tentaram incluir no texto a
exigência de “reputação ilibada”, mas
o caráter subjetivo da expressão não traria efeito
prático, argumentam os deputados. A Câmara derrubou a exigência.
Divulgação
de obras
Hoje: é proibido que governo e candidatos participem de inauguração
de obras ou assinem ordens de serviço nos quatro meses que antecedem
as eleições.
Como vai ficar: Nada muda. Os senadores estendiam a proibição
para os quatro primeiros meses, mas os deputados rejeitaram a sugestão
de mudança.
Documentos
para votar
Hoje: O eleitor pode votar com qualquer documento de identidade, inclusive
com o título de eleitor, que não exibe fotos.
Como vai ficar: Para poder votar, será necessário apresentar
o título de eleitor e um documento com fotografia.
Voto em trânsito
Hoje: Não é possível votar fora de sua zona eleitoral.
Como vai ficar: No caso das eleições presidenciais, será
permitido ao eleitor votar nas capitais. Haverá zonas eleitorais
específicas para atender quem estiver fora de seu domicílio
eleitoral.
Voto
impresso
Hoje: Existe somente o voto por meio eletrônico, sem conferência
por sistema convencional.
Como vai ficar: A partir de 2014, as urnas eletrônicas deverão
ter sistema de voto impresso, sem contato manual do eleitor. Após
a eleição, 2% das urnas de cada zona eleitoral deverão
ser auditadas. Os senadores chegaram a derrubar essa medida, mas ela
foi retomada pelos deputados.
LEIA
AS ÍNTEGRAS:
Clique aqui para ver o texto-base aprovado pela Câmara e veja,
logo abaixo, as emendas dos senadores acolhidas pelos deputados. A combinação
desses dispositivos resulta na reforma eleitoral.
"Emenda nº 52
(Corresponde à Subemenda à Emenda nº 71 - PLEN)
Dê-se ao art. 57-D da Lei nº 9.504, de 30 de setembro de
1997, na forma do art. 4º do Projeto, a seguinte redação:
“Art. 4º ........................................................
......................................................................
‘Art. 57-D. É livre a manifestação do pensamento,
vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial
de computadores – Internet, assegurado o direito de resposta,
nos termos dos arts. 58, § 3º, inciso IV, alíneas “a”,
“b”, “c” e “d”, e 58-A, e por outros
meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica.
Parágrafo único. As representações pela
utilização indevida da Internet serão apreciadas
na forma da lei.’
.....................................................................”
"Emenda nº
53
(Corresponde à Emenda nº 12 - CCT-CCJ)
Dê-se ao caput do art. 57-F da Lei nº 9.504, de 30 de setembro
de 1997, acrescido pelo art. 4º do Projeto, a seguinte redação:
“Art. 4º ........................................................
......................................................................"
‘Art. 57-F. Aplicam-se ao provedor de conteúdo e de serviços
multimídia que hospeda a divulgação da propaganda
eleitoral de candidato, partido ou coligação as penalidades
previstas nesta Lei, se, no prazo determinado pela Justiça Eleitoral,
contado a partir da notificação de decisão sobre
a existência de propaganda irregular, não tomar providências
para a cessação dessa divulgação.’
.....................................................................”
"Emenda nº
54
(Corresponde à Emenda nº 5 - CCT-CCJ)
Acrescente-se parágrafo único ao art. 57-F da Lei nº
9.504, de 30 de setembro de 1997, incluído pelo art. 4º
do Projeto:
“Art. 4º ........................................................
......................................................................
‘Art. 57-F. ....................................................
Parágrafo único. O provedor de conteúdo ou de serviços
multimídia só será considerado responsável
pela divulgação da propaganda se a publicação
do material for comprovadamente de seu prévio conhecimento, ou
em caso de divulgação de propaganda paga.’
.....................................................................”
"Emenda nº
67
(Corresponde à Subemenda à Emenda nº 75 - PLEN)
Inclua-se no Projeto, onde couber, o seguinte artigo:
“Art. Não se aplica a vedação constante do
parágrafo único do art. 240 da Lei nº 4.737, de 15
de julho de 1965 (Código Eleitoral), à propaganda eleitoral
veiculada gratuitamente na Internet, no sítio eleitoral, blog,
sítio interativo ou social, ou outros meios eletrônicos
de comunicação do candidato, ou no sítio do partido
ou coligação, nas formas previstas no art. 57-B da Lei
nº 9.504, de 30 de setembro de 1997.”
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O ESTADO DO PARANÁ,
17 de setembro de 2009 | Economia
Greves encerradas na Renault e na Volvo
Joyce Carvalho e Helio Miguel
Os funcionários das montadoras Renault-Nissan e Volvo voltaram,
ontem, ao trabalho após a aprovação de um acordo
salarial entre o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba
(SMC) e as empresas.
Os trabalhadores da Volvo vão
receber a reposição da inflação pelo índice
INPC, de 4,4%, mais aumento real, totalizando um aumento salarial de
7,57%. Os funcionários da Renault ganharão cerca de 1%
a mais porque havia um repasse pendente no acordo feito no ano passado.
No total, o aumento será
de 8,65%. Nos dois casos, os empregados ainda têm direito a um
abono salarial de R$ 2 mil, que devem ser pagos até amanhã.
Os acordos se tornaram os melhores do ano na indústria nacional.
Para o presidente do sindicato,
Sérgio Butka, as montadoras poderiam conceder um aumento real
maior ainda do que foi fechado no acordo, entre 4% e 5%. Ele alega que
as empresas já se recuperaram da crise e não estavam repassando
o lucro aos trabalhadores.
"As empresas continuam
produzindo carros. Aquelas que demitiram estão recontratando.
Não tem porque as empresas alegarem que o lucro diminuiu",
comenta. Especificamente na Volvo, ainda foi negociada a garantia de
emprego até dezembro deste ano.
A Volvo não recontratou
os 430 funcionários demitidos no final de 2008 e existem cerca
de 300 empregados ociosos neste momento. Os dias parados serão
descontados no banco de horas dos trabalhadores.
Segundo Cid Cordeiro, economista
do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos
do Paraná (Dieese/PR), o acordo na Volvo e na Renault vai beneficiar
6 mil trabalhadores e gerar um impacto de aproximadamente R$ 37 milhões
na economia paranaense.
Ele lembra que a negociação
começou com a proposta, por parte das empresas, de apenas a reposição
da inflação e encerrou com o aumento real de 3% mais o
abono de R$ 2 mil.
"O custo dos dias parados
era maior do que os valores do acordo. Se em um primeiro momento já
houvesse entendimento, o custo financeiro seria zero para eles (empresas)",
explica.
Volks
Se na Renault e na Volvo houve
consenso entre patrões e empregados, na Volkswagen-Audi as negociações
ainda continuam. A empresa, que demorou até esta semana para
oferecer sua primeira proposta de acordo, quer discutir apenas o abono,
o aumento real e o desconto dos dias parados, enquanto o sindicato dos
trabalhadores quer manter uma discussão sobre o adicional noturno.
Uma nova reunião está programada para a manhã de
hoje, na sede do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR),
em Curitiba.
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Notícias do Tribunal Superior
do Trabalho
17/09/2009
Empregado não consegue reintegração
pedida depois do fim da estabilidade
A Terceira Turma do Tribunal
Superior do Trabalho reformou decisão que havia assegurado a
trabalhador a reintegração ao emprego e a manutenção
do respectivo contrato de trabalho até sua aposentadoria, após
confirmação de moléstia ocupacional, e converteu-a
em indenização. A relatora do processo no TST, ministra
Rosa Maria Weber, seguiu o entendimento do Tribunal quanto à
extensão da estabilidade provisória acidentária,
no sentido de que o artigo 118 da Lei 8.213/91 (Lei da Previdência
Social) apenas assegura ao trabalhador que retornou ao trabalho, uma
garantia de emprego pelo prazo mínimo de 12 meses após
o fim do auxílio-doença acidentário.
O empregado foi admitido na
Duratex S/A em junho de 1982 como operador de máquinas. Em razão
da exposição prolongada a ruído excessivo, sofreu
perda auditiva bilateral, com diminuição da audição
e zumbido intermitente. Após a demissão, em março
de 1996, ele buscou verbas rescisórias e sua reintegração
ao trabalho pelo fato de a empresa tê-lo dispensado sem informar
ao INSS sobre sua doença ocupacional. A sentença de primeiro
grau não acolheu o pedido do trabalhador por falta de nexo causal
entre a perda auditiva e o as condições de trabalho.
A reintegração
foi concedida pelo Tribunal Regional da 15ª Região (Campinas/SP)
,ao analisar o recurso do industriário. O TRT determinou sua
reintegração no quadro de funcionários em função
compatível com sua condição física, além
de manter a vigência do contrato de trabalho até a aposentadoria.
A empresa recorreu então
ao TST. Para a ministra relatora, porém, era incontroverso que
o trabalhador ajuizou a ação trabalhista somente após
o decurso do período estabilitário de 12 meses –
o intervalo entre a rescisão e propositura da ação
foi de 15 meses. Nesse caso, aplica-se a interpretação
dada pela Súmula 396 do TST, segundo a qual, “exaurido
o período de estabilidade, são devidos ao empregado apenas
os salários e consectários do período compreendido
entre a data da despedida e o final da estabilidade, não lhe
sendo assegurada a reintegração ao emprego”. A Turma
acatou por unanimidade o voto da relatora e determinou a substituição
da reintegração pela condenação aos salários
e demais vantagens no período entre a data da dispensa e o final
da estabilidade. ( RR-1199/1991-002-15-00.6)
(Alexandre Caxito)
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17/09/2009
Horas extras recebidas mesmo sem prestação
de serviço integram salário
Depois de receber horas extras
desvinculadas da efetiva prestação de serviço durante
vários anos, um bancário obteve a integração
das parcelas ao seu salário,. A Seção Especializada
em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho
rejeitou embargos do Banco Itaú S. A., entendendo não
se tratar de horas extras pré-contratadas (argumento utilizado
pelo banco), e sim um “plus” salarial.
O trabalhador teve seu pedido
indeferido na primeira instância, mas o Tribunal Regional do Trabalho
da 9ª Região (PR) reformou a sentença, reconhecendo
a natureza de salário do valor pago a título de horas
extras pré-contratadas e determinando a sua incorporação
à remuneração para todos os efeitos legais. Para
essa decisão, o Regional se baseou no fato de que, todos os meses,
durante vários anos, o bancário recebeu 35 horas extras
habituais, independentemente da jornada de trabalho desempenhada. Embora
o volume de sobrejornada tenha apresentado grande oscilação,
o valor pago era fixo.
Quando o banco recorreu ao TST,
alegou que as horas extras não foram contratadas na época
da admissão do trabalhador, não existindo, portanto, a
pré-contratação. Por esse aspecto, argumentou haver
contrariedade à Súmula nº 199 do TST, que trata do
assunto. A Segunda Turma, porém, entendeu que o fundamento da
procedência do pedido não eram as horas extras pré-contratadas,
mas sim a caracterização de acréscimo salarial.
Esta conclusão afastou
a possibilidade das violações legais e da divergência
de jurisprudência levantadas pelo empregador, o que levou à
rejeição do recurso do banco, por não conhecimento.
Insistindo no argumento, agora com embargos à SDI-1, a empresa
procurou alterar esse resultado, mas novamente teve seu apelo preterido.
Ao relatar o recurso, a ministra
Maria Cristina Peduzzi considerou “incensurável”
a decisão da Turma, pois, “por não se tratar de
horas extras pré-contratadas, não se aplica a Súmula
nº 199, nem se cogita em sua contrariedade”. A relatora ressalta
que ficou registrado nos acórdãos das instâncias
já percorridas que as horas extras estavam desvinculadas da efetiva
prestação de trabalho suplementar, constituindo ‘plus’
salarial. A SDI-1, então, pelo mesmo fundamento da Segunda Turma,
não conheceu dos embargos do banco. (E-RR-1020/2003-071-09-00.7)
(Lourdes
Tavares)
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FETICOM GO/TO, 17 de setembro
de 2009 | Eventos
Golpe
Feticom de Goias e Tocantins e Nova Central
Sindical de Trabalhadores (NTSC) acabam com farra de “Sindicatos”
no Estado do Tocantins
Tentando Golpear a democracia
alguns grupos de aproveitadores publicarão editais de fundação
de Sindicatos no Estado do Tocantins. mas, com uma equipe muito bem
comandada pelo Diretor da Feticom Go. To. e Presidente da Nova Central
(NTSC) do Tocantins Sr. Antonio Martins Conseguimos com a ajuda em massa
de trabalhadores da construção civil das regiões,
a mobilização e participação nas citadas
“assembléias”.
Em Guarai no dia 05/09/2009, convocação feita no Diário
Oficial da União no dia 24/08/2009, por um Vereador da Cidade
Sr: Domingos Alves Pinheiro (Domingão), que não compareceu
à Assembléia. Sob a presidência do Sr: Jose Braz
Constantino, eleito para presidir os trabalhos na assembléia,
foi rejeitado a criação do “Sindicato” em
votação unânime.
Em Gurupi no dia 05/09/2009,
convocação feita no Diário Oficial da União
no dia 24/08/2009, por um suposto trabalhador Sr:Jacinto Leite dos Santos
, que não compareceu à Assembléia. Sob a presidência
do Sr: Antonio Martins, eleito para presidir os trabalhos na assembléia,
foi rejeitado a criação do “Sindicato” em
votação unânime.
Em Paraíso do Tocantins
no dia 12/09/2009, convocação feita no Diário Oficial
da União no dia 31/08/2009, por um suposto trabalhador Sr: Jocimar
Alves Brandalice, que não compareceu à Assembléia.
Sob a presidência do Sr: Jose Braz Constantino eleito para presidir
os trabalhos na assembléia, foi rejeitado a criação
do “Sindicato” em votação unânime.
Em Araguaina-To. no dia
12/09/2009, convocação feita no Diário Oficial
da União no dia 31/08/2009, por um suposto trabalhador Sr: Evangelista
Gomes Lima, que não compareceu à Assembléia. Sob
a presidência do Sr: Antonio Martins eleito para presidir os trabalhos
na assembléia, foi rejeitado a criação do “Sindicato”
em votação unânime.
Em Colinas do To. No dia 12/09/2009, convocação feita
no Diário Oficial da União no dia 31/08/2009, por um suposto
trabalhador Sr: Inácio Benedito de Souza, que não compareceu
à Assembléia. Sob a presidência do Sr: Jose Raimundo,
eleito para presidir os trabalhos na assembléia, foi rejeitado
a criação do “Sindicato” em votação
unânime.
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